Política Nacional

CRE adia votação de sete projetos

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A Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE) adiou a votação de oito propostas que seriam analisadas nesta quinta-feira (7). 

Entre os projetos adiados, está o PL 1.455/2022, que divide a chamada faixa de fronteira em duas subfaixas. O objetivo é permitir maior atividade econômica nas áreas mais distantes, inclusive a mineração. O senador Luis Carlos Heinze (PP-RS) é o relator.

Já o PL 4.569/2023, do senador Styvenson Valentim (PSDB-RN), cria o Programa de Desenvolvimento do Sistema Brasileiro de Posicionamento Global para dar autossuficiência ao Brasil no uso da tecnologia. O senador Astronauta Marcos Pontes (PL-SP) é o relator da proposta.

Os senadores ainda analisariam seis projetos de decreto legislativo que permitem ao Poder Executivo confirmar tratados internacionais, como acordo comercial com a Índia (PDL 609/2021) e o que evita dupla tributação de cidadãos brasileiros e colombianos (PDL 311/2024).

Com 19 senadores titulares e igual número de suplentes, a CRE é presidida pelo senador Nelsinho Trad (PSD-MS).

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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Fonte: Agência Senado

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Política Nacional

Izalci Lucas critica suspensão da Lei da Dosimetria e cobra reação do Congresso

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O senador Izalci Lucas (PL-DF) criticou a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que suspendeu os efeitos da Lei da Dosimetria (Lei nº 15.402/2026), após a derrubada do veto presidencial pelo Congresso Nacional na semana passada. O parlamentar lembrou que a norma foi aprovada por maioria na Câmara e no Senado e afirmou que a medida compromete a autonomia e interfere diretamente nas prerrogativas das duas Casas.

— Não é possível que o Senado e a Câmara — mas principalmente o Senado — não possam reagir a uma posição como essa! Se o ministro tem o poder de canetar e simplesmente ignorar ou suspender qualquer decisão do Congresso, para que é que serve o Congresso? Desculpem-me, mas não dá para continuar como senador, como deputado numa Casa que não tem autonomia nenhuma, em que o Supremo está acima de tudo e de todos — disse em pronunciamento no Plenário, nesta terça-feira (12).

O senador defendeu o avanço de propostas que limitem decisões monocráticas no Supremo. Segundo ele, é necessário exigir que decisões com maior impacto institucional sejam apreciadas pelo colegiado da Corte, e não tomadas de forma individual.

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— Nós aprovamos aqui o fim das decisões monocráticas. Não dá para um ministro, com uma canetada, afastar um governador ou simplesmente ignorar uma lei. Eu espero que a Câmara cumpra o seu papel e aprove também o que nós aprovamos aqui, para que se torne lei o fim das decisões monocráticas. Qualquer decisão tem que ir ao Plenário — defendeu.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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