Turismo

Áustria: conheça os Mercados de Natal de Viena

Publicado

Áustria: conheça os Mercados de Natal de Viena
Maurício Brum

Áustria: conheça os Mercados de Natal de Viena

A Áustria é um dos países onde nasceu a tradição dos Mercados de Natal e, por isso, um destino bastante procurado no fim de ano no Hemisfério Norte. Já em novembro começam a acontecer os mercados ao ar livre, com barraquinhas que vendem decorações e brinquedos artesanais, além de alimentos e bebidas típicas da época.

É costume carregar uma caneca para abastecê-la com doses do famoso Weihnachtspunsch , o punsch natalino austríaco uma bebida quente similar ao nosso quentão, servida na versão com e sem álcool.

Neste ano, a capital Viena terá mercados espalhados por 14 praças da cidade a partir do dia 8 de novembro. Em torno delas, costumam acontecer outras atrações festivas. Fique de olho especialmente nos concertos natalinos – afinal, você está na terra de vários gênios da música clássica.

O governo de Viena disponibiliza um site que permite localizar, em um mapa, os vários eventos. A seguir, você confere os principais mercados natalinos da cidade:

Continua após a publicidade

1. Rathausplatz

O principal mercado de Natal de Viena é o Christkindlmarkt , que acontece na Rathausplatz , em frente à Prefeitura de Viena. O próprio edifício da prefeitura entra no clima das festas: ali dentro é montada uma área onde acontecem oficinas para crianças. Não deixe de conferir ainda o edifício Burgtheater, que fica nos arredores e recebe decorações especiais nessa época do ano.

Leia mais:  Sena reabre para banhistas em Paris após um século

2. Palácio Schönbrunn

O fato de acontecer no pátio do Palácio Schönbrunn deixa o clima desse mercado natalino ainda mais mágico. São mais de 90 barracas, mais focadas em produtos gastronômicos, e uma grande árvore de Natal gigante. Nas proximidades, há uma pista de patinação no gelo e uma pista de curling.

MTSWien/CC BY-SA 3.0
Mercado de Natal de Schönbrunn MTSWien/CC BY-SA 3.0/Wikimedia Commons

3. Palácio Belvedere

O Palácio Belvedere é outro que recebe um mercado natalino em seu pátio, ainda que fique um pouco mais distante do centro de Viena . Nesse caso, as mais de 40 barracas são repletas de produtos artesanais, decorações e delícias da culinária local. Na propriedade existe um pequeno lago que rende belas fotos ao anoitecer: as luzes do palácio ficam refletidas na água.

Anna Saini/CC BY-SA 4.0
Menor e mais afastado, Mercado de Natal do Belvedere deslumbra pelo reflexo das luzes no espelho d’água Anna Saini/CC BY-SA 4.0/Wikimedia Commons

4. Stephansplatz

Com localização central, a Stephanplatz também recebe um mercado de Natal. As vendas são montadas bem em frente à St. Stephan’s Cathedral , incrível catedral do século 12 que também terá em seu interior concertos e apresentações musicais natalinas. Para assistir, é necessário comprar ingressos antecipadamente . Dica: nos arredores da Stephanplatz também acontecem outros dois mercados de Natal, nas praças Am Hof e Freyung.

Continua após a publicidade
Geolina163/CC BY-SA 4.0
No mercado de Natal da Stephansplatz, iluminação da catedral rouba a cena Geolina163/CC BY-SA 4.0/Wikimedia Commons

5. Spittelberg

O distrito de Spittelberg é considerado um dos bairros mais modernos e simpáticos de Viena , repleto de cafés, restaurantes e boutiques. Ali, a edição de 2024 do Mercado de Natal de Spittelberg foi pensado como um “eco-evento”, organizado a partir de soluções sustentáveis. Os produtos comercializados são focados na produção regional, a maioria orgânico, vegetariano ou vegano.

Leia mais:  O apertado embarque remoto de Congonhas irá dobrar de tamanho
mercado-natal-spittelberg
Mercado de Spittelberg foca na produção local Weihnachtsmarkt am Spittelberg/Divulgação

Leia tudo sobre Áustria

Compartilhe essa matéria via:

Resolva sua viagem aqui

  • Reserve hospedagem no Booking

  • Reserve seu voo

  • Reserve hospedagem no Airbnb

  • Ache um passeio na Civitatis

  • Alugue um carro

Publicidade

Fonte: Turismo

Comentários Facebook
publicidade

Turismo

Muito além das paisagens: identidade é a nova aliada dos estados para impulsionar o turismo e atrair investimentos

Publicado

A força de uma marca que comunica valores, estilo de vida e cultura de uma região tornou-se um ativo estratégico para os estados brasileiros no mercado turístico. Para além de praias e monumentos, a busca por uma identidade clara e autêntica (“branding”) foi o tema central no último dia da programação do Salão do Turismo, que acontece no Centro de Eventos do Ceará, em Fortaleza.

“O Ministério do Turismo reúne aqui todas as regiões do país para esse diálogo mais amplo, para essa troca de experiências. As marcas, hoje, comunicam valores, estilo de vida, cultura e diferenciais capazes de influenciar a decisão de viagem dos turistas. Então essa troca é muito valiosa para todo o setor”, destacou, na abertura do seminário, o coordenador-geral de Marketing do Ministério do Turismo, Fábio Simonetti.

Ana Claudia Rego, da Secretaria de Turismo do Amazonas, apresentou a marca da Amazônia, criada em conjunto com os outros estados da região Norte do país. A ideia, segundo ela, é a Amazônia como destino turístico internacional, focando na preservação ambiental, no desenvolvimento sustentável e na valorização dos povos locais. “A gente criou uma identidade. Posicionou a Amazônia como destino sustentável, polo de negócios verdes, uma referência de biodiversidade e cultura. Todo destino tem uma referência. Na promoção turística, nós vamos utilizar a marca em todas as nossas peças promocionais”, disse.

Já Daniella Barbosa, da Secretaria de Turismo de Goiás, destacou que a marca que representa o estado levou em conta o retorno das pessoas do estado. “Trabalhamos em uma expressão que pega. O ‘Bora’ é uma expressão muito goiana. A gente quer levar a nossa ‘goianidade’ para o mundo. E obviamente que vamos adaptando essa expressão, desdobrando em vários nichos: bora pescar, bora trilhar”, explicou.

Leia mais:  Paraná: o encontro entre a força das águas, a natureza preservada e a gastronomia típica

Guilherme Lourenço, que representou o estado de Minas Gerais, explicou a força do encontro em Belo Horizonte, seja na gastronomia ou na cultura, para a criação da marca para a cidade. Segundo Lourenço, a ideia é fazer desse encontro uma memória afetiva. “A gente acredita que destinos fortes constroem narrativas fortes. A marca de Belo Horizonte surge para fortalecer o posicionamento da nossa cidade, para criar um fortalecimento nacional e internacional. Também acreditamos que a marca é feita de escuta, então fizemos esse processo para conectar as pessoas da cidade”, disse. “As pessoas falam ‘BH’ e acabam se conectando de forma afetiva com a cidade”, concluiu Lourenço.

A força da tradição de uma marca foi o ponto principal da apresentação de Álvaro Machado, servidor da Secretaria de Turismo do Rio Grande do Sul há mais de 30 anos. Segundo ele, para se criar uma nova marca é preciso ter em mente o real motivo para isso. 

“Estamos usando uma marca principal há quase 15 anos. Na identidade visual, por exemplo, temos a cuia de chimarrão, que tanto identifica o gaúcho. Então se um posicionamento está dando certo, não há necessidade de mudança. Não vamos gastar recurso para fazer algo que já fizemos e que está funcionando”, destacou Álvaro.

Leia mais:  Maior estátua de Cristo do Brasil será inaugurada em abril no RS

Por fim, Thiago Marques, da Secretaria do Turismo do Ceará, estado anfitrião do Salão do Turismo, reforçou a necessidade de responsabilidade com a marca e como essa marca se posiciona e representa um determinado local. “A marca representa o nosso estado e é a porta de entrada para quem quer conhecer o Ceará. O melhor impulso que temos na promoção turística, inclusive internacional, é a nossa marca. Então temos uma responsabilidade muito grande com a marca. A questão gráfica e visual é muito importante, pois está todo mundo concorrendo, em um evento, para sua marca se destacar”, frisou.

SALÃO DO TURISMO – Realizado pela primeira vez no Nordeste, em Fortaleza, o 10º Salão do Turismo reuniu representantes dos 26 estados e do Distrito Federal em uma programação voltada à promoção de destinos, experiências e negócios. Ao longo de três dias, o evento promoveu palestras, rodadas de negócios, apresentações culturais, espaços gastronômicos e exposições de artesanato, além de debates sobre inovação, sustentabilidade, conectividade aérea, turismo de base comunitária e estratégias para o setor. 

A edição também marcou o fortalecimento das políticas de incentivo ao turismo interno e da integração entre poder público, iniciativa privada e comunidades locais, reforçando o papel do turismo como motor de desenvolvimento econômico, geração de emprego e valorização da diversidade brasileira.

Por Marco Guimarães
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

Comentários Facebook
Continue lendo

Mais Lidas da Semana