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Brasil lidera a transição energética e inaugura novo ciclo de inclusão social sob liderança do MME em 2025

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O ano de 2025 marcou um novo capítulo para o Ministério de Minas e Energia (MME), consolidando o Brasil como referência global na transição energética e ampliando políticas que garantem energia acessível, limpa e contínua para milhões de brasileiros. Sob a liderança do ministro Alexandre Silveira, o país avançou em programas sociais inéditos, modernizou marcos regulatórios estratégicos, estruturou novas governanças e fortaleceu setores essenciais para o desenvolvimento econômico e sustentável.

“Esse foi um ano histórico para colocar a energia a serviço das pessoas, com justiça social, consciência ambiental, apoio à indústria nacional e compromisso com um Brasil mais forte e menos desigual. Ao longo do ano, atuamos de maneira integrada para responder às necessidades da população, fortalecer a economia e consolidar a liderança brasileira no cenário energético internacional”, destacou o ministro Alexandre Silveira.

Gás do Povo e Combustível do Futuro

Um dos destaques de 2025 foi o início da operação do Programa Gás do Povo, considerado a maior política de combate à pobreza energética da história do Brasil. A iniciativa permite que famílias em situação de vulnerabilidade tenham acesso gratuito ao botijão de gás de cozinha, por meio de um modelo moderno, digital, seguro e sem intermediários. O programa começou atendendo 1 milhão de famílias em dez capitais e será expandido para mais de 15 milhões de lares no próximo ano, ampliando em três vezes o público do antigo Auxílio Gás.

Também avançou a implementação da Lei do Combustível do Futuro (14.993/24), com a entrada em vigor das novas misturas obrigatórias E30 (30% de etanol misturado à gasolina) e B15 (15% de biodiesel misturado ao diesel), que representam um salto tecnológico e ambiental na matriz de transportes brasileira. Os testes conduzidos em 2025 comprovaram a viabilidade técnica das misturas, reforçando a segurança veicular e os benefícios ambientais. O Brasil tornou-se o único país do mundo a adotar E30 em escala nacional, fortalecendo cadeias produtivas essenciais do etanol e do biodiesel e reduzindo a dependência de combustíveis fósseis importados.

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Transição energética

A política energética brasileira ganhou reconhecimento global em 2025. A Revisão da Política Energética do Brasil, publicada pela Agência Internacional de Energia (AIE) durante a COP30, em Belém (PA), consolidou o país como líder mundial da transição energética. O estudo destacou a matriz majoritariamente renovável, a ampliação dos biocombustíveis, o planejamento consistente e os modernos marcos regulatórios elaborados pelo MME.

O ano marcou ainda o avanço do Marco Legal do Hidrogênio de Baixa Emissão de Carbono, que estabeleceu instrumentos de governança, financiamento e certificação para a nova economia do hidrogênio no país – um setor que já soma mais de R$ 290 bilhões em projetos anunciados em 18 estados.

Outro passo decisivo foi a regulamentação das Eólicas Offshore, criando bases para uma nova fronteira de geração renovável com potencial de mais de 516 mil empregos até 2050, forte impacto tecnológico e desenvolvimento regional. Em paralelo, o Programa Energias da Amazônia fortaleceu o suprimento em sistemas isolados com o Leilão nº 1/2025, trazendo soluções inovadoras com renováveis e baterias para comunidades remotas no Pará e no Amazonas.

Energia elétrica

Na energia elétrica, o MME consolidou políticas de inclusão com impacto direto na redução das desigualdades. Lançado em julho, o Luz do Povo tornou-se rapidamente uma das principais iniciativas de enfrentamento à pobreza energética, ao oferecer alívio direto na conta de luz de famílias em situação de vulnerabilidade e ampliar o acesso à energia em todas as regiões do país. Criado pela Medida Provisória nº 1.300 e posteriormente transformado na Lei nº 15.235, o programa substitui a antiga Tarifa Social de Energia Elétrica (TSEE) e garante consumo gratuito de até 80 kWh por mês para famílias do Cadastro Único com renda per capita de até meio salário-mínimo. O benefício também atende idosos e pessoas com deficiência contemplados pelo Benefício de Prestação Continuada (BPC), além de alcançar famílias indígenas e quilombolas.

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O tradicional Luz para Todos ampliou sua presença em regiões rurais, remotas e isoladas, especialmente na Amazônia Legal, combinando redes convencionais com sistemas fotovoltaicos com armazenamento. Apenas no Pará, mais de 500 mil famílias foram beneficiadas ao longo de 2025. O programa reafirma sua relevância histórica ao garantir acesso contínuo à energia limpa e segura, com forte impacto no desenvolvimento regional.

Mineração

O setor mineral teve um avanço inédito neste ano com a instalação do Conselho Nacional de Política Mineral (CNPM), marco institucional que moderniza a governança e o planejamento estratégico do setor. A primeira reunião ordinária, realizada em outubro e presidida pelo ministro Alexandre Silveira, contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e consolidou resoluções, grupos de trabalho e diretrizes que orientarão o futuro da mineração no país. A medida reforça a gestão integrada, fortalece a articulação federativa e alinha o setor às metas de sustentabilidade e desenvolvimento econômico.

Com entregas simultâneas em inclusão social, segurança energética, inovação tecnológica e sustentabilidade, 2025 reforça o compromisso do MME com uma política energética que coloca o Brasil na vanguarda global e, ao mesmo tempo, responde às necessidades concretas da população. O MME segue avançando para garantir que a energia continue sendo instrumento de justiça social, desenvolvimento regional e crescimento econômico – construindo, com responsabilidade e visão estratégica, o futuro energético do país.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 | Email: [email protected]


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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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MJSP cria grupo de trabalho para regulamentar banco nacional de dados sobre facções criminosas, milícias e grupos paramilitares

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Brasília, 5/6/26 – O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) iniciou a construção da regulamentação do Banco Nacional de Dados de Organizações Criminosas Ultraviolentas, Grupos Paramilitares ou Milícias Privadas. Para isso, foi instituído um Grupo de Trabalho Técnico (GTT), responsável por elaborar a proposta normativa que definirá as regras de funcionamento, governança, compartilhamento de informações, interoperabilidade e segurança do sistema.

Previsto no artigo 29 da Lei nº 15.358, de 24 de março de 2026, o Banco Nacional será uma ferramenta estratégica de integração de dados e produção de inteligência no âmbito do Sistema Único de Segurança Pública (Susp), destinada ao fortalecimento das ações de prevenção, monitoramento, investigação e repressão qualificada ao crime organizado.

A proposta em elaboração prevê a criação de uma base nacional unificada com informações sobre integrantes, colaboradores, financiadores e pessoas vinculadas a organizações criminosas ultraviolentas, milícias privadas e grupos paramilitares, além de registros sobre estruturas organizacionais, vínculos operacionais, financeiros e territoriais, dados de inteligência, investigações criminais e articulações interestaduais e transnacionais dessas organizações.

O sistema será coordenado pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), por meio da Diretoria de Gestão e Integração de Informações (DGI), e deverá funcionar de forma integrada aos bancos estaduais que serão implementados pelas unidades da Federação. A proposta também prevê mecanismos de interoperabilidade, auditoria permanente, rastreabilidade dos acessos e elevados padrões de segurança da informação e proteção de dados.

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Segundo o secretário nacional de Segurança Pública, Chico Lucas, a iniciativa representa um avanço estrutural na capacidade do Estado brasileiro de enfrentar organizações criminosas que atuam de forma articulada em diferentes regiões do país. “O crime organizado não respeita divisas estaduais. Por isso, precisamos de ferramentas capazes de integrar informações, identificar conexões e permitir uma atuação coordenada entre as forças de segurança. O Banco Nacional nasce com esse propósito: transformar dados em inteligência, fortalecer as investigações e ampliar a capacidade do Estado de enfrentar facções criminosas, milícias e grupos armados que ameaçam a população brasileira”, afirmou.

O grupo de trabalho reunirá representantes da Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen), Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), Conselho Nacional de Secretários de Segurança Pública (Consesp), Conselho Nacional dos Chefes de Polícia Civil (Concpc) e Conselho Nacional dos Comandantes-Gerais das Polícias Militares (CNCG).

Também deverão ser convidados representantes do Grupo Nacional de Combate às Organizações Criminosas (GNCOC), Conselho Nacional dos Procuradores-Gerais (CNPG), Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), Banco Central, Receita Federal, Ministério Público Federal, além de pesquisadores e instituições de referência na área da segurança pública, como o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, o Núcleo de Estudos da Violência da USP (NEV-USP), o Instituto Sou da Paz e o Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (CESeC).

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Além de apoiar investigações e ações de inteligência, o banco permitirá identificar vínculos operacionais, financeiros e associativos entre indivíduos e organizações criminosas, fortalecer a cooperação entre os entes federativos, subsidiar a formulação de políticas públicas baseadas em evidências e ampliar a integração entre os sistemas de segurança pública de todo o país.

A regulamentação também deverá estabelecer critérios objetivos para inclusão, atualização e exclusão de registros, protocolos de compartilhamento nacional e internacional de informações, mecanismos de auditoria e responsabilização, além da utilização de tecnologias avançadas para correlação de dados, análise de vínculos e apoio à atividade de inteligência.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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