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Black November YANMAR: descontos de até R$ 25 mil e condições especiais em máquinas agrícolas e de construção

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A YANMAR, multinacional japonesa reconhecida pela fabricação de máquinas e soluções compactas, está promovendo sua campanha Black November com descontos de até R$ 25 mil em equipamentos de construção civil e condições especiais de financiamento na linha agrícola. As ofertas são válidas em todo o Brasil até o dia 30 de novembro.

Segundo Douglas Leite, gerente financeiro da YANMAR, a ação busca levar os benefícios da temporada de promoções também ao campo e à construção.

“As campanhas de fim de ano já se consolidaram no varejo, e queremos que o produtor e o construtor tenham acesso a oportunidades reais para atualizar sua frota”, explica.

O executivo destaca ainda que o foco é apoiar profissionais de pequeno e médio porte, que representam uma parcela expressiva do mercado.

Descontos e condições facilitadas na linha de construção civil

Entre os destaques da campanha está a miniescavadeira SV08, que pode ser adquirida com até R$ 25 mil de desconto. Para os demais modelos da linha de construção, a empresa oferece taxa de financiamento de 0,99% ao mês, isenção de TAC por 5 anos e financiamento de até 90% do valor do equipamento.

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Essas condições foram criadas para facilitar a renovação de frota e o acesso a máquinas modernas, permitindo que empresas de diferentes portes possam investir em eficiência e produtividade.

Linhas agrícolas com taxas atrativas e prazos flexíveis

Na linha agrícola — composta por tratores e colheitadeiras —, a YANMAR oferece taxas reduzidas de financiamento, variando conforme o prazo de pagamento:

  • 5,49% ao ano para planos em até 2 anos;
  • 7,49% ao ano em 3 anos;
  • 9,49% ao ano para financiamentos de até 5 anos.

Essas condições se somam ao desconto de 20% na taxa de administração do consórcio YANMAR, o que amplia as possibilidades de aquisição de máquinas com planejamento financeiro e custos reduzidos.

Campanha nacional disponível em revendas e concessionárias

As ofertas do Black November YANMAR estão disponíveis nas revendas e concessionárias autorizadas de todo o país. A empresa reforça que o objetivo é tornar mais acessível o investimento em tecnologia e desempenho, tanto para o agronegócio quanto para a construção civil.

“Queremos que nossos clientes tenham acesso a soluções completas e condições reais de compra, sem burocracia e com suporte técnico de qualidade”, conclui Douglas Leite.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fonte: Portal do Agronegócio

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Reino Unido amplia pressão e setor do agro brasileiro reage a novas restrições à carne

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O agronegócio brasileiro enfrenta um novo cenário de pressão no comércio internacional após a decisão da União Europeia (UE) de suspender, a partir de setembro, as exportações de carne brasileira, somada ao anúncio de que o Reino Unido também avalia impor restrições adicionais ao produto nacional.

O movimento conjunto dos mercados mais exigentes do mundo acende um alerta no setor pecuário e reforça a necessidade de adequação às regras sanitárias internacionais, especialmente no que se refere à rastreabilidade, uso de antimicrobianos e comprovação de conformidade produtiva.

Pressão internacional exige maior comprovação sanitária do Brasil

Especialistas avaliam que o principal desafio do Brasil não está apenas no cumprimento formal das normas, mas na capacidade de demonstrar, de forma auditável e contínua, que toda a cadeia produtiva atende aos padrões exigidos por mercados como o europeu e o britânico.

De acordo com a coordenadora de contratos e agronegócios do CSA Advogados, Ieda Queiroz, a União Europeia adota critérios rigorosos baseados em evidências verificáveis.

“A UE não trabalha com presunção de conformidade; ela exige evidências. Sem demonstrar, de forma verificável, o uso adequado de antimicrobianos e a rastreabilidade animal, o impacto será duradouro — e afeta a credibilidade global do país”, afirma.

A especialista ressalta que o avanço das restrições britânicas reforça que o tema não é pontual, mas sistêmico dentro do comércio internacional de proteínas animais.

“Quando outro mercado de alta exigência sanitária sinaliza restrições, fica claro que a governança sanitária brasileira está sob escrutínio internacional”, acrescenta.

MAPA articula resposta técnica para evitar ampliação das restrições

Diante do cenário, o Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) trabalha na consolidação de relatórios técnicos para responder às exigências das autoridades europeias e buscar a reversão das medidas anunciadas.

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A estratégia do governo envolve a apresentação de dados sobre controle sanitário, práticas de produção e sistemas de fiscalização adotados no país.

No entanto, especialistas destacam que a reabertura ou manutenção de mercados dependerá diretamente da capacidade de comprovação prática de conformidade ao longo de toda a cadeia produtiva da carne bovina.

Rastreamento e uso de antibióticos seguem no centro do debate

Embora o Brasil possua regulamentação que proíbe o uso de antibióticos como promotores de crescimento na pecuária, esse fator, isoladamente, não é suficiente para atender às exigências dos mercados europeu e britânico.

As autoridades internacionais também demandam rastreabilidade individual dos animais, auditorias independentes e documentação completa de todas as etapas do processo produtivo, desde a origem até o abate e processamento.

Segundo especialistas, a diferença entre a legislação vigente e a implementação prática desses controles ainda representa um dos principais entraves para o acesso pleno a mercados mais rigorosos.

“A distância entre norma e prática ainda é grande”, avalia Ieda Queiroz.

Competitividade da carne brasileira pode ser impactada

O aumento das exigências internacionais ocorre em um momento em que o Brasil ocupa posição de destaque no comércio global de proteínas animais, com forte participação em mercados da Ásia, Oriente Médio e Europa.

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No entanto, a ampliação das barreiras sanitárias pode impactar diretamente a competitividade do setor, caso o país não consiga comprovar com robustez a conformidade de seus sistemas produtivos.

Especialistas alertam que a manutenção e expansão da presença brasileira no mercado internacional dependerá cada vez mais de transparência, rastreabilidade e alinhamento com padrões globais de governança sanitária.

Setor agropecuário entra em fase de adaptação e resposta

O cenário reforça a necessidade de adaptação estrutural do setor agropecuário brasileiro, especialmente na pecuária de corte, que depende fortemente do mercado externo.

A tendência é de maior pressão por sistemas integrados de controle, digitalização de processos e fortalecimento de auditorias independentes, com foco na comprovação de origem e conformidade sanitária.

Com a União Europeia avançando em restrições e o Reino Unido sinalizando medidas semelhantes, o Brasil enfrenta um momento decisivo para consolidar sua reputação como fornecedor global de carne dentro dos padrões exigidos pelos mercados mais rigorosos do mundo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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