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Coamo investe R$ 19 milhões e amplia estrutura de armazenagem em Brasilândia do Sul (PR)

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A Coamo inaugurou no dia 18 de novembro novas estruturas no entreposto de Brasilândia do Sul, no Noroeste do Paraná, com o objetivo de aumentar a capacidade de armazenagem e agilizar o recebimento da produção agrícola. O evento reuniu cooperados, diretores, colaboradores e autoridades locais, marcando mais um passo no plano de expansão da cooperativa.

Com investimento total de R$ 19 milhões, a unidade recebeu dois novos silos de 10 mil toneladas cada, um tombador para bitrem, além de pátios para gesso e fertilizantes e um sistema de automação do fluxo de recebimento, que deve otimizar as operações diárias.

Aumento da capacidade reflete evolução constante da unidade

Segundo o gerente da unidade, Anselmo Gonçalves de Almeida, as melhorias fazem parte de um processo contínuo iniciado em 2009, quando a Coamo chegou ao município.

Na época, a estrutura tinha capacidade de apenas 8 mil toneladas, número que hoje alcança 72 mil toneladas de capacidade estática.

“Esse crescimento reflete a preocupação da cooperativa em oferecer as melhores soluções ao quadro social da região”, destacou Almeida.

Coamo impulsiona o desenvolvimento econômico de Brasilândia do Sul

O prefeito e produtor rural Alex Cavalcante ressaltou que a presença da Coamo tem papel decisivo no desenvolvimento econômico local, sendo uma das principais empregadoras do município.

“Tirando a prefeitura, é a empresa que mais gera empregos em Brasilândia do Sul. A Coamo não só fortalece o setor agrícola, mas também movimenta toda a economia local”, afirmou o prefeito.

“Quando o produtor tem suporte técnico e estrutura adequada, ele responde com produtividade”, completou.

Obras atendem à demanda crescente dos cooperados

Para os produtores associados, as novas instalações representam agilidade e eficiência no processo de entrega da safra. O cooperado Edson Faquineti destacou que a expansão acompanha o avanço tecnológico no campo e o apoio técnico da cooperativa.

“Essas melhorias vêm em boa hora. As produções estão crescendo e a Coamo tem incentivado e apoiado o agricultor em todas as etapas”, comemorou Faquineti.

Investimentos responsáveis e voltados ao cooperado

O diretor de Logística e Operações da Coamo, Edenilson Carlos de Oliveira, ressaltou que os resultados financeiros da cooperativa são revertidos em benefícios diretos aos cooperados, seja em forma de serviços ou infraestrutura.

“Todo o resultado é voltado para o cooperado. Ele faz sua parte com excelência dentro da porteira, e a Coamo o acompanha com responsabilidade e solidez. Nesses 55 anos, mantivemos o compromisso de investir sempre com segurança financeira”, destacou Oliveira.

Compromisso com o crescimento sustentável e regional

Encerrando o evento, o presidente executivo da Coamo, Airton Galinari, enfatizou que a expansão da estrutura reforça o compromisso da cooperativa com o crescimento sustentável dos seus associados.

“Essa é uma obra importante, pois o cooperado precisa ser atendido à altura de seu crescimento e dedicação. São 16 anos de presença da Coamo em Brasilândia do Sul e 16 anos de investimentos contínuos. E esse trabalho vai continuar”, afirmou Galinari.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fonte: Portal do Agronegócio

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Soja brasileira caminha para safra recorde de 182 milhões de toneladas e reforça liderança global em 2026

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A soja brasileira segue consolidando sua posição como principal protagonista do agronegócio mundial. De acordo com o relatório AgroInfo Junho 2026, divulgado pelo Rabobank, o Brasil deverá colher uma safra histórica de 182 milhões de toneladas na temporada 2025/26, volume que representa um acréscimo de 10 milhões de toneladas em comparação ao ciclo anterior.

O resultado reflete a combinação entre expansão moderada da área cultivada e condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento das lavouras, fortalecendo ainda mais a competitividade do país no mercado internacional.

Produção recorde fortalece oferta brasileira

Segundo a análise do RaboResearch Food & Agribusiness, o desempenho da safra brasileira confirma o elevado potencial produtivo do setor, mesmo em um ambiente global marcado por incertezas geopolíticas e oscilações nos preços das commodities.

Além do crescimento da produção, a demanda pela oleaginosa continua apresentando sinais robustos, sustentando perspectivas positivas para toda a cadeia produtiva.

Exportações seguem em ritmo acelerado

As exportações brasileiras de soja mantêm forte desempenho em 2026. Dados compilados pelo Rabobank mostram que os embarques entre janeiro e maio registraram crescimento de 8% em relação ao mesmo período do ano passado.

A expectativa é que o Brasil exporte aproximadamente 113 milhões de toneladas ao longo do ano, estabelecendo um novo recorde e ampliando em cerca de 5 milhões de toneladas o volume embarcado em comparação a 2025.

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Mesmo diante da valorização do real frente ao dólar e do aumento dos custos logísticos internos, a soja brasileira continua altamente competitiva no mercado global, especialmente em relação aos principais concorrentes internacionais.

Mercado internacional influencia preços

Durante o primeiro semestre de 2026, os preços da soja foram fortemente impactados pelo cenário geopolítico internacional.

A expectativa de exportações expressivas dos Estados Unidos para a China ajudou a sustentar as cotações na Bolsa de Chicago (CBOT), enquanto o conflito envolvendo Estados Unidos e Irã impulsionou os preços do petróleo e dos óleos vegetais, incluindo o óleo de soja.

Esse movimento levou os contratos da oleaginosa a alcançarem níveis próximos de US$ 12,20 por bushel em março. Entretanto, a valorização observada em Chicago não se refletiu integralmente nos preços recebidos pelos produtores brasileiros.

A combinação entre prêmios mais baixos nos portos e a valorização do real limitou os ganhos no mercado interno, mantendo as cotações em reais relativamente estáveis ao longo do período.

Esmagamento cresce com margens mais atrativas

Outro destaque do relatório é o fortalecimento da indústria de processamento.

Mesmo com o adiamento do aumento da mistura obrigatória de biodiesel ao diesel, as margens de esmagamento foram beneficiadas pela valorização do óleo de soja.

No primeiro trimestre de 2026, o volume processado atingiu 14,3 milhões de toneladas, crescimento de 10% em relação ao mesmo período de 2025.

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A tendência é que a demanda por derivados continue sustentando o avanço do esmagamento ao longo do ano.

Clima nos Estados Unidos e El Niño entram no radar

Nas últimas semanas, os fundamentos de mercado voltaram a assumir protagonismo na formação dos preços globais.

O avanço do plantio e as boas condições das lavouras norte-americanas pressionaram as cotações da soja em Chicago, que registraram queda próxima de 5% durante junho.

Segundo o Rabobank, caso o clima continue favorável nos Estados Unidos, os preços poderão sofrer novas correções no curto prazo.

Por outro lado, após o início da colheita norte-americana, a atenção dos investidores deverá migrar para a América do Sul, especialmente para os possíveis impactos do fenômeno El Niño sobre a safra brasileira 2026/27.

Perspectivas para o produtor

Apesar da volatilidade dos mercados internacionais e das incertezas climáticas para a próxima temporada, o cenário para a soja brasileira permanece amplamente favorável.

A combinação entre safra recorde, crescimento das exportações, aumento do esmagamento e forte demanda global reforça o papel estratégico da cultura para o agronegócio nacional.

No entanto, produtores devem acompanhar atentamente fatores como o comportamento do clima, a evolução da demanda chinesa, os custos logísticos e os movimentos do câmbio, que continuarão exercendo influência direta sobre a rentabilidade do setor nos próximos meses.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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