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Complexo Solar Irecê entra em operação e reforça geração de energia renovável na Bahia

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O Complexo Solar Irecê – Fase 1, localizado no município de João Dourado, na Bahia (BA), entrou em operação comercial no dia 9 de dezembro, reforçando a expansão da geração de energia renovável na matriz elétrica brasileira. O empreendimento é composto pelas usinas Solar Irecê e Solar Irecê 3 que, juntas, totalizam 133,40 megawatts (MW) de capacidade instalada.

O complexo conta com 42 unidades geradoras distribuídas entre as duas usinas. A usina Solar Irecê possui 23 unidades geradoras, cada uma com 3,20 MW, somando 73,60 MW de potência instalada. Já a usina Solar Irecê 3 é composta por 19 unidades geradoras, com 3,14 MW cada, alcançando 59,80 MW de capacidade. 

Com investimento avaliado em R$ 647 milhões, o empreendimento contribui para a geração de empregos e o desenvolvimento econômico regional. A conexão do complexo à rede básica do Sistema Interligado Nacional (SIN) ocorre por meio do barramento de 138 kV da Subestação Irecê 230/138 kV.

O licenciamento ambiental foi conduzido pelo Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Estado da Bahia (INEMA), órgão responsável por verificar a conformidade ambiental do projeto.

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Novo PAC

O Complexo Solar Irecê – Fase 1 integra a carteira de empreendimentos do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC), que reúne investimentos coordenados pelo Governo do Brasil em parceria com o setor privado, estados, municípios e movimentos sociais. 

No eixo de Transição Energética, subeixo Geração de Energia, o programa conta atualmente com 584 usinas, das quais 368 já estão concluídas.

 

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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Nacional

Semana do Trabalhador e da Trabalhadora mostra a força da economia solidária

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Do artesanato ao hortifrúti, quem passou pela Semana do Trabalhador e da Trabalhadora, organizada pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) na Esplanada dos Ministérios entre os dias 4 e 8 de maio, pôde conferir esses e muitos outros produtos expostos e comercializados na feira promovida pela Secretaria Nacional de Economia Solidária (Senaes).

Ao todo, foram 30 estandes que reuniram mais de 50 empreendimentos de economia solidária do Distrito Federal e do Entorno. Entre eles, estava a banca do José Roberto Machado, que atua no ramo da agricultura familiar e é conhecido como Zé do Coco, apelido que ganhou por ter sido um dos fundadores da Cooperativa de Coco do DF. A iniciativa recicla e dá nova utilidade às cascas de coco, que são transformadas em vasos, tapetes, estofamentos para carros, adubos e diversos outros produtos.

Na Semana do Trabalhador e da Trabalhadora, a equipe de Zé, composta majoritariamente por assentados e agricultores familiares, expôs produtos produzidos de forma artesanal. “Aqui nós temos produtos caseiros, como flocão, café orgânico e broa de milho”, destacou. O feirante ressaltou a importância da economia solidária e da agricultura familiar para a preservação ambiental e para a produção de alimentos saudáveis.

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Já o artesão Alex Magno, que trabalha com placas e imãs personalizados, destacou a possibilidade de alcançar diferentes públicos do Distrito Federal. “Aqui você tem um público muito diversificado, amplo. Isso permite expor o seu produto para uma variedade muito grande de pessoas”, ressaltou.

Economia solidária

A economia solidária é um modelo econômico baseado na cooperação, na autogestão e na solidariedade entre os participantes. Reúne práticas que envolvem produção, distribuição e consumo, priorizando o ser humano e o meio ambiente em detrimento do lucro individual.

Para a coordenadora de Monitoramento e Avaliação do Departamento de Parcerias e Fomento da Senaes, Claudia Machado, o modelo aponta para a construção de uma alternativa mais inclusiva. “A Economia Solidária tem esse olhar de um outro mundo possível, tem essa lógica de um universo de inclusão, com geração de trabalho e renda”, afirma.

Para a educadora aposentada Adenilce Maria, que expôs produtos ligados à cultura afro, a economia solidária é uma forma mais coletiva e humana de organizar o trabalho. “Quanto mais juntos, quanto mais próximos nós estamos, melhor nós produzimos, melhor nos compreendemos e nos aceitamos. Na economia solidária, todas somos donas dos nossos trabalhos e das nossas rendas. Compartilhamos tristezas, alegrias, gostos, vendas e produção”, destacou.

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Sobre a Semana do Trabalhador e da Trabalhadora

A Semana do Trabalhador e da Trabalhadora é uma iniciativa do MTE que integra as celebrações do Dia do Trabalhador, celebrado em 1º de maio. O evento ocorre entre os dias 4 e 8 de maio, no estacionamento do Bloco F, na Esplanada dos Ministérios. O objetivo é promover uma programação especial voltada à valorização do trabalho e à ampliação do acesso a serviços públicos.

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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