Política Nacional

CE aprova nome de ex-jogador e político Juary Moraes para trecho de rodovia

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A Comissão de Educação (CE) aprovou nesta terça-feira (16) um projeto que dá o nome de Juary Miranda de Moraes a um trecho da rodovia BR-364 no município de Rondonópolis (MT). A matéria segue para a Câmara dos Deputados, se não houver recurso para votação em Plenário.

Juary Moraes foi jogador de futebol, empresário, advogado e político. Faleceu aos 64 anos em 2021, em decorrência da covid 19.

O PL 884/2021, do senador Wellington Fagundes (PL-MT), nomeia como Travessia Urbana Juary Miranda de Moraes o trecho da BR-364 entre os quilômetros 197,9 e 201. A proposição recebeu relatório favorável do senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS).

Biografia

Juary Moraes nasceu em Poxoréu (MT), em 1956. Teve o primeiro reconhecimento público como jogador de futebol do União de Rondonópolis. Foi vice-artilheiro no campeonato estadual de 1980, com 12 gols. Depois de largar o futebol, foi proprietário de um posto de combustíveis e advogado. Eleito vereador por três mandatos, presidiu a Câmara Municipal de Rondonópolis.

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Política Nacional

Comissão debate importância de dados oficiais sobre a população LGBTQIA+; participe

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A Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial da Câmara dos Deputados debate, nesta quinta-feira (2), dados sobre a chamada Protocolação do Orgulho LGBTQIA+. O debate será interativo e ocorrerá às 16h no plenário 9.

A audiência atende pedido da deputada Erika Kokay (PT-DF). Segundo a parlamentar, o objetivo é debater a importância da produção e sistematização de dados oficiais sobre a população LGBTQIA+, considerando marcadores como raça, classe, território, orientação sexual e identidade de gênero, de forma a garantir maior efetividade às ações de promoção e proteção de direitos humanos.

A deputada acrescenta que o debate também busca assegurar que a coleta e a utilização dessas informações ocorram em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), conciliando transparência, proteção de dados sensíveis e controle social.

“A ausência de dados oficiais e sistematizados sobre a população LGBTQIA+ contribui para a invisibilidade das violências e desigualdades enfrentadas por essa população, dificultando a elaboração de políticas públicas eficazes e baseadas em evidências”, afirma.

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Da Redação – RS

Fonte: Câmara dos Deputados

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