Mato Grosso

Cruzamento da Avenida Mato Grosso com a Prainha será fechado no fim de semana para obras do BRT

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Neste fim de semana, o cruzamento da Avenida Mato Grosso com a Avenida Tenente-Coronel Duarte, mais conhecida como Prainha, ficará fechado para as obras de implantação do Sistema BRT. No local, será realizada a recuperação do asfalto. O serviço está previsto para ser executado apenas durante o sábado (6.12) e o domingo (7.12).

Esta interdição significa que, quem estiver na Prainha, sentido centro-bairro, não poderá cruzar para entrar na Avenida Mato Grosso. Da mesma forma, quem estiver vindo pela Mato Grosso não poderá cruzar a Prainha para pegar a pista sentido centro-bairro.

Outras movimentações que não envolvam atravessar pela área do canteiro central serão permitidas, como sair da Avenida Mato Grosso para ir à Prainha (sentido bairro-centro), em direção à ponte Júlio Müller. Justamente por ser uma área de muito movimento, o serviço será realizado no fim de semana para diminuir os impactos no trânsito.

Outras frentes do BRT

As obras continuam em outras regiões da capital. Próximo ao Shopping Pantanal, seguem as obras de drenagem, com interdição parcial de uma pista. Também é executada a concretagem do Parque Linear e a recuperação do asfalto.

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Para a próxima semana, está previsto o início da interdição do cruzamento da Avenida Hélio Ribeiro, com o desvio sendo realizado logo ao lado. Ao mesmo tempo, deverá entrar em operação um novo retorno na Avenida Historiador Rubens de Mendonça para acessar a Avenida Juliano Costa Marques.

As obras também seguem no trecho entre a Praça Ipiranga e o Ginásio do Colégio São Gonçalo, com instalação de geogrelhas. Já próximo ao Shopping Popular, os trabalhos prosseguem para a instalação do sistema de drenagem. Na Avenida XV de Novembro, é realizada a aplicação de capa asfáltica.

Complexo Leblon

Nas obras do Complexo Viário do Jardim Leblon, os trabalhos seguem com perfuração e instalação de tirantes na trincheira e execução dos muros de contenção. Também são realizadas perfurações para as estacas do viaduto da Rua Trigo de Loureiro e drenagem na Rua Estrela do Norte.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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