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Chuvas intensas no Centro-Norte e irregularidade no Sul impactam colheitas e plantios, aponta relatório do Itaú BBA

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Condições climáticas contrastantes entre regiões

O Itaú BBA, por meio de seu relatório Agro Mensal, divulgou uma ampla análise sobre as condições climáticas que marcaram o fim de janeiro e o início de fevereiro. O levantamento mostra que, enquanto o Centro-Norte do Brasil enfrentou chuvas intensas e frequentes, o Sul do país e partes da Argentina registraram irregularidade nas precipitações, afetando o andamento da colheita e do plantio de diversas culturas.

As fortes chuvas no Centro-Norte mantiveram o solo com boa umidade, porém trouxeram dificuldades operacionais, atrasando colheitas e o início do plantio de milho 2ª safra em estados como Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais e nas regiões do MATOPIBA (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia).

Sul do país enfrenta estiagem e irregularidade de chuvas

No Rio Grande do Sul, o cenário seguiu desafiador. A irregularidade das chuvas predominou, com estiagens em grande parte do estado, especialmente nas áreas do oeste. Somente o leste apresentou volumes mais significativos, o que garantiu algum suporte às lavouras.

Na Argentina, a falta de chuvas também prejudicou o desenvolvimento de parte das lavouras, embora episódios recentes de precipitação tenham trazido alívio parcial, evitando maiores perdas.

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Colheita de soja e plantio do milho 2ª safra sofrem atrasos

Segundo o relatório, o ritmo da colheita de soja estava em torno de 17% no início de fevereiro. O avanço era mais expressivo no Mato Grosso, enquanto estados como Paraná, Minas Gerais e Bahia apresentavam atraso devido ao excesso de chuvas.

A mesma condição impactou o plantio do milho 2ª safra, reduzindo a janela ideal de plantio. A expectativa inicial de ganho de tempo com o adiantamento da semeadura da soja acabou comprometida pela instabilidade climática.

Apesar das dificuldades, a boa umidade do solo ajudou na manutenção do desenvolvimento das lavouras já plantadas, especialmente nas regiões menos afetadas pelas precipitações excessivas.

Perspectivas para fevereiro: umidade no Centro-Norte e melhora no Sul

As projeções indicam que o corredor de umidade continuará ativo no Centro-Norte durante fevereiro, garantindo boas condições hídricas para o avanço das lavouras. No entanto, colheita e plantio deverão seguir limitados a períodos curtos de tempo firme, entre as pancadas de chuva.

No Sul, a irregularidade climática deve persistir no início do mês, com o Rio Grande do Sul alternando baixos volumes no oeste e acumulados mais expressivos no leste. Modelos climáticos apontam, contudo, para o retorno de chuvas mais regulares a partir de 15 de fevereiro, o que pode reduzir o estresse hídrico e minimizar perdas em áreas mais castigadas pela estiagem.

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Recuperação gradual na Argentina

Na Argentina, o início de fevereiro traz perspectiva de melhora na umidade do solo. As recentes precipitações contribuíram para frear a deterioração das lavouras e melhorar o desempenho nas regiões mais afetadas.

A área de Buenos Aires, em particular, já apresenta sinais de recuperação em relação ao cenário crítico observado em janeiro, impulsionando expectativas mais positivas para o restante da safra.

Safra de café em Minas Gerais segue favorecida

No cinturão cafeeiro de Minas Gerais, fevereiro começou com o solo bem abastecido e condições favoráveis ao enchimento dos grãos. As chuvas acumuladas desde janeiro mantêm o bom estado vegetativo das lavouras, garantindo disponibilidade hídrica adequada e sustentando o potencial produtivo da safra.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Mapa promove produtos do agro brasileiro na Seoul Food & Hotel 2026

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O Brasil participou da Seoul Food & Hotel 2026 com 16 empresas no Pavilhão Brasil, em uma ação voltada à promoção de alimentos e ingredientes brasileiros no mercado asiático.

Realizado entre os dias 9 e 12 de junho, no centro de exposições KINTEX, em Goyang, na região metropolitana de Seul, o evento reuniu compradores, importadores, distribuidores e representantes da indústria de alimentos e bebidas de diversos países.

A participação brasileira foi coordenada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), em parceria com o Ministério das Relações Exteriores (MRE), com atuação do adido agrícola em Seul, Tiago Charão. A programação também contou com a presença do subsecretário de Planejamento, Orçamento e Administração do Mapa, Fernando Soares Pinto, e do subsecretário de Tecnologia da Informação, Camilo Mussi.

No Pavilhão Brasil, as empresas apresentaram produtos com potencial de expansão no mercado internacional, entre eles carne de frango, café, açaí, mel, própolis, óleos essenciais, amendoim e outros alimentos e ingredientes representativos da diversidade e da competitividade do agro brasileiro.

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Considerada uma das principais feiras internacionais de alimentos e bebidas da Ásia, a Seoul Food & Hotel funciona como plataforma estratégica para a aproximação entre fornecedores, distribuidores, importadores e redes varejistas da região, além de contribuir para a prospecção de novos negócios e parcerias comerciais.

A participação brasileira integra a estratégia de promoção comercial do Mapa para ampliar a presença dos produtos agropecuários nacionais nos mercados internacionais, diversificar destinos de exportação e fortalecer a imagem do Brasil como fornecedor confiável de alimentos, bebidas e ingredientes de qualidade.

Informações à imprensa
[email protected]

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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