Mato Grosso

Polícia Civil esclarece furto em empresa construtora e recupera equipamentos furtados

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Mais um furto ocorrido em Confresa (1.160 km a nordeste de Cuiabá) foi esclarecido pela Polícia Civil. O autor do crime foi identificado e os objetos recuperados, nesta quarta-feira (10.07), em ação da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (DERF) do município.

O suspeito de 62 anos responderá pela prática de furto no inquérito policial instaurado pela DERF de Confresa.

A vítima narrou que é encarregada de uma empresa do ramo de construtora e engenharia de estruturas. Na noite do dia 15 de junho, conforme a vítima, foram subtraídos do galpão da empresa que fica na Rodovia BR 158, cerca de 81 perfis metálicos, causando prejuízo de aproximadamente R$ 7,4 mil.

Diante das informações os policiais civis passaram a apurar a ocorrência, e identificaram o autor do furto. Ele foi abordado quando estava na própria empresa que foi furtada, e na companhia do engenheiro responsável pela obra.

Ao ser entrevistado, o idoso assumiu o furto e indicou o local onde o material foi levado, pois estava sendo usado por ele na construção de uma estrutura metálica para instalação de placa solar em um hotel no centro da cidade.

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O suspeito foi encaminhado até a DERF de Confresa para ser ouvido acerca dos fatos. Na sequência, a equipe foi até o hotel e constatou que os materiais furtados estavam no local, sendo que uma parte já havia sido aplicada na construção e a outra parte estava em uso.

Por não estar em situação de flagrante, o conduzido foi liberado, mas responderá o inquérito policial instaurado.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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