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Colheita de mandioca avança lentamente e preços se mantêm estáveis, aponta Cepea

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Mesmo com as chuvas registradas na última semana em diversas regiões produtoras, os trabalhos de colheita da mandioca foram retomados. No entanto, o ritmo das atividades segue mais lento do que o esperado pelos agentes do setor, segundo dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Produtores demonstram pouco interesse em ampliar a colheita

De acordo com pesquisadores do Cepea, muitos mandiocultores ainda relutam em acelerar o ritmo da colheita. A principal justificativa é a baixa atratividade comercial da raiz, que tem apresentado baixo teor de amido e menor produtividade nas lavouras. Esses fatores têm reduzido o incentivo à intensificação dos trabalhos de campo.

Preços da mandioca permanecem sustentados no mercado

Mesmo com o avanço lento das colheitas, os preços da mandioca mantiveram-se relativamente estáveis. Entre os dias 10 e 14 de novembro, o valor médio da tonelada de mandioca posta fecularia foi de R$ 565,81, o que representa recuo de 1,1% em relação à semana anterior.

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Apesar dessa leve queda, a média parcial de novembro ainda está 0,6% acima da registrada em outubro, refletindo um certo equilíbrio entre oferta e demanda no mercado.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Brasil amplia promoção do agronegócio na África do Sul durante a África Food Show 2026

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Empresas brasileiras dos setores de alimentos e bebidas participaram, entre os dias 8 e 12 de junho, na Cidade do Cabo, de uma agenda de promoção comercial voltada à ampliação das exportações para a África do Sul. A programação reuniu encontros com compradores locais, atividades de preparação para o acesso ao mercado e participação na Africa Food Show 2026.

As atividades foram promovidas pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), em parceria com o Consulado-Geral do Brasil na Cidade do Cabo e a Adidância Agrícola do Brasil em Pretória.

Em 2025, a África do Sul importou cerca de US$ 635 milhões em produtos agropecuários brasileiros, com destaque para proteínas animais, produtos do complexo sucroalcooleiro, café e produtos florestais.

Durante a rodada de negócios, exportadores brasileiros se reuniram com compradores, importadores e distribuidores sul-africanos. Participaram empresas dos segmentos de carnes bovina, suína e de aves, pescados, bebidas, produtos lácteos, cafés, óleos vegetais, molhos e condimentos, ingredientes alimentícios, grãos, castanhas e alimentos industrializados.

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Antes dos encontros comerciais, as empresas receberam informações sobre o perfil do consumidor sul-africano, as oportunidades para produtos brasileiros e os requisitos para acesso ao mercado. As apresentações abordaram temas relacionados à segurança dos alimentos, à rotulagem, à importação e à distribuição de produtos.

O adido agrícola do Brasil na África do Sul, Rodrigo Almeida, apresentou um panorama do agronegócio local e das oportunidades para ampliação do comércio entre os dois países. O seminário também contou com a participação de representantes do Consulado-Geral do Brasil, do setor privado e de empresas com experiência no mercado africano.

Informações à imprensa
[email protected]

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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