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Complexo Fotovoltaico Serra da Babilônia entra em operação e reforça expansão da energia solar na Bahia

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O Complexo Fotovoltaico Serra da Babilônia, localizado no município de Morro do Chapéu, na Bahia (BA), entrou em operação comercial na última quarta-feira (3/12). O empreendimento, que integra o Novo Programa de Aceleração e Crescimento (PAC), é composto por quatro usinas (SDB Solar 1, 2, 3 e 4) e reúne 119 unidades geradoras, totalizando 123 megawatts (MW) de capacidade instalada.

Com investimento avaliado em R$ 596 milhões, o complexo se conectará à rede básica por meio de sistema dedicado, composto por subestação coletora/elevadora e linha de transmissão de cerca de 73 km até a Subestação Morro do Chapéu II.

O licenciamento ambiental foi conduzido pelo Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Estado da Bahia (INEMA), responsável por assegurar a conformidade do projeto com as normas ambientais.

O Complexo Serra da Babilônia integra o Eixo de Transição Energética do Novo PAC, que reúne 584 usinas no subeixo de Geração de Energia, das quais 368 já foram concluídas. O programa é coordenado pelo Governo do Brasil, em parceria com o setor privado, estados, municípios e movimentos sociais, com foco em promover o crescimento econômico sustentável, gerar emprego e renda e reduzir desigualdades sociais e regionais.

Leia mais:  Brasil pode atingir produção recorde de petróleo e gás natural competitivo e com menores emissões até 2035, aponta estudo do MME e da EPE

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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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MME abre consulta pública sobre metas do RenovaBio para o período de 2027 a 2036

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O Ministério de Minas e Energia (MME) abriu, nesta terça-feira (15/9), a Consulta Pública nº 232/2026, para receber contribuições sobre as metas anuais de redução de emissões de gases de efeito estufa do RenovaBio para o período de 2027 a 2036. A consulta ficará aberta por 45 dias e integra o oitavo ciclo de definição das metas da Política Nacional de Biocombustíveis.

A proposta prevê uma trajetória de descarbonização do setor de combustíveis que poderá alcançar, em 2036, redução de 12,1% da intensidade de carbono na matriz de combustíveis brasileira em relação ao nível registrado em 2018. As metas orientam o mercado de Créditos de Descarbonização (CBIOs) e reforçam o papel dos biocombustíveis na transição para uma matriz energética de menor intensidade de carbono.

Para subsidiar as contribuições da sociedade, o MME disponibilizou o Relatório de Análise de Impacto Regulatório (AIR), as modelagens utilizadas para a construção das metas, planilhas e memórias de cálculo, a estimativa de emissão de CBIOs para 2027 e a proposta de metas para o decênio. A análise considera fatores como oferta de combustíveis, previsibilidade do mercado de CBIOs, equilíbrio do programa e proteção dos interesses do consumidor.
As contribuições podem ser enviadas até 29 de outubro pelo Portal de Consultas Públicas do MME.

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Entenda os ciclos do RenovaBio
As metas nacionais do RenovaBio são estabelecidas para períodos de dez anos e atualizadas em ciclos sucessivos, permitindo incorporar novas projeções sobre o mercado de combustíveis, a oferta de biocombustíveis e a evolução da intensidade de carbono na matriz energética do país.

A partir das metas nacionais, são definidas anualmente metas individuais para os distribuidores de combustíveis, considerando a participação de cada empresa no mercado de combustíveis fósseis. O cumprimento ocorre por meio da aquisição e aposentadoria de CBIOs, sendo que cada crédito corresponde a uma tonelada de dióxido de carbono equivalente evitada. 

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 / (61) 99129-3579 (fins de semana e feriados)
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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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