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Ao lado de Lula e Macron, Silveira reafirma o protagonismo do Brasil em energia limpa

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Ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, participou nesta quinta-feira (6/11) da reunião com o presidente da França, Emmanuel Macron, durante a Cúpula de Líderes da COP30, em Belém. O encontro reforçou a aproximação entre os dois países em agendas estratégicas como energia nuclear e minerais estratégicos.

Na ocasião, foi destacado o protagonismo do Brasil na construção de soluções energéticas de baixo carbono e apresentadas as iniciativas conduzidas pelo Governo do Brasil para mitigar os cortes de geração renovável e reduzir os impactos aos geradores e consumidores. “Nosso compromisso é garantir segurança, eficiência e competitividade à energia elétrica no país, tornando a transição energética acessível a toda a população”, afirmou o ministro.

O Brasil possui a matriz elétrica mais renovável dos países integrantes do G20, sendo 89% proveniente de fontes limpas. Além disso, o país tem o maior Sistema Interligado Nacional (SIN) do mundo, que conecta todos os estados brasileiros, garantindo equilíbrio na oferta e demanda de energia.

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Na pauta bilateral, Brasil e França trataram da ampliação da cooperação no campo da energia nuclear, considerada estratégica para a conclusão da usina Angra 3. Outro tema de destaque foi o avanço das políticas de biocombustíveis e hidrogênio de baixa emissão. O ministro ressaltou marcos recentes do país, como o E30, o B15 e o mandato do SAF previsto para 2026, e apontou oportunidades para investimentos do governo francês nos setores de aviação e navegação sustentáveis.

Também foi discutido o fortalecimento da parceria em minerais estratégicos. Silveira ressaltou que o Brasil possui a segunda maior reserva mundial de terras raras e grafita. “Queremos transformar nossas reservas em oportunidades de desenvolvimento industrial e tecnológico, contribuindo para a transição energética global”, afirmou.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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MTE participa da liberação de crédito ao programa CAIXA Hospitais

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O secretário-executivo do MTE, Francisco Macena, em evento nesta quarta-feira (03) no auditório da Caixa em Brasília com presença do vice-presidente Geraldo Alckmin; o presidente da Caixa, Carlos Vieira; o secretário de atenção especializada à Saúde, Mozart Sales; além de representantes de empresas da área filantrópica de Saúde do país participou da cerimônia de assinatura de contratos do programa CAIXA Hospitais / FGTS-Saúde.

O CAIXA Hospitais é uma linha de crédito destinada às entidades sem fins lucrativos, inclusive as certificadas como entidades beneficentes de assistência social (CEBAS), e às empresas privadas não filantrópicas, conveniadas com o Sistema Único de Saúde (SUS. Os recursos da linha devem ser aplicados de forma complementar ao Sistema Único de Saúde (SUS), com ênfase na reestruturação financeira e em investimentos.

A resolução do FGTS que estabeleceu as diretrizes gerais do Programa FGTS-Saúde foi publicada pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS) em março desse ano, destinando 8,5 bilhões de recursos do Fundo para hospitais filantrópicos e entidades sem fins lucrativos vinculadas ao Sistema Único de Saúde (SUS), no âmbito do Programa Agora Tem Especialista.

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Previsto dentro do PAC Saúde, o FGTS Saúde prevê a destinação dos recursos em crédito às entidades sem fins lucrativos, com juros de até 8,66% e taxa de risco de crédito de até 3,00% ao ano, conforme a Medida Provisória (MP) nº 1.336, de 6 de fevereiro de 2026. A linha foi criada com o objetivo de oferecer condições especiais para que as instituições de saúde possam renegociar dívidas e melhorar sua gestão financeira. Segundo o agente financeiro Caixa, o crédito vai servir a estruturação de dívidas e investimentos das Santas Casas, já tendo sido executados pelo Programa cerca de R$ 2,2 bilhões, sendo R$ 1,5 bilhão já contratados e outros R$ 715 milhões em fase final de contratação.

Na cerimônia de hoje foram assinados contratos com a Fundação José Silveira na Bahia (R$110 milhões), Sociedade Portuguesa de Beneficência de Campos, no Rio (R$ 27,6 milhões), Associação de Combate ao Câncer de Goiás (15 milhões), Sistemas de Saúde Vila Nova, no Rio Grande do Sul (R$ 45 milhões), Fundo Assistencial da Paraíba (R$ 12 milhões), Instituto do Câncer de Londrina, no Paraná (R$ 53 milhões) e Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (R$ 300 milhões) A medida, segundo o Ministério da Saúde, busca reduzir filas, evitar o agravamento de doenças e diminuir afastamentos do trabalho, além de fortalecer a sustentabilidade financeira do setor hospitalar, intensivo em mão de obra, além de contribuir para a preservação de empregos e renda dos trabalhadores.

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Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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