Educação

Concluído relatório para revisão de diretrizes curriculares da EPT

Publicado

O Ministério da Educação (MEC) concluiu e entregou, na quarta-feira, 28 de janeiro, ao Conselho Nacional de Educação (CNE), relatório com subsídios para a revisão da Resolução CNE/CP nº 1/2021, que trata das Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Profissional e Tecnológica (EPT). 

O documento produzido por um grupo de trabalho (GT) visa atualizar as diretrizes curriculares da EPT em consonância com a Política Nacional de Educação Profissional e Tecnológica, com alterações na Lei de Diretrizes e Bases da educação nacional, com a instituição da Política Nacional do Ensino Médio e com a criação do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Profissional e Tecnológica. 

O documento apresenta sugestões de aperfeiçoamento e atualização de redação e de aplicação das Diretrizes Curriculares Nacionais pelos sistemas de ensino e instituições ofertantes. O GT, composto por 71 membros de 20 instituições, foi dividido em três núcleos temáticos e se reuniu ao longo de quatro meses, de outubro do ano passado a janeiro deste ano, para concluir a elaboração do texto. 

“O relatório construído por uma ampla representatividade oferece uma base sólida para que o CNE possa elaborar uma nova resolução”, destacou o secretário de Educação Profissional e Tecnológica, Marcelo Bregagnoli.  

O MEC também recomendou ao CNE a realização de uma consulta pública, com participação dos sistemas de ensino, instituições e sociedade civil, além da definição de um cronograma de transição para adequação gradual dos projetos pedagógicos dos cursos (PPCs). 

Leia mais:  Ações do MEC valorizam trabalhadores da educação

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec) 

Fonte: Ministério da Educação

Comentários Facebook
publicidade

Educação

Indicação de bolsas acadêmicas aos indígenas vai até 31 de julho

Publicado

O Ministério da Educação (MEC), por meio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), recebe, até 31 de julho, às 23h59 (horário de Brasília), a indicação de vagas dos Programas de Pós-Graduação (PPGs) que desejam participar do Programa de Desenvolvimento Acadêmico Indígena (PDAI). A etapa é obrigatória para que as instituições possam integrar o processo seletivo e ofertar bolsas de mestrado e doutorado a estudantes indígenas. 

Nesta etapa, os PPGs de instituições de ensino superior, institutos federais e institutos de pesquisa devem acessar o Sistema de Inscrições da Capes para informar o número de vagas que pretendem ofertar em cursos de mestrado e/ou doutorado, além das linhas de pesquisa e das disciplinas relacionadas às temáticas indígenas. A relação dos programas habilitados será divulgada até 13 de agosto. 

Vagas – O programa prevê a concessão de até 300 bolsas, sendo 200 destinadas ao mestrado e 100 ao doutorado, para candidatos pertencentes a povos indígenas reconhecidos no território nacional. 

As inscrições dos estudantes estarão abertas entre 17 de agosto e 1º de outubro de 2026. Após essa etapa, os candidatos passarão por análise documental e processo de seleção acadêmica conduzido pelos programas participantes. O ingresso dos bolsistas está previsto para o primeiro ou o segundo semestre de 2027, conforme o calendário das instituições. 

Leia mais:  MEC lança curso de IA para professores do ensino fundamental

Cronograma 

  • Indicação de vagas pelos PPGs: até 31 de julho de 2026; 
  • Divulgação dos programas participantes: até 13 de agosto de 2026; 
  • Inscrições dos estudantes: de 17 de agosto a 1º de outubro de 2026; 
  • Análise documental: de 2 a 9 de outubro de 2026. 

A matrícula e o início das atividades acadêmicas ocorrerão no primeiro ou no segundo semestre de 2027. 

A regulamentação do programa está disponível na Portaria CAPES nº 150/2026 e no Edital PDAI nº 23/2026

PDAI – O Programa de Desenvolvimento Acadêmico Indígena é uma iniciativa do Ministério da Educação, executada pela Capes, que busca ampliar a presença de indígenas na pós-graduação brasileira, promovendo a inclusão, a permanência e a formação de mestres e doutores, em consonância com o compromisso do governo federal de fortalecer uma educação superior mais inclusiva, diversa e socialmente referenciada. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Capes  

Fonte: Ministério da Educação

Comentários Facebook
Continue lendo

Mais Lidas da Semana