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Brasil e Reino Unido ampliam cooperação em inovação para a cadeia de minerais críticos e estratégicos

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O Ministério de Minas e Energia (MME) participou, nesta terça-feira (10/03), de uma visita virtual de descoberta promovida pela agência britânica Innovate UK, voltada ao fortalecimento da cooperação internacional em inovação no setor de minerais críticos e estratégicos. O encontro reuniu representantes de governo, instituições de pesquisa, academia e setor produtivo do Brasil e do Reino Unido para discutir oportunidades de parceria tecnológica e desenvolvimento de projetos voltados ao fortalecimento das cadeias minerais associadas à transição energética.

A iniciativa integra o programa internacional da Innovate UK dedicado à promoção de conexões entre ecossistemas de inovação e à identificação de oportunidades de colaboração tecnológica entre empresas, centros de pesquisa e governos. O objetivo é estimular iniciativas conjuntas em áreas como exploração mineral, processamento, economia circular, reciclagem e desenvolvimento de novos materiais, ampliando a resiliência e a sustentabilidade das cadeias de suprimento de minerais essenciais para tecnologias de baixo carbono.

Durante o encontro, o coordenador-geral de Minerais Estratégicos e Transição Energética do MME, Gustavo Masili, apresentou um panorama do setor mineral brasileiro e destacou o papel estratégico do país na agenda global de minerais críticos e estratégicos.

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“O Brasil reúne condições importantes para contribuir de forma sustentável com o suprimento global de minerais essenciais para a transição energética. Contamos com reservas relevantes, uma matriz energética predominantemente renovável e um ambiente institucional voltado ao desenvolvimento tecnológico, à inovação e à ampliação da agregação de valor na cadeia mineral”, afirmou Masili.

Além da disponibilidade de recursos minerais, o país tem buscado fortalecer sua posição nas cadeias globais de valor por meio de iniciativas voltadas à ampliação do conhecimento geológico, ao estímulo da transformação mineral, ao desenvolvimento tecnológico e à atração de investimentos.

Durante as discussões, também foram abordadas oportunidades de cooperação científica e tecnológica entre instituições brasileiras e britânicas em áreas como processamento mineral avançado, desenvolvimento de materiais estratégicos, tecnologias de reciclagem e soluções voltadas à economia circular. O diálogo reforçou o interesse de ambos os países em ampliar parcerias voltadas à inovação e à sustentabilidade na cadeia mineral.

O Brasil tem buscado ampliar o diálogo com parceiros internacionais de forma alinhada à valorização de suas vantagens geológicas e à condução de estratégias próprias de desenvolvimento mineral. A cooperação internacional é vista como instrumento para estimular inovação, atrair investimentos e fortalecer capacidades produtivas e tecnológicas, ao mesmo tempo em que se promove maior agregação de valor no território nacional.

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Ao fortalecer o diálogo com parceiros internacionais, o país reafirma seu compromisso com uma mineração moderna, responsável e inovadora, capaz de transformar seu potencial geológico em desenvolvimento econômico, geração de empregos qualificados e avanço tecnológico, contribuindo para uma transição energética justa, inclusiva e ambientalmente sustentável.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 | Email: [email protected]


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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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MTE participa da liberação de crédito ao programa CAIXA Hospitais

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O secretário-executivo do MTE, Francisco Macena, em evento nesta quarta-feira (03) no auditório da Caixa em Brasília com presença do vice-presidente Geraldo Alckmin; o presidente da Caixa, Carlos Vieira; o secretário de atenção especializada à Saúde, Mozart Sales; além de representantes de empresas da área filantrópica de Saúde do país participou da cerimônia de assinatura de contratos do programa CAIXA Hospitais / FGTS-Saúde.

O CAIXA Hospitais é uma linha de crédito destinada às entidades sem fins lucrativos, inclusive as certificadas como entidades beneficentes de assistência social (CEBAS), e às empresas privadas não filantrópicas, conveniadas com o Sistema Único de Saúde (SUS. Os recursos da linha devem ser aplicados de forma complementar ao Sistema Único de Saúde (SUS), com ênfase na reestruturação financeira e em investimentos.

A resolução do FGTS que estabeleceu as diretrizes gerais do Programa FGTS-Saúde foi publicada pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS) em março desse ano, destinando 8,5 bilhões de recursos do Fundo para hospitais filantrópicos e entidades sem fins lucrativos vinculadas ao Sistema Único de Saúde (SUS), no âmbito do Programa Agora Tem Especialista.

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Previsto dentro do PAC Saúde, o FGTS Saúde prevê a destinação dos recursos em crédito às entidades sem fins lucrativos, com juros de até 8,66% e taxa de risco de crédito de até 3,00% ao ano, conforme a Medida Provisória (MP) nº 1.336, de 6 de fevereiro de 2026. A linha foi criada com o objetivo de oferecer condições especiais para que as instituições de saúde possam renegociar dívidas e melhorar sua gestão financeira. Segundo o agente financeiro Caixa, o crédito vai servir a estruturação de dívidas e investimentos das Santas Casas, já tendo sido executados pelo Programa cerca de R$ 2,2 bilhões, sendo R$ 1,5 bilhão já contratados e outros R$ 715 milhões em fase final de contratação.

Na cerimônia de hoje foram assinados contratos com a Fundação José Silveira na Bahia (R$110 milhões), Sociedade Portuguesa de Beneficência de Campos, no Rio (R$ 27,6 milhões), Associação de Combate ao Câncer de Goiás (15 milhões), Sistemas de Saúde Vila Nova, no Rio Grande do Sul (R$ 45 milhões), Fundo Assistencial da Paraíba (R$ 12 milhões), Instituto do Câncer de Londrina, no Paraná (R$ 53 milhões) e Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (R$ 300 milhões) A medida, segundo o Ministério da Saúde, busca reduzir filas, evitar o agravamento de doenças e diminuir afastamentos do trabalho, além de fortalecer a sustentabilidade financeira do setor hospitalar, intensivo em mão de obra, além de contribuir para a preservação de empregos e renda dos trabalhadores.

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Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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