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Brasil confirma adesão a regras internacionais de segurança marítima

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O Senado Federal ratificou nesta quinta-feira (7) a adesão do Brasil às regras da Organização Marítima Internacional (OMI) que estabelecem padrões uniformes de segurança para trabalhadores do setor marítimo. O Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 478/2023 segue agora para promulgação pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre.

Autorização para adesão às normas internacionais

O decreto legislativo aprovado autoriza o presidente da República a formalizar a adesão do Brasil às normas que já estão em vigor internacionalmente desde 2012. Essas regras abrangem navios brasileiros e serão incorporadas à legislação nacional por meio de um novo decreto presidencial.

Principais aspectos das normas técnicas

As normas tratam de requisitos para certificados, funcionamento de máquinas e serviços de bordo durante as navegações marítimas, garantindo maior segurança e padronização no setor.

Importância da padronização internacional

O senador Jorge Seif (PL-SC), relator do projeto na Comissão de Relações Exteriores (CRE), destacou que a ausência de normas técnicas uniformes permitia que cada país definisse seus próprios padrões, dificultando a harmonização em um setor tão globalizado como o transporte marítimo.

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Emendas de Manila: atualização da convenção STCW

As normas fazem parte das chamadas Emendas de Manila — acordadas na cidade filipina que dá nome ao documento — que revisam a Convenção Internacional sobre Padrões de Instrução, Certificação e Serviço de Quarto para Marítimos (STCW-1978). Essa convenção já foi incorporada ao direito brasileiro desde 1984.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de café do Brasil devem bater recorde em 2026/27, projeta Eisa

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As exportações brasileiras de café devem atingir um novo recorde na safra 2026/27 (julho a junho), impulsionadas pela expectativa de uma colheita considerada a maior da história do país. A projeção é do diretor comercial da exportadora Eisa, uma das maiores do setor global.

O cenário positivo é sustentado pelo avanço da colheita atual e pela perspectiva de forte disponibilidade de grãos nos próximos meses, o que deve ampliar os embarques e reforçar a posição do Brasil como líder mundial na produção e exportação de café.

Safra recorde deve impulsionar volume exportado

Segundo o diretor comercial da Eisa, Carlos Santana, o país vive um momento de forte otimismo no setor.

“Estamos bastante otimistas. Muito provavelmente o Brasil vai ter a maior safra da história. E isso rapidamente a gente vai começar a ver nos embarques, talvez em julho ou agosto”, afirmou durante o Seminário Internacional do Café, em Santos.

A avaliação é de que o aumento da oferta deve se refletir de forma mais intensa ao longo da safra 2026/27, com potencial de recorde nas exportações brasileiras.

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Colheita avança e já sinaliza safra robusta

O Brasil, maior produtor e exportador global de café, já iniciou a colheita da safra 2026/27, com cerca de 5% da produção colhida até o momento.

O destaque inicial fica para o café canéfora (robusta e conilon), com avanço dos trabalhos principalmente em Rondônia e no Espírito Santo, regiões que tradicionalmente antecipam a colheita em relação ao café arábica.

Estoques globais baixos podem ampliar demanda por café brasileiro

De acordo com o setor exportador, a entrada da nova safra brasileira deve contribuir para a recomposição dos estoques globais, que atualmente se encontram em níveis reduzidos.

Esse movimento tende a favorecer a demanda pelo café brasileiro nos próximos meses, com expectativa de embarques mais fortes especialmente no segundo semestre de 2026.

A combinação entre alta produção, recomposição de estoques e demanda internacional aquecida deve sustentar um cenário positivo para as exportações, com possibilidade de “surpresas positivas” no desempenho do país no mercado global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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