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Aviação brasileira bate recorde histórico em janeiro e mantém alta no Carnaval de 2026

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A aviação civil brasileira começou 2026 em ritmo histórico. O mês de janeiro fechou com 12,37 milhões de passageiros transportados, o maior volume já registrado em um único mês no país. Os dados foram compilados pelo Ministério de Portos e Aeroportos (MPor), com base em relatório da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), e confirmam a sequência de resultados positivos do setor.

Do total registrado em janeiro, 9,3 milhões de passageiros viajaram em voos domésticos, marca que não era alcançada desde 2020, antes da pandemia. No mercado internacional, foram 2,9 milhões de passageiros, o melhor resultado desde o início da série histórica, em 2000.

O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, destacou que o desempenho está ligado às políticas públicas e aos investimentos do Governo Federal. “Esses resultados são consequência das políticas de fortalecimento da aviação, do aumento dos investimentos em infraestrutura aeroportuária e do diálogo permanente com companhias aéreas e operadores. Os números de janeiro e a projeção para o Carnaval mostram que estamos no caminho certo, com a aviação brasileira batendo recordes e contribuindo para o desenvolvimento econômico e o turismo em todo o país”, concluiu.

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A tendência de alta deve seguir ao longo do ano. Estimativa técnica do MPor aponta que cerca de 2,1 milhões de passageiros viajaram em voos domésticos e internacionais entre 13 e 18 de fevereiro, período que vai da sexta-feira anterior ao feriado até a Quarta-Feira de Cinzas. O volume representa um crescimento estimado entre 10% e 11% em relação ao Carnaval de 2025. Se confirmado após a consolidação final, prevista para março, este poderá ser o melhor resultado da série histórica para o período.

Para o secretário nacional de Aviação Civil, Daniel Longo, o resultado mostra o fortalecimento contínuo do setor. “O Brasil vive um novo momento na aviação. Estamos ampliando a conectividade, fortalecendo a malha aérea regional e criando condições para que mais brasileiros possam voar. O crescimento no número de passageiros mostra que o setor está mais competitivo, mais acessível e preparado para continuar crescendo”, afirmou.

Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

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Brasil gera 228 mil empregos formais em março e supera 613 mil vagas no trimestre

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O país gerou, em março deste ano, um total de 228.208 postos de trabalho com carteira assinada, acumulando, de janeiro a março, 613.373 vagas formais. Nos últimos 12 meses (mar/2025 a mar/2026), o total de postos gerados chega a 1.211.455. Desde 2023, já foram criadas mais de 5 milhões de vagas formais no país.

Os dados são do Novo Caged de março, divulgados nesta quarta-feira (29) pelo ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho. Do total de postos gerados no mês, 83,25% são considerados típicos e 16,75% não típicos — majoritariamente jornadas de até 30 horas semanais (+34.925) e contratos de aprendizagem (+12.264).

Com isso, o estoque de empregos com carteira assinada chega a 49.082.634 vínculos, o que representa crescimento de 2,6% em relação ao estoque de empregados no país.

O saldo, resultante de 2.526.660 admissões e 2.298.452 desligamentos, foi positivo em 24 unidades federativas. Os maiores resultados absolutos foram registrados em São Paulo, com 67.876 postos (0,46%); Minas Gerais, com 38.845 (0,77%); e Rio de Janeiro, com 23.914 (0,60%). Em termos relativos, destacaram-se Acre (0,92%), Roraima (0,88%) e Piauí (0,86%).

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Entre os setores, o maior crescimento ocorreu em Serviços, com geração de 152.391 postos no mês. Na sequência, aparecem Construção (38.316), Indústria (28.336) e Comércio (27.267). Apenas a Agropecuária registrou retração, com queda de 18.096 postos, influenciada principalmente pela finalização de safras de maçã, soja e uva.

Acumulado do ano

De janeiro a março, quatro dos cinco grandes grupamentos de atividades econômicas registraram saldos positivos. O maior crescimento ocorreu em Serviços, com 382.229 postos (+1,6%), com ênfase nas atividades de informação, comunicação e nos serviços financeiros, imobiliários, profissionais e administrativos (146.068), além de administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde e serviços sociais (142.038).

A Construção gerou 120.547 postos, com destaque para a construção de edifícios (49.582) e obras de infraestrutura (38.447). A Indústria apresentou saldo de 115.310 vagas, impulsionada principalmente pelo processamento industrial do fumo (10.370), fabricação de produtos alimentícios (10.126) e fabricação de veículos automotores, reboques e carrocerias (8.690).

A Agropecuária também registrou saldo positivo de 14.752 postos, com destaque para o cultivo de maçã (7.967), soja (5.441) e alho (3.818). O Comércio foi o único setor com resultado negativo no período, com redução de 19.525 postos.

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Entre os estados, o maior saldo no acumulado foi registrado em São Paulo (183.054), seguido por Minas Gerais (70.625) e Santa Catarina (59.396). Em termos relativos, os maiores avanços ocorreram em Goiás (2,33%), Mato Grosso (2,27%) e Santa Catarina (2,26%).

Perfil dos trabalhadores

Em março, o saldo foi positivo tanto para mulheres (132.477) quanto para homens (95.731). Destaca-se a geração de 165.785 postos para pessoas de até 24 anos, o equivalente a 72,6% do total do mês. Também foram criadas 183.037 vagas para trabalhadores com ensino médio completo e 23.265 para aqueles com nível superior completo.

Confira a íntegra dos dados aqui
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Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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