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Coamo inaugura duas novas unidades de recebimento de grãos no Mato Grosso do Sul

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Coamo fortalece presença no Mato Grosso do Sul com novas unidades

A Coamo deu mais um passo importante na expansão de suas operações no Mato Grosso do Sul. Na segunda-feira (02/02), a cooperativa iniciou as atividades de duas novas unidades de recebimento de grãos: uma localizada no distrito de Itahum, em Dourados, e outra no município de Amambai.

O investimento total ultrapassa R$ 191 milhões, reforçando o compromisso da cooperativa com o desenvolvimento regional, a modernização da infraestrutura e o atendimento próximo aos cooperados.

Compromisso com o desenvolvimento e eficiência no campo

O presidente executivo da Coamo, Airton Galinari, destacou que a cooperativa segue com foco em investimentos estruturais e logísticos para oferecer mais eficiência e segurança aos produtores.

“As inaugurações de Itahum e Amambai II reforçam a nossa missão de oferecer um atendimento próximo, estruturas modernas e soluções que proporcionem mais eficiência e segurança aos produtores. Esses investimentos representam o compromisso da cooperativa com o futuro da produção agrícola do Mato Grosso do Sul”, afirmou Galinari.

Unidade de Itahum: estrutura moderna e aguardada pelos produtores

Localizada a cerca de 60 km de Dourados, a unidade de Itahum era esperada há anos pelos cooperados da região. A obra foi acompanhada de perto pelos produtores e agora entrega uma estrutura completa, com moegas, tombadores bitrem, balança rodoviária automatizada de 30 metros, secador de 200 t/h, depósito de cavaco e sistemas modernos de limpeza e transporte de grãos.

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O complexo conta ainda com três silos pulmão e quatro silos de armazenagem, totalizando 43.600 toneladas de capacidade estática.

O cooperado João Azambuja, responsável pela primeira entrega de soja, comemorou a inauguração:

“Essa estrutura facilita o nosso dia a dia e mostra o comprometimento da Coamo com o cooperado. É uma conquista para toda a região.”

Amambai II amplia capacidade e moderniza atendimento

Na mesma semana, entrou em operação o novo posto de recebimento de grãos de Amambai, batizado de Amambai II. A unidade reforça a presença da cooperativa no município, onde atua há mais de duas décadas, e foi projetada para elevar a capacidade de atendimento e o nível tecnológico.

Assim como em Itahum, a nova estrutura possui moegas, tombadores, balança rodoviária de 30 metros, secador de 200 t/h, filtros de mangas e silos com capacidade total de 43.600 toneladas.

O cooperado Edson Zanin foi o primeiro a entregar grãos na unidade e destacou a relevância do investimento:

“A nova unidade de Amambai chega em ótima hora. É uma estrutura moderna, que traz agilidade ao escoamento e fortalece a produção regional.”

Investimento estratégico e foco na expansão sustentável

Com as inaugurações de Itahum e Amambai II, a Coamo reafirma sua estratégia de expansão no Estado, priorizando infraestrutura de ponta, eficiência logística e atendimento descentralizado.

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Essas ações reforçam o papel da cooperativa como agente de desenvolvimento regional, impulsionando a competitividade e o crescimento do agronegócio sul-mato-grossense.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Nova tecnologia reduz ruído e emissões em embarcações de pesca brasileiras

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Uma nova tecnologia está sendo testada em embarcações de pesca para reduzir ruídos e emissões durante as operações. A iniciativa é desenvolvida pelo Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) em parceria com a Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e busca contribuir para a transição energética da atividade pesqueira nas regiões Sul e Sudeste do país. Em Torres (RS), representantes das instituições acompanharam uma das etapas do projeto, que prevê a adoção de tecnologias de energia limpa em embarcações utilizadas na pesca de emalhe e de arrasto.

A iniciativa utiliza motores de guincho movidos a energia elétrica e busca avaliar, na prática, os benefícios da tecnologia para os pescadores, entre eles a redução de emissões e do nível de ruído durante as operações. O projeto também considera as características das embarcações e a realidade socioeconômica das comunidades pesqueiras, com o objetivo de desenvolver soluções que possam ser incorporadas ao cotidiano dos trabalhadores.

Durante a atividade na cidade gaúcha, foram apresentados os principais resultados alcançados e as perspectivas para as próximas etapas. Um dos avanços foi a instalação de um novo equipamento na embarcação do pescador Benjamin Alves, que participou dos testes da tecnologia.

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Para o professor Federico Sucunza, um dos coordenadores do projeto, a experiência demonstra a importância da integração entre o conhecimento científico e os saberes dos pescadores para o desenvolvimento de tecnologias que atendam às necessidades reais da pesca artesanal. “Foi um desafio muito grande conseguir trazer essa tecnologia e instalar nas embarcações de pesca artesanal. Os benefícios são muitos, como a redução do ruído e das emissões, além de todo o impacto positivo que isso pode ter para o pescador”, destacou.

Segundo Federico, a participação dos pescadores no desenvolvimento e na avaliação da tecnologia foi fundamental para aprimorar a solução. “É o conhecimento do pescador que vai garantir que essa tecnologia desenvolvida na universidade seja aplicada durante o trabalho”, afirmou. O professor também ressaltou a importância da parceria entre universidade, comunidades pesqueiras e poder público. “Essa colaboração entre universidade, pesca e comunidade, junto com o apoio do Ministério da Pesca, foi fundamental”, disse.

A instalação do novo motor representa ainda um avanço na busca por melhores condições de trabalho a bordo. Entre os benefícios observados está a redução do ruído durante a operação, um aspecto destacado pelo pescador Benjamin, primeiro profissional a receber o equipamento no âmbito do projeto. Além da redução de ruídos e emissões, a iniciativa busca avaliar a viabilidade da tecnologia e sua adaptação às diferentes condições da pesca. A experiência realizada em Torres poderá contribuir para o aprimoramento dos equipamentos e para futuras ações de transição energética no setor.

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A ação está alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e aos compromissos assumidos pelo Brasil relacionados às mudanças climáticas. A parceria entre o MPA e a UFJF busca contribuir para o desenvolvimento de soluções tecnológicas que promovam uma atividade pesqueira mais sustentável, reduzindo emissões e impactos ambientais sem desconsiderar as condições de trabalho e a realidade das comunidades que dependem da pesca.

ASCOM
Ministério da Pesca e Aquicultura
[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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