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Comarca de Paranatinga completa 29 anos levando Justiça ao interior do Estado

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A Comarca de Paranatinga, localizada na região Centro-Sul de Mato Grosso, completa neste sábado, 6 de setembro, 29 anos de instalação. Criada pela Lei nº 5.162/1967 e instalada oficialmente em 1996, a unidade exerce papel fundamental no atendimento jurisdicional à população, abrangendo também o município de Gaúcha do Norte e os distritos de Santiago do Norte, Salto da Alegria e Nova Aliança.

Atualmente, a Comarca conta com duas Varas em funcionamento, além do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc). As unidades somam 4.398 processos em tramitação, sendo 2.493 na 1ª Vara e 1.905 na 2ª Vara, ambas com competência Cível e Criminal.

A direção do foro está a cargo da juíza Raíza Vitória de Castro Rego Bastos Gonzaga, que atua em conjunto com o juiz Leonardo Lúcio Santos. A equipe da Comarca é composta por 23 servidores efetivos, seis comissionados, dez estagiários, dois credenciados e dez colaboradores terceirizados.

Nessas quase três décadas de atuação, a Comarca de Paranatinga tem sido fundamental na interiorização da Justiça, aproximando o Poder Judiciário das comunidades e garantindo o acesso a direitos constitucionais.

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Para a juíza Raíza Vitória, o aniversário é também um momento de valorização do trabalho desenvolvido. “Celebrar os 29 anos da Comarca de Paranatinga é reafirmar o compromisso do Judiciário mato-grossense com a cidadania e com o fortalecimento da Justiça no interior do Estado. Este é um espaço construído com dedicação por magistrados, servidores e colaboradores que, ao longo dos anos, contribuíram para tornar mais efetivo o atendimento à sociedade”, destacou.

Autor: Adellisses Magalhães

Fotografo: Alair Ribeiro

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Círculos de Construção de Paz fortalecem diálogo e transformam convivência nas escolas de Sinop

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Os Círculos de Construção de Paz têm fortalecido a cultura do diálogo e da convivência respeitosa nas escolas de Sinop (481 km de Cuiabá). Com a participação de professores, gestores e coordenadores, a iniciativa já soma mais de 760 círculos registrados no sistema do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT).
Baseada na Justiça Restaurativa, a metodologia promove escuta qualificada, fortalecimento dos vínculos e construção coletiva de soluções para desafios do ambiente escolar. Além de prevenir conflitos e violências, estimula habilidades socioemocionais, como empatia, cooperação, responsabilidade, autocontrole e respeito às diferenças.
A expansão do programa ocorreu a partir de um Termo de Cooperação Técnica entre o Poder Judiciário, a Secretaria Municipal de Educação e a Rede Estadual de Ensino. Atualmente, 105 professores, coordenadores pedagógicos e gestores escolares atuam como facilitadores da metodologia.
A juíza coordenadora da Justiça Restaurativa em Sinop, Débora Caldas, destaca que os facilitadores são os protagonistas da iniciativa. Segundo ela, cada círculo representa uma oportunidade de prevenir conflitos, combater o bullying e fortalecer vínculos, contribuindo para formar uma geração mais preparada para o diálogo e para a construção da paz.
A articuladora das Redes Municipal e Estadual de Ensino em Sinop, Elisangela Santos, afirma que os círculos já fazem parte da rotina das escolas, fortalecendo vínculos, ampliando os espaços de escuta e favorecendo o desenvolvimento socioemocional dos estudantes.
A gestora judiciária do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) de Sinop, Silvana Cavalcanti, ressalta que os resultados são fruto da atuação conjunta entre o Poder Judiciário, as redes de ensino e os profissionais da educação, com apoio permanente à formação e ao acompanhamento das escolas.
Para o juiz coordenador do Cejusc Sinop, Cristiano Fialho dos Santos, a Justiça Restaurativa amplia a atuação do Judiciário ao levar a cultura do diálogo para o ambiente escolar, fortalecendo a convivência e promovendo relações mais saudáveis.
Os impactos também são percebidos pelos professores facilitadores. Carmen Inês Botton, da Escola Estadual Rosa dos Ventos, afirma que os círculos oferecem aos estudantes um espaço seguro para serem ouvidos, fortalecendo a empatia, a comunicação não violenta e a resolução pacífica de conflitos. Na Escola Municipal Aleixo Schenatto, Djordana Cecília Bombarda destaca que a metodologia melhora as relações entre os alunos e favorece a aprendizagem. Já Luzineide Barboza de Sousa, da Escola Municipal Rodrigo Damasceno, relata que os encontros se tornaram um ambiente de acolhimento para estudantes que encontram na escuta ativa um espaço para expressar sentimentos, angústias e dificuldades.

Autor: Roberta Penha

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Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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