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CNH do Brasil: saiba como solicitar a primeira habilitação pelo aplicativo oficial e evite canais não autorizados

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O cidadão que vai iniciar o processo para obter a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) deve acessar exclusivamente canais oficiais, como os portais do Governo do Brasil e o aplicativo CNH do Brasil, operacionalizado pelo Ministério dos Transportes. Por esses canais é feita a abertura da primeira habilitação e qualquer outro serviço relacionado ao documento.

O Ministério dos Transportes não oferece serviços por SMS, e-mail, redes sociais ou telefone. Antes de informar qualquer dado pessoal, confirme se o site ou aplicativo é oficial. O cadastro e o acesso à plataforma são gratuitos. Quando há cobrança, ela se refere exclusivamente às taxas administrativas, como exames e emissão da carteira física, que devem ser solicitadas junto aos Departamentos Estaduais de Trânsito (Detrans).

Processo digital

O procedimento começa com o download do aplicativo CNH do Brasil, disponível gratuitamente nas lojas de dispositivos móveis, ou pelo site do Ministério dos Transportes, utilizando a conta gov.br.

Na área “Condutor”, o sistema identifica automaticamente quem ainda não possui habilitação e apresenta a opção “Requerimento da Primeira Habilitação”. Os dados são importados da conta gov.br, o que garante agilidade no preenchimento.

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O candidato pode optar por estudar gratuitamente pela plataforma digital, frequentar uma autoescola ou combinar as duas modalidades. Para as aulas práticas, é possível escolher entre autoescola ou instrutor autorizado pelo Detran.

Durante todo o processo, o aplicativo permite acompanhar, em tempo real, cada etapa para obter a CNH: curso teórico; coleta biométrica; exames médico e psicológico; exame teórico; curso prático; exame prático; e emissão da Permissão para Dirigir (PPD).

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Transparência

Além da abertura do processo, a Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran) disponibiliza uma ferramenta que permite validar a autenticidade da CNH. O serviço pode ser acessado por meio do portal de serviços.

A funcionalidade permite verificar se o documento é oficial e está regular, o que fortalece a transparência e a segurança para o uso da habilitação.

O Ministério dos Transportes também atua em parceria com os Detrans estaduais, com integração de sistemas e uso de tecnologias como biometria para identificação dos candidatos, o que garante confiabilidade em todas as etapas.

CNH do Brasil em expansão

Em vigor desde dezembro de 2025, o novo modelo para obter a primeira CNH já soma mais de 4 milhões de processos iniciados. Ao todo, 18.700 habilitações foram emitidas pelo aplicativo, e mais de 1 milhão de candidatos concluíram o curso teórico gratuito no formato digital.

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Assessoria Especial de Comunicação
Ministério dos Transportes

Fonte: Ministério dos Transportes

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MJSP apoia operação contra grupo interestadual especializado em fraudes eletrônicas

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Manaus, 26/5/2026 – A Polícia Civil do Estado do Amazonas (PCAM) deflagrou a Operação Cripsis para desarticular associação criminosa especializada em fraudes eletrônicas interestaduais. A ofensiva contou com o suporte do Laboratório de Operações Cibernéticas (Ciberlab), do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), e com apoio operacional da Polícia Civil do Estado de Pernambuco (PCPE).

Foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão e dois de prisão temporária no Amazonas (AM). Em Pernambuco (PE), a operação resultou no cumprimento simultâneo de cinco mandados de busca em três municípios: Abreu e Lima, Caruaru e Paudalho, além de um mandado de prisão em Igarassu.

Durante as buscas, as equipes apreenderam computadores, aparelhos celulares utilizados nos golpes, cartões bancários e documentos que serão submetidos à perícia técnica para rastrear o fluxo financeiro e identificar novas vítimas.

Golpes com falsa identidade

As investigações foram iniciadas após denúncias de um profissional de notoriedade nacional na área de segurança digital. Os criminosos utilizavam fotografias e o nome empresarial da vítima para conferir credibilidade à fraude.

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O esquema funcionava de forma estruturada nas redes sociais e em aplicativos de mensagens.

* Serviço falso: passando-se pelo especialista, os golpistas ofereciam falsos serviços de recuperação de contas e perfis de redes sociais invadidos.
* Vantagem ilícita: as vítimas eram induzidas ao erro e realizavam pagamentos via Pix.
* Ocultação: para dificultar o rastreamento policial, a quadrilha utilizava e-mails temporários, linhas telefônicas registradas em diferentes estados e contas bancárias de “laranjas”.

O cruzamento de dados, com auxílio do Ciberlab, permitiu à equipe de investigação individualizar e localizar os suspeitos.

“A Operação Cripsis demonstra que o anonimato pretendido pelos criminosos na internet é uma ilusão. Ao tentarem se esconder atrás da reputação e do nome de um renomado especialista em segurança digital, os investigados acreditavam que conseguiriam blindar suas reais identidades de forma impune. Nosso foco agora é a análise do material apreendido, visando identificar o total de pessoas lesadas”, afirmou a delegada da Polícia Civil do Amazonas Débora Barreiros.

Crimes

Os investigados responderão pelos crimes de estelionato eletrônico (Art. 171, § 2º-A do Código Penal), falsa identidade (Art. 307 do Código Penal), invasão de dispositivo informático (Art. 154-A do Código Penal) e associação criminosa (Art. 288 do Código Penal). Somadas, as penas podem ultrapassar 13 anos de prisão, além de multa.

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Operação Cripsis

Na biologia, cripsis é a capacidade de um organismo evitar ser detectado por outros seres, por meio de mecanismos que vão além da camuflagem visual, incluindo recursos olfativos e auditivos. O nome da operação faz referência à atuação das polícias civis na desarticulação de um grupo criminoso que utilizava e-mails falsos, IPs mascarados e identidades clonadas para aplicar golpes.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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