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Com mais R$ 55 milhões anunciados por Lula, ações do Fundo Amazônia em Rondônia já somam 178 milhões

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O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) anunciaram, na sexta-feira (8/9), durante evento com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a aprovação de mais R$ 55,4 milhões do Fundo Amazônia para projetos no estado de Rondônia. Os recursos serão destinados para estruturação de cadeias produtivas ligadas à bioeconomia, a partir da adequação ambiental de propriedades da agricultura familiar, no projeto Quintais Amazônicos II, proposto pelo Centro de Estudos da Cultura e do Meio Ambiente da Amazonia RioTerra.

Com o anúncio, chegam a R$ 178 milhões os recursos do Fundo Amazônia aprovados para Rondônia desde 2010 em sete projetos. A partir de janeiro de 2023, houve a destinação de R$ R$ 89 milhões do Fundo para o estado, mesmo valor viabilizado entre os anos de 2010 e 2018. O Fundo Amazônia teve suas atividades paralisadas entre 2019 e 2022, período em que não ocorreu aprovação de projetos.

“Por meio do Fundo Amazônia, populações indígenas, povos e comunidades tradicionais e agricultores familiares de Rondônia terão acesso à água potável para consumo e cultivo de alimentos e meios para fortalecer suas atividades produtivas sustentáveis, que, por sua vez, garantirão a segurança alimentar de alunos da rede pública”, pontua a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva. “Em 2008, criamos um mecanismo financeiro inovador com a finalidade de transformar proteção ambiental em desenvolvimento sustentável. Quase duas décadas depois, assistimos, com muita alegria, à concretização desse objetivo.”

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“O Fundo Amazônia voltou com força total como um dos principais instrumentos para enfrentar a crise climática e promover justiça social. Após quatro anos de paralisação, retomamos com mais escala, agilidade e articulação, apoiando projetos que transformam vidas, fortalecem a bioeconomia e protegem o meio ambiente. É uma reparação histórica com os povos da floresta e com o bioma amazônico”, avalia o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.

Durante o evento, realizado no Teatro Estadual Palácio das Artes, em Porto Velho, foi assinado contrato do projeto com o Centro RioTerra. A iniciativa vai beneficiar cerca de 1,5 mil famílias e engloba municípios situados ao longo do eixo da BR-364, região que concentra a maior parte das propriedades da agricultura familiar em Rondônia e 85% da produção de cacau do Estado.​

O projeto expande o apoio anterior ao primeiro projeto da RioTerra apoiado pelo Fundo Amazônia, intitulado Quintais Amazônicos, para a ampliação de Sistemas Agroflorestais como alternativa para recuperação de áreas e para o estímulo às inscrições no Cadastro Ambiental Rural. O projeto recuperou 747,72 hectares de áreas desmatadas ou degradadas em 505 imóveis de agricultura familiar, beneficiou 471 famílias com pagamento por serviços ambientais e produziu 1.035.000 mudas empregadas nas atividades de implantação dos SAFs.

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Fundo Amazônia em Rondônia

Criado em 2008, o Fundo Amazônia viabiliza o apoio nacional e internacional a projetos para a conservação e o uso sustentável das florestas na Amazônia Legal. Em Rondônia, o Fundo tem ações diretas em 25 municípios (48% do total), além de ações abrangentes em todo território, como no caso do apoio à corporação do Corpo de Bombeiros de Rondônia. O Fundo também está presente em 11 das 23 terras indígenas do estado (47%) e atuação em 37 das 84 Unidades de Conservação do estado (56%). Também foram apoiadas 11 entidades, entre cooperativas, associações de produtores e entidades representativas.

Com a coordenação do MMA, que preside o Comitê Orientador do Fundo Amazônia, o BNDES é responsável pela captação e pela gestão de recursos e pela contratação e pelo monitoramento das iniciativas financiadas pelo Fundo Amazônia. No acumulado de 2009 até junho deste ano, o Fundo Amazônia aprovou R$ 5,6 bilhões para 133 projetos e já desembolsou R$ 2,7 bilhões para executá-los, em valores corrigidos pela inflação. Informações detalhadas sobre todos os projetos apoiados estão disponíveis no site.

Assessoria Especial de Comunicação Social do MMA
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(61) 2028-1227/1051
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Fonte: Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima

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Ciência e proteção dos oceanos como destaque na abertura do CBO 2026

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Nesta terça-feira (25), dando continuidade na agenda do Espírito Santo, o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo, participou da Solenidade na abertura oficial do 9º Congresso Brasileiro de Oceanografia (CBO 2026), no Parque Botânico Vale.

Realizado pela Associação Brasileira de Oceanografia (AOCEANO), em parceria com a Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) e o Governo do Espírito Santo, o CBO 2026 traz uma programação robusta e estratégica para o fortalecimento da Economia Azul, a promoção da cultura oceânica e o avanço técnico-científico frente aos desafios das mudanças climáticas e um desenvolvimento cada vez mais sustentável. O ministro Edipo Araujo destaca que os oceanos são responsáveis por regular a temperatura do nosso planeta, “esta área é muito estratégica para o nosso país, são os oceanógrafos que estão ali na linha de frente em salvaguardar, em proteger os nossos oceanos, estar aqui neste congresso com os profissionais de oceanografia que ajudam a desenvolver de forma sustentável o nosso país é muito importante”.

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O CBO, que acontece de 24 a 28 de agosto de 2026, é o principal evento das Ciências do Mar no Brasil, realizado de forma bienal, o Congresso consolidou-se como espaço de integração entre academia, setor público, setor privado e terceiro setor, promovendo o intercâmbio de conhecimentos e experiências, o fortalecimento da profissão de oceanógrafo e a formulação de propostas para o uso sustentável dos recursos marinhos e costeiros. Para Edipo Araujo, “devemos celebrar e falar das políticas públicas do Ministério da Pesca e Aquicultura, principalmente do investimento em pesquisa, que já foram mais de 243 milhões de reais para que a gente possa olhar e conservar os recursos pesqueiros, mas com muita ciência, pesquisa, estudo e agradecer todos os oceanógrafos pelo seu papel estratégico de transformar o nosso país”.

Durante o dia o ministro participou da roda de conversa com profissionais da Associação dos Pescadores e Armadores de Pesca do distrito de Itaipava, além de um momento de diálogo e escuta com as mulheres marisqueiras na sede da Colônia de Pesca Z10, no município de Itapemirim.

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Já na cidade de Vila Velha, Edipo teve uma reunião com o prefeito Arnaldinho Borgo, quando apresentou as políticas públicas do MPA, entre elas o programa Mais Saúde para Mulheres e Famílias das Águas. Durante a tarde ele também teve um diálogo com os participantes da Associação de Pescadores de Vila Velha (APEVIL).

Élen Gorski
Ministério da Pesca e Aquicultura
[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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