Política Nacional

Confúcio Moura relata visita à cidade natal e destaca legado de Hagahús Araújo

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Em pronunciamento no Plenário nesta segunda-feira (24), o senador Confúcio Moura (MDB-RO) relatou a visita que fez à sua cidade natal, Dianópolis, no estado do Tocantins, e ao ex-prefeito do município Hagahús Araújo. O parlamentar afirmou que a cidade passou por grandes transformações desde sua última visita, há 25 anos, com avanços em infraestrutura e desenvolvimento urbano.

O senador destacou a trajetória de Hagahús Araújo, que também foi deputado federal, ressaltando que Araújo foi o responsável pela criação do Instituto de Menores de Dianópolis, voltado à formação de jovens em situação de vulnerabilidade social. Segundo ele, a entidade, posteriormente transformada em Instituto Federal de Educação, foi essencial para ampliar o acesso à educação e reduzir as desigualdades na região.

Confúcio Moura disse que Araújo é “um dos homens mais extraordinários do Brasil, hoje com 97 anos de idade”

— Ele foi prefeito da cidade com 25, 26 anos de idade, sempre defendendo um modelo alternativo de educação. Naquela época, do sertão muito pobre, ele se insurgiu contra a desgraça e a miséria e criou uma instituição para alimentar meninos sem a menor chance de prosperidade. Ele criou o Instituto de Menores da cidade de Dianópolis, que hoje é Instituto Federal de Educação.

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O senador também mencionou ações de preservação conduzidas por moradores da cidade, que mantêm áreas de floresta nativa e fontes hídricas protegidas, como a cachoeira do Calixto. Ele observou que essas iniciativas demonstram o compromisso local com o equilíbrio entre crescimento urbano e conservação ambiental.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Política Nacional

Comissão da Câmara aprova piso salarial de R$ 5,5 mil para assistentes sociais; texto pode ir ao Senado

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A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou proposta que fixa o piso salarial do assistente social em R$ 5,5 mil para carga de trabalho de 30 horas semanais. O valor será reajustado anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

Como foi analisada em caráter conclusivo, a proposta poderá seguir para o Senado, salvo se houver recurso para análise no Plenário da Câmara. Para virar lei, a versão final do texto precisa ser aprovada pelas duas Casas.

Por recomendação da relatora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), foi aprovada a versão da Comissão de Trabalho para o Projeto de Lei 1827/19, do deputado Célio Studart (PSD-CE), e apensados. O texto original previa um piso de R$ 4,2 mil.

Justificativa
“Os assistentes sociais desempenham funções essenciais na análise, elaboração e execução de políticas e projetos que viabilizam direitos e o acesso da população a políticas públicas”, disse Célio Studart na justificativa que acompanha a proposta.

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Hoje, são cerca de 242 mil profissionais registrados no Conselho Federal de Serviço Social (CFESS). “É o segundo país no mundo em número de assistentes sociais, mas ainda não existe um piso salarial”, disse o autor da proposta.

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Da Reportagem/RM
Edição – Pierre Triboli

Fonte: Câmara dos Deputados

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