Política Nacional

Confúcio Moura relata visita à cidade natal e destaca legado de Hagahús Araújo

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Em pronunciamento no Plenário nesta segunda-feira (24), o senador Confúcio Moura (MDB-RO) relatou a visita que fez à sua cidade natal, Dianópolis, no estado do Tocantins, e ao ex-prefeito do município Hagahús Araújo. O parlamentar afirmou que a cidade passou por grandes transformações desde sua última visita, há 25 anos, com avanços em infraestrutura e desenvolvimento urbano.

O senador destacou a trajetória de Hagahús Araújo, que também foi deputado federal, ressaltando que Araújo foi o responsável pela criação do Instituto de Menores de Dianópolis, voltado à formação de jovens em situação de vulnerabilidade social. Segundo ele, a entidade, posteriormente transformada em Instituto Federal de Educação, foi essencial para ampliar o acesso à educação e reduzir as desigualdades na região.

Confúcio Moura disse que Araújo é “um dos homens mais extraordinários do Brasil, hoje com 97 anos de idade”

— Ele foi prefeito da cidade com 25, 26 anos de idade, sempre defendendo um modelo alternativo de educação. Naquela época, do sertão muito pobre, ele se insurgiu contra a desgraça e a miséria e criou uma instituição para alimentar meninos sem a menor chance de prosperidade. Ele criou o Instituto de Menores da cidade de Dianópolis, que hoje é Instituto Federal de Educação.

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O senador também mencionou ações de preservação conduzidas por moradores da cidade, que mantêm áreas de floresta nativa e fontes hídricas protegidas, como a cachoeira do Calixto. Ele observou que essas iniciativas demonstram o compromisso local com o equilíbrio entre crescimento urbano e conservação ambiental.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Política Nacional

Relatora afirma que esteticistas devem ser consideradas profissionais de saúde; ouça a entrevista

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A Comissão de Trabalho da Câmara dos Deputados aprovou o relatório final da subcomissão que, durante dez meses, avaliou as condições do setor de estética no país.

Estima-se que esse mercado movimente quase R$ 50 bilhões anualmente no Brasil. Mas a desorganização normativa e os conflitos de competência têm dificultado a atuação dos profissionais da área, ainda que esteticistas e técnicos em estética tenham a profissão regulamentada desde 2018 (Lei 13.643/18).

Em entrevista à Rádio Câmara nesta quarta-feira (24), a relatora da subcomissão e autora da lei que regulamentou a profissão, deputada Soraya Santos (PL-RJ), explicou que a ideia é atualizar a legislação, deixando claro que o setor de estética é da área da saúde, para todos os efeitos legais.

Formação e responsabilidades
Em seu relatório, a deputada sugeriu um projeto para atualizar a lei e especificar essas competências na área da estética (PL 3268/26).

Soraya Santos explicou que, com a atualização, esteticistas e técnicos não terão problema para compra de materiais de trabalho.

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A proposta também padroniza a formação profissional e define responsabilidades nas relações de trabalho, permitindo a proteção do ponto de vista da saúde pública e trazendo previsibilidade sob o viés econômico.

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Da Rádio Câmara
Edição – Natalia Doederlein

Fonte: Câmara dos Deputados

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