Tribunal de Justiça de MT

Corregedor do TJMT recebe comitiva de Tapurah e ouve demandas da comarca

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O corregedor-geral da Justiça de Mato Grosso, desembargador José Luiz Leite Lindote, recebeu na tarde desta terça-feira (5 de agosto) uma comitiva da comarca de Tapurah, que apresentou demandas relacionadas à estrutura do Judiciário na região. A principal solicitação foi a instalação de uma nova vara judicial.

A comitiva foi composta por representantes do Poder Executivo e da advocacia, e contou com a presença do vice-governador do Estado, Otaviano Pivetta, e da presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT), Gisela Cardoso. Também participaram o prefeito de Tapurah, Álvaro Galvan, a presidente da OAB dos municípios de Lucas do Rio Verde, Tapurah e Itanhangá, Danusa Oneda, e diversos advogados da região.

Durante o encontro, os participantes destacaram a importância de ampliar a estrutura da comarca para garantir maior celeridade na tramitação dos processos e melhor atendimento à população. O corregedor agradeceu a visita e se comprometeu a analisar a viabilidade da solicitação.

“É fundamental ouvir diretamente as lideranças locais e compreender a realidade vivida pelas comarcas do interior. A Corregedoria está aberta ao diálogo e comprometida com o fortalecimento da Justiça em todo o Estado”, afirmou o desembargador José Luiz Leite Lindote.

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Ao final da reunião, os representantes agradeceram pela receptividade e pela atenção dispensada pelo corregedor.

Autor: Assessoria de Comunicação

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Departamento: CGJ-MT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos

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Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.

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Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.

Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.

Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.

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Autor: Nadja Vasques

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Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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