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Capacitação interministerial fortalece gestão de convênios da segurança pública, que somam mais de R$ 4 bilhões

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Brasília, 03/02/2026 – O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), em parceria com o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), iniciou, na segunda-feira (2), a I Jornada Técnica TransfereGov 2026. A iniciativa tem como foco a qualificação técnica e o nivelamento de conhecimentos sobre transferências voluntárias da União, com ênfase na celebração, execução e prestação de contas de convênios, contratos de repasse e termos de compromisso voltados à segurança pública.

A Jornada ocorre até sexta-feira (6) e reúne cerca de 70 profissionais da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), que atuam na gestão administrativa e financeira desses instrumentos. A proposta é ampliar a integração entre as equipes técnicas dos dois ministérios, alinhando procedimentos, rotinas e entendimentos para tornar as ações mais eficientes, transparentes e seguras.

Atualmente, a Senasp administra uma carteira superior a R$ 4 bilhões em convênios, contratos de repasse e termos de compromisso, o que evidencia a complexidade e a relevância da gestão das transferências voluntárias na área da segurança pública. A Secretaria também atua em instâncias estratégicas de governança, como o Sistema de Gestão de Parcerias da União (SigPar), contribuindo para o aprimoramento contínuo da política nacional de repasses federais.

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Para a diretora do Fundo Nacional de Segurança Pública, Camila Pintarelli, o fortalecimento da capacidade técnica dos servidores é essencial para assegurar eficiência e segurança jurídica na execução desses instrumentos.

Segundo ela, a iniciativa reafirma a parceria entre o MJSP e o MGI na gestão administrativa e permite avanços técnicos em uma área historicamente complexa, como os convênios. O objetivo é fortalecer a segurança pública nos estados, no Distrito Federal e nos municípios, com maior efetividade na aplicação dos recursos públicos.

A programação inclui módulos teóricos e práticos sobre o uso da plataforma TransfereGov, sistema oficial do Governo Federal para a operacionalização das transferências voluntárias. Os participantes recebem orientações sobre a estrutura da plataforma, suas funcionalidades, fluxos operacionais, boas práticas de navegação e conteúdos relacionados ao planejamento e à elaboração de programas de convênios.

Também são abordados os atos preparatórios necessários à formalização das parcerias, como o desenvolvimento de propostas, a elaboração de planos de trabalho, a análise técnica e a emissão de pareceres. Essas etapas são fundamentais para qualificar os projetos apresentados pelos entes federativos e reduzir inconsistências que possam comprometer a execução dos recursos.

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Na sequência, a Jornada trata da execução dos instrumentos, incluindo gestão financeira, acompanhamento de cronogramas, ajustes contratuais e mecanismos de fiscalização da execução física e financeira, com ênfase no papel do gestor público no acompanhamento contínuo das parcerias.

Aprimoramento da governança

Na etapa final da capacitação, os participantes recebem orientações sobre a prestação de contas, com destaque para os procedimentos exigidos, a documentação necessária, a elaboração de relatórios e as responsabilidades dos gestores. O conteúdo aborda ainda boas práticas para o correto registro e envio das informações pela plataforma TransfereGov, contribuindo para maior transparência e conformidade dos processos.

A realização da I Jornada Técnica TransfereGov 2026 reforça o compromisso institucional do MJSP com o fortalecimento da governança, a qualificação permanente dos servidores e o aprimoramento da gestão dos recursos federais destinados à segurança pública em todo o País. A expectativa é ampliar a padronização de procedimentos, reduzir entraves administrativos e fortalecer a capacidade de execução dos investimentos realizados nos estados, no Distrito Federal e nos municípios.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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MTE participa da liberação de crédito ao programa CAIXA Hospitais

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O secretário-executivo do MTE, Francisco Macena, em evento nesta quarta-feira (03) no auditório da Caixa em Brasília com presença do vice-presidente Geraldo Alckmin; o presidente da Caixa, Carlos Vieira; o secretário de atenção especializada à Saúde, Mozart Sales; além de representantes de empresas da área filantrópica de Saúde do país participou da cerimônia de assinatura de contratos do programa CAIXA Hospitais / FGTS-Saúde.

O CAIXA Hospitais é uma linha de crédito destinada às entidades sem fins lucrativos, inclusive as certificadas como entidades beneficentes de assistência social (CEBAS), e às empresas privadas não filantrópicas, conveniadas com o Sistema Único de Saúde (SUS. Os recursos da linha devem ser aplicados de forma complementar ao Sistema Único de Saúde (SUS), com ênfase na reestruturação financeira e em investimentos.

A resolução do FGTS que estabeleceu as diretrizes gerais do Programa FGTS-Saúde foi publicada pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS) em março desse ano, destinando 8,5 bilhões de recursos do Fundo para hospitais filantrópicos e entidades sem fins lucrativos vinculadas ao Sistema Único de Saúde (SUS), no âmbito do Programa Agora Tem Especialista.

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Previsto dentro do PAC Saúde, o FGTS Saúde prevê a destinação dos recursos em crédito às entidades sem fins lucrativos, com juros de até 8,66% e taxa de risco de crédito de até 3,00% ao ano, conforme a Medida Provisória (MP) nº 1.336, de 6 de fevereiro de 2026. A linha foi criada com o objetivo de oferecer condições especiais para que as instituições de saúde possam renegociar dívidas e melhorar sua gestão financeira. Segundo o agente financeiro Caixa, o crédito vai servir a estruturação de dívidas e investimentos das Santas Casas, já tendo sido executados pelo Programa cerca de R$ 2,2 bilhões, sendo R$ 1,5 bilhão já contratados e outros R$ 715 milhões em fase final de contratação.

Na cerimônia de hoje foram assinados contratos com a Fundação José Silveira na Bahia (R$110 milhões), Sociedade Portuguesa de Beneficência de Campos, no Rio (R$ 27,6 milhões), Associação de Combate ao Câncer de Goiás (15 milhões), Sistemas de Saúde Vila Nova, no Rio Grande do Sul (R$ 45 milhões), Fundo Assistencial da Paraíba (R$ 12 milhões), Instituto do Câncer de Londrina, no Paraná (R$ 53 milhões) e Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (R$ 300 milhões) A medida, segundo o Ministério da Saúde, busca reduzir filas, evitar o agravamento de doenças e diminuir afastamentos do trabalho, além de fortalecer a sustentabilidade financeira do setor hospitalar, intensivo em mão de obra, além de contribuir para a preservação de empregos e renda dos trabalhadores.

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Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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