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Curso de Letramento Racial terá início na próxima terça (25 de novembro); inscreva-se

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Mulher negra de perfil, com turbante amarelo e punho erguido, simboliza resistência. Ao fundo, mapa verde de Mato Grosso e balança da Justiça. À direita, o texto “Comitê de Promoção da Equidade Racial do TJMT”.O Poder Judiciário de Mato Grosso (PJMT), por meio da Comitê de Promoção da Equidade Racial e da Escola dos Servidores, inicia na próxima terça-feira (25 de novembro) a 2ª Edição do Curso de “Letramento Racial e Antirracismo – 2025”, destinado a magistrados(as) e servidores(as). A iniciativa acontece no formato virtual, pela plataforma Microsoft Teams, em cinco encontros intercalados, nos dias 25 e 26 de novembro de 2025 e 9, 11 e 13 de março de 2026, sempre das 8h às 12h, totalizando 20 horas de aprendizado e reflexão.

A capacitação, que está com inscrições abertas, pretende fortalecer o compromisso do PJMT com práticas de justiça racial, oferecendo uma compreensão profunda sobre como o racismo estrutura relações, decisões e dinâmicas institucionais — especialmente no sistema de Justiça. A formação integra a programação do mês da Consciência Negra e reúne autores e autoras centrais do pensamento antirracista.

O curso será ministrado pela pesquisadora, docente, gestora e referência nacional em políticas públicas de igualdade racial, Silviane Ramos Lopes da Silva, que também é quilombola e descendente de Tereza de Benguela. Com doutorado em Sociologia (UFSCar) e mestrado em História (UFMT), a experiência da instrutora une teoria e prática para provocar reflexões profundas sobre o tema. A metodologia inclui aulas expositivas vivas e dialogadas, estudos de caso reais, atividades reflexivas e leituras dirigidas que ajudam a expandir repertório e sensibilidade.

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Já no primeiro encontro será apresentada uma análise crítica sobre a invenção da ideia de raça e desdobramentos na formação da sociedade brasileira. A aula dialoga com o documentário A Invenção da Raça (TV Brasil) e com textos fundamentais de Kabengele Munanga.

Também estão entre os eixos temáticos a formação histórica da raça e do racismo, estereótipos, preconceito e discriminação racial, racismo estrutural, institucional, intersubjetivo e recreativo, branquitude e privilégios raciais, ações afirmativas, política de cotas e processos de heteroidentificação e legislações e políticas públicas de igualdade racial.

🔗 Faça agora mesmo sua Inscrição e faça parte dessa mudança: https://evento.tjmt.jus.br/inscricao-evento/06000000-0aa7-0a58-3640-08de2613804f

Curso “Letramento Racial e Antirracismo – 2ª Edição – 2025”

📅 Encontros: 25 e 26/11/2025 e 9, 11 e 13/03/2026

⏰ Horário: 8h às 12h

💻 Formato: Microsoft Teams

🎓 Instrutora: Dra. Silviane Ramos Lopes da Silva

Autor: Talita Ormond

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Canal e registro garante sigilo e proteção à vítima de assédio e discriminação

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Arte gráfica roxa aborda assédio e não violência, com ilustração de pessoas e informações institucionais.Possíveis casos de assédio moral, assédio sexual e discriminação ocorridos no âmbito do Poder Judiciário de Mato Grosso devem ser informados e são apurados por uma das Comissões de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação, que tem como premissa básica de sua atuação o acolhimento e o apoio à vítima.

O respeito integral à pessoa noticiante começa com o acatamento à sua vontade quanto a quaisquer encaminhamentos ou decisões. E tudo tramita de modo seguro e confidencial, por meio de escuta humanizada e ética, com o compromisso de manutenção do sigilo dos dados das vítimas e das informações por elas apresentadas. Essa conduta visa minimizar os riscos psicossociais e promover a saúde mental no trabalho.

A Instrução Normativa TJMT/PRES n. 4/2024 do TJMT, que regulamenta o processo de trabalho da Comissão de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação, garante que a escuta e o acompanhamento da pessoa que noticia caso de assédio ou discriminação observem métodos e técnicas profissionais, propiciando atenção humanizada e centrada na necessidade da pessoa noticiante, respeitando seu tempo de reflexão e decisão e fortalecendo sua integridade psíquica, autonomia e liberdade de escolha.

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O serviço de acolhimento, escuta, acompanhamento e orientação é prestado à pessoa que queira recebê-lo, independentemente se decidiu formalizar ou não a notícia do caso para as providencias cabíveis, ou seja, nada é feito sem o consentimento da vítima.

Vale destacar que a Resolução CNJ n. 351/2020 proíbe qualquer forma de retaliação contra a pessoa noticiante, seja a vítima, a testemunha ou qualquer indivíduo que, de boa-fé, relate, testemunhe ou colabore na apuração de condutas de assédio ou discriminação. A pessoa que pratica retaliação pode ser responsabilizada disciplinar ou funcionalmente, conforme a legislação aplicável.

Magistrados(as), servidores(as), estagiários(as), colaboradores(as) credenciados(as) e quaisquer outros prestadores(as) de serviços, independentemente do vínculo jurídico mantido, podem registrar casos de assédio moral, assédio sexual e discriminação por meio de um formulário on-line, disponível na página da Comissão de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação. Para acessá-lo, basta clicar no banner da Comissão, localizada na página inicial do portal do TJMT. Depois, clicar em “Canal de Manifestação”.

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Saiba mais sobre o assédio moral, assédio sexual e a discriminação no ambiente de trabalho no Guia de Combate ao Assédio, também disponível na página da Comissão, no portal do TJMT.

Autor: Celly Silva

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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