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Agenda pública da ministra Marina Silva na COP30 – Segunda-feira, 17 de novembro

Publicado

(Agenda sujeita a modificações ao longo do dia)

10h – Abertura do Segmento de Alto Nível da COP30
📍Zona Azul, Plenária Amazonas

10h30 – Diálogo Ministerial “Caminhos para Desbloquear o Financiamento para Florestas rumo a 2030 – Diálogo de Soluções COP30”
📍Zona Azul, Sala Parnaíba

12h – Lançamento “The Bioeconomy Challenge: catalysing systemic action through the Bioeconomy High Level Principles”
📍Zona Azul, Sala Parnaíba

14h – Coletiva de imprensa com o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin
📍Press Conference Room 1

14h30 – Evento no pavilhão do Balanço Ético Global “Vozes do Futuro para o Presente: um compromisso ético”
📍Zona Azul, Pavilhão do Balanço Ético Global

15h30 – Lançamento do programa ARPA Comunidades
📍Zona Verde, Pavilhão Brasil, Auditório Jandaíra

17h45 – Lançamento do Programa COOPERA + Amazônia
📍Zona Verde, Pavilhão do BNDES

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(Agenda subject to change throughout the day)

10:00 a.m. – Opening of the COP30 High-Level Segment
📍Amazonas Plenary, Blue Zone

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10:30 a.m. – Ministerial Dialogue “Pathways to Unlock Forest Finance by 2030 – COP30 Solutions Dialogue”
📍Blue Zone, Parnaíba Room

12:00 p.m. – Launch of “The Bioeconomy Challenge: Catalysing Systemic Action through the Bioeconomy High-Level Principles”
📍Blue Zone, Parnaíba Room

12:30 p.m. – Presentation of the Amazon Fund Report at the Brazil Pavilion
📍Blue Zone, Brazil Pavilion, Sumaúma Auditorium

2:00 p.m. – Press Conference with the vice-president of Brazil, Geraldo Alckmin
📍Press Conference Room 1

2:30 p.m. – Panel at the Global Ethical Stocktake Pavilion “Voices of the Future for the Present – An Ethical Commitment”
📍Blue Zone, Global Ethical Balance Pavilion

3:30 p.m. – Launch of the program ARPA Communities
📍Green Zone, Brazil Pavilion, Jandaíra Auditorium

5:45 p.m. – Launch of the COOPERA + Amazon Program
📍Green Zone, BNDES Pavilion

Assessoria Especial de Comunicação Social do MMA
[email protected]
(61) 2028-1227/1051
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Fonte: Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima

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Pecuária brasileira aumenta produtividade e evita ocupação de 423 milhões de hectares, aponta estudo

Publicado

A pecuária de corte brasileira vem consolidando nas últimas décadas um avanço expressivo em produtividade, eficiência e uso racional da terra. Um levantamento da Athenagro aponta que os ganhos tecnológicos registrados entre 1990 e 2025 permitiram ao Brasil evitar, de forma teórica, a ocupação de aproximadamente 423 milhões de hectares para sustentar o atual nível de produção de carne bovina.

O estudo reforça que o crescimento da pecuária nacional ocorreu principalmente por meio do aumento da produtividade, da intensificação dos sistemas produtivos e da adoção de tecnologias no campo, e não apenas pela abertura de novas áreas de pastagem.

Segundo Maurício Palma Nogueira, o chamado “efeito poupa terra” se tornou um dos principais indicadores para avaliar a evolução da eficiência da pecuária brasileira, especialmente em um momento de maior atenção internacional sobre sustentabilidade e produção agropecuária.

Produção cresceu enquanto área de pastagem permaneceu mais estável

O levantamento da Athenagro mostra a evolução simultânea da produção de carne bovina, da área total de pastagens e da área teoricamente poupada de desmatamento graças ao aumento da produtividade pecuária ao longo das últimas décadas.

De acordo com os dados apresentados, a produção brasileira de carne bovina avançou de forma consistente desde os anos 1990, enquanto a área efetiva de pastagens seguiu uma trajetória relativamente estável.

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Na prática, isso significa que o país conseguiu produzir mais carne em uma área proporcionalmente menor, graças à adoção de genética, manejo de pastagens, suplementação nutricional, integração lavoura-pecuária e novas tecnologias aplicadas à produção animal.

O gráfico elaborado pela consultoria mostra que a área poupada cresceu continuamente ao longo da série histórica, chegando a 397 milhões de hectares em 2024 e alcançando 423 milhões de hectares em 2025.

Sem ganho de produtividade, pecuária exigiria 583 milhões de hectares

O estudo destaca que o cálculo do efeito poupa terra é feito a partir de uma comparação teórica. A análise considera qual seria a área necessária para produzir o atual volume de carne bovina caso a produtividade permanecesse no mesmo patamar observado no início dos anos 1990.

Segundo a projeção da consultoria, sem os avanços tecnológicos incorporados ao setor nas últimas décadas, a pecuária brasileira precisaria ocupar cerca de 583 milhões de hectares para atingir o mesmo nível de produção registrado atualmente.

O número evidencia o impacto da intensificação produtiva na eficiência do uso da terra e no fortalecimento da competitividade da carne bovina brasileira no mercado global.

Debate ambiental ganha força às vésperas da COP de Belém

Com a aproximação da COP30, que será realizada em Belém, os dados relacionados à sustentabilidade da agropecuária brasileira ganharam ainda mais relevância no debate público e internacional.

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Segundo Maurício Palma Nogueira, as informações sobre o efeito poupa terra frequentemente geram debates e questionamentos de grupos ambientalistas. Ele ressalta, no entanto, que o indicador não deve ser interpretado como uma medida direta de combate ao desmatamento.

O objetivo da análise, segundo o especialista, é demonstrar que a expansão da produção pecuária brasileira ocorreu principalmente apoiada em ganhos de eficiência produtiva e tecnológica.

Tecnologia transforma a pecuária brasileira

Nos últimos anos, a pecuária nacional acelerou investimentos em manejo intensivo, recuperação de pastagens degradadas, confinamento, integração lavoura-pecuária-floresta e melhoramento genético.

Esse movimento tem permitido aumento da produtividade por hectare, maior oferta de proteína animal e avanço da competitividade brasileira no mercado internacional, sem crescimento proporcional da área ocupada pela atividade.

O cenário reforça o papel da tecnologia como principal vetor de transformação da pecuária brasileira, em um contexto de crescente demanda mundial por alimentos e pressão por sistemas produtivos mais sustentáveis.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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