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Dados do trabalho orientam debate sobre redução da jornada e fim da escala 6×1, afirma Chico Macena

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O 3º Encontro Nacional da Rede de Observatórios do Trabalho, realizado nesta segunda-feira (15), foi aberto com debates sobre a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais e com a apresentação dos resultados da pesquisa TIC Empresa 2025, realizada pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), entidade responsável por implementar decisões e projetos do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br).

O levantamento, que mede a posse e o uso das tecnologias da informação e comunicação (TICs) nas empresas brasileiras de diferentes portes, considerando aquelas com 10 ou mais pessoas ocupadas, revelou que 93% das empresas utilizam conectividade e possuem presença online.

Promovido pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o encontro foi aberto pelo secretário-executivo do MTE, Chico Macena, que destacou a importância da produção de dados para a formulação de políticas públicas, criticou a pejotização — que, segundo ele, pode resultar em fraudes trabalhistas — e defendeu o fim da escala 6×1.

“Os dados de emprego foram fundamentais para construir a proposta pelo fim da escala 6×1 e pela redução da jornada de trabalho de 44 horas para 40 horas. O trabalho precisa garantir dignidade e renda aos trabalhadores”, afirmou Chico Macena aos representantes dos 35 observatórios do trabalho, distribuídos em 22 estados e 13 municípios com mais de 200 mil habitantes, além de gestores públicos, pesquisadores e especialistas da área.

A diretora técnica do Dieese, Adriana Marcolino, ressaltou que o debate sobre o mundo do trabalho e a produção de dados são fundamentais para a elaboração de políticas públicas nos estados. “Os mercados de trabalho por estado são distintos, por isso, é importante territorializar as políticas de acordo com cada realidade”, afirmou.

A secretária-executiva adjunta do MTE, Luciana Nakamura, apresentou o andamento da proposta de redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais e do fim da escala 6×1. Segundo ela, o governo está “confiante” na aprovação da medida pelo Senado. “Será uma vitória para o povo brasileiro”, destacou. Ela informou ainda que outros países passam por processos semelhantes de transição, citando o Chile, que aprovou a redução da jornada de 45 para 40 horas semanais.

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Dados apresentados durante o encontro apontam que o Brasil possui cerca de 50,2 milhões de trabalhadores com carteira assinada, dos quais 14,8 milhões atuam na escala 6×1 e 37,2 milhões cumprem jornada semanal de 44 horas. As informações reforçam a relevância do debate sobre a modernização das relações de trabalho e seus impactos na qualidade de vida da população trabalhadora.

Os observatórios locais têm papel estratégico na elaboração de estudos e análises que apoiam o Sistema Nacional de Emprego (Sine) e as Comissões Estaduais e Municipais de Trabalho. A subsecretária de Estatísticas e Estudos do Trabalho do MTE, Paula Montagner, destacou que a iniciativa é uma política permanente do Ministério.

“Os observatórios são essenciais para analisar os dados locais e produzir conhecimento capaz de subsidiar a formulação de políticas públicas”, afirmou.

Principais pontos da pesquisa TIC Empresas 2025

A pesquisa TIC Empresas 2025, apresentada durante o 3º Encontro Nacional da Rede de Observatórios do Trabalho, foi realizada a partir de uma amostra de 4.492 empresas, selecionadas entre o universo de 535 mil empresas cadastradas no Cempre (Cadastro Central de Empresas do IBGE).

Confira os principais pontos da pesquisa TIC Empresas 2025

A pesquisa TIC Empresas 2025 foi realizada a partir de uma amostra de 4.492 empresas, selecionadas entre o universo de 535 mil empresas do Cempre (Cadastro Central de Empresas do IBGE).

Conectividade e presença online 

  • 93% das empresas possuem acesso à internet — em 2017, o percentual era de 49% e, em 2021, de 87%.
  • 56% das empresas possuem website — entre as grandes empresas, o índice chega a 87%. 

Comércio eletrônico e presença em plataformas digitais 

  • 79% possuem perfil no WhatsApp.
  • 76% possuem perfil ou conta em redes sociais, como Instagram, Snapchat, Flickr e TikTok.
  • 34% possuem perfil ativo no LinkedIn — entre as grandes empresas, o percentual chega a 78%; no setor da construção, a 40%.
  • 80% das empresas realizam vendas pela internet, utilizando ferramentas como WhatsApp, chat do Facebook e Skype. 

Meios de pagamento utilizados nas vendas online 

  • 91% utilizam Pix;
  • 41% utilizam cartão de crédito;
  • 60% utilizam débito online ou transferência bancária;
  • 62% utilizam boleto bancário. 

Segurança digital 

  • 53% das empresas investiram em políticas de segurança digital — entre as grandes empresas, o percentual chega a 88%.
  • 44% das empresas discutiram riscos de segurança digital em reuniões internas. 
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Uso de novas tecnologias

Aplicações de Inteligência Artificial (IA)

Entre as empresas que utilizam IA: 

  • 73% usam para automatização de processos e fluxos de trabalho;
  • 38% para mineração de textos — na região Sudeste, o índice é de 39%;
  • 31% para reconhecimento e processamento de imagens;
  • 30% para geração de linguagem natural, aplicada a textos escritos ou falados;
  • 25% para machine learning voltado à predição de dados — percentual que chega a 36% entre as grandes empresas. 

Computação em nuvem e softwares 

  • 56% das empresas pagaram por serviços em nuvem;
  • 54% armazenam arquivos ou possuem banco de dados em nuvem;
  • 51% utilizam softwares de finanças ou contabilidade;
  • 45% utilizam softwares de segurança. 

Internet das Coisas (IoT) 

  • 14% das empresas utilizaram Internet das Coisas (IoT).
  • Entre as grandes empresas, o percentual chega a 40%; no setor de informação e comunicação, a 36%.
  • Principais aplicações:
    • 90% para segurança de instalações;
    • 44% para manutenção de equipamentos. 

Programação – 16 de junho (terça-feira)

Local: Auditório do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) – Brasília/DF

9h – Tema 3: Potencialidades e desafios dos avanços digitais na Saúde: caminhos para aproveitar investimentos com capilaridade no território e geração de empregos

  • Luciana Portilho (NIC.br) – apresentação da TIC Saúde

  • Ana Estela Haddad (Ministério da Saúde) – participação a confirmar

11h10 – Tema 4: Oportunidades em eixos estruturantes de desenvolvimento – Parte 2: infraestrutura básica e desenvolvimento regional

  • Roberto Garibe – Casa Civil (PAC)

  • Representante do Conselho Curador do FGTS – participação a confirmar

12h10 – Almoço

Local: Anexo do MTE – 1º andar, sala 108 – Brasília/DF

14h – Oficina “Os números e as oportunidades”

  • Paula Montagner e equipe do Dieese

Programação – 17 de junho (quarta-feira)

Local: Auditório do MTE – Brasília/DF

9h – Oficina sobre captação de recursos para bloco de assessoramento estatístico (emendas parlamentares)

11h – Oficina sobre o Painel de Indicadores da Rede de Observatórios do Trabalho

13h – Encerramento

 

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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Nacional

Ações do CMSE garantem encerramento do período seco com reservatórios em níveis superiores aos do ano passado, mesmo com o El Niño

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O Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) destacou, nesta quarta-feira (7/10), que o Sistema Interligado Nacional (SIN) encerrou o período seco de 2026 dentro dos padrões de segurança e confiabilidade, com níveis de armazenamento superiores aos registrados no mesmo período do ano passado, mesmo diante da intensificação do fenômeno El Niño. O resultado reflete o trabalho permanente de monitoramento das condições hidroenergéticas e a adoção coordenada de medidas pelo CMSE e pelas instituições do setor, que contribuíram para a segurança e a confiabilidade do abastecimento, e para a manutenção da bandeira tarifária verde aos consumidores.

Durante a reunião, a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) apresentou um cronograma, contemplando os próximos passos para a continuidade e o aprimoramento dos mecanismos de Resposta da Demanda, observadas as diretrizes deliberadas pelo CMSE. A proposta pretende alcançar aperfeiçoamentos progressivos para o produto disponibilidade, considerando os seguintes aspectos principais: prazo e recorrência; produtos e acionamentos; remuneração e preço-teto; medição, participação e transparência. Tais aspectos serão tratados nas dimensões da regulação, do desenho técnico-comercial e de sistemas e operação. Estima-se que essas ações resultem em importantes avanços neste assunto, visando a implementação no próximo ano.

Operação em Eventos de Grande Relevância

Durante a reunião, o ONS reportou êxito na manutenção da operação segura do SIN durante o período de votação e apuração do primeiro turno do pleito eleitoral, em atendimento à determinação constante da Resolução nº 001/2005 do CMSE. O plano incluiu o bloqueio de manutenções com potencial impacto ao suprimento, a adoção de condições operativas mais conservadoras, o reforço das equipes de sobreaviso e a intensificação do monitoramento meteorológico, com atenção especial aos possíveis efeitos do fenômeno El Niño, com vistas a aumentar a segurança e a confiabilidade da operação do sistema.

O Comitê determinou a continuidade dessas ações para o segundo turno das Eleições e, posteriormente, para os dias de aplicação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), em novembro de 2026. Os resultados de ambas as providências serão consolidados em relatórios específicos de desempenho do SIN.

Atendimento ao SIN

O ONS também ressaltou o volume expressivo de precipitações registrado em setembro — o mais intenso dos últimos 17 anos nas regiões Sul e Sudeste. A maior atividade das frentes frias e o avanço frequente pelas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste ocasionou precipitação superior à média nas bacias hidrográficas dessas regiões e no trecho boliviano do rio Madeira. A região Norte, por sua vez, mantém o cenário de estiagem típico do período.

Ainda assim, o SIN encerrou o período seco em condição mais favorável que a observada no ano anterior: o armazenamento alcançou 61% ao final de setembro de 2026, ante 56% no mesmo período de 2025, diferença de 5 pontos percentuais. Esse resultado foi alcançado mesmo diante da intensificação do fenômeno El Niño, cujos efeitos sobre as condições hidroenergéticas permanecem sob monitoramento. A robustez do sistema também foi evidenciada diante de eventos adversos, como as quedas de torres de linhas de transmissão associadas a condições climáticas no Sul e o cenário de estiagem na Região Norte. Em setembro, a robustez da Rede Básica alcançou 96,5%, superior aos 95,4% observados em setembro de 2025, reforçando a avaliação de que o sistema se manteve seguro e resiliente.

O monitoramento também aponta para o aquecimento das águas do Pacífico Equatorial, com previsões de um El Niño “muito forte” entre a primavera e o verão.

Para garantir o atendimento de potência do SIN nos próximos seis meses, caso ocorra um cenário de maior demanda somado a condições hidroenergéticas adversas, o ONS prevê o uso complementar de usinas termelétricas, aliada à operação otimizada das hidrelétricas do rio São Francisco e ao uso estratégico do reservatório da UHE Itaipu, com possibilidade de uso da Reserva de Potência Operativa em novembro e a partir de janeiro de 2027. Cabe observar que tal comportamento depende fortemente das condições hidroenergéticas e do início efetivo do período chuvoso, visto tratar-se de período úmido em principais bacias do SIN.

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O ONS relatou as análises e os avanços das medidas conjunturais para aliviar o carregamento dos transformadores da Subestação (SE) Sinop, que atende a região norte de Mato Grosso. O destaque foi a segregação do barramento de 500 kV da SE Paranaíta, com radialização da UHE São Manoel — teste concluído com sucesso em 6 de outubro. A eficácia contínua desta medida depende da disponibilidade hídrica local.  Paralelamente, permanecem em atuação outras medidas, incluindo ações de remanejamento da demanda por parte da distribuidora.

Política Nacional de Acesso ao Sistema de Transmissão (PNAST)

O Operador informou a realização com sucesso da 1ª Temporada de Acesso de 2026 da Política Nacional de Acesso ao Sistema de Transmissão (PNAST). Tal política foi instituída pelo Decreto nº 12.772/2025, que estabeleceu um novo modelo de acesso à Rede Básica, baseado em maior transparência, previsibilidade e eficiência para a conexão de empreendimentos ao SIN.

Salienta-se que foi a primeira vez que a capacidade remanescente da Rede Básica foi alocada por meio de um mecanismo competitivo, objetivo e isonômico entre os agentes, com resultados bastante satisfatórios.

Trata-se de uma solução espelho para outros países, que envolveu grande esforço das demais instituições que compõem o CMSE.

Modelos Computacionais do Setor Elétrico

O Comitê Técnico (CT) PMO/PLD realizou apresentou aos agentes novos modelos computacionais do setor elétrico, visando aprimorar os processos relacionados ao Programa Mensal da Operação Energética (PMO) e ao cálculo do Preço de Liquidação das Diferenças (PLD), em substituição aos modelos Newave e Decomp.

Na ocasião foi apresentado um calendário, que considera a realização de testes dos modelos, a apresentação aos usuários, a descrição detalhada das etapas etc.

O ONS salientou este projeto tem grande potencial de modernizar o setor elétrico, com importantes ganhos de governança, melhorias dos sinais de preço, melhor representação do sistema elétrico, com benefícios ao planejamento e à operação do sistema.

Informações Técnicas Complementares:

Condições Hidrometeorológicas: em setembro, a precipitação foi superior à média mensal nas bacias hidrográficas das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste e no trecho boliviano do rio Madeira. Nas demais bacias hidrográficas de interesse do SIN, os totais de precipitação foram inferiores à média.

Em relação à Energia Natural Afluente (ENA), ainda durante setembro, foram observados valores abaixo da média histórica para os subsistemas Nordeste e Norte, sendo 69% e 53% da Média de Longo Termo (MLT), respectivamente. Para os subsistemas Sudeste/Centro-Oeste e Sul foram verificados valores acima da média, com 153% e 266% da MLT. Em termos de SIN, foi verificada ENA de 176% da MLT.

Com relação à previsão meteorológica, o tema foi apresentado na reunião pelo Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), a convite do CMSE. Os destaques da previsão indicam uma mudança de cenário entre a primeira e segunda semanas de horizonte de previsão. Na primeira semana, há previsão de chuvas acima da média nas Bacias do Uruguai, Iguaçu e incremental Itaipu, e próximo do normal nas demais bacias. Na segunda semana, as chuvas ficam acima da média na Bacia do Paraná e abaixo da média nas bacias do Uruguai e Jacuí, enquanto nas demais bacias as chuvas ficam próximas da média para o período.

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Energia Armazenada: ao final de setembro, foram verificados armazenamentos equivalentes de 56%, 84%, 68% e 72%, nos subsistemas Sudeste/Centro-Oeste, Sul, Nordeste e Norte, respectivamente. No SIN, o armazenamento foi de aproximadamente 61%.

Previsão Hidroenergética para Outubro/2026:

Subsistema

ENA (% MLT)
Cenário Superior

ENA (% MLT)
Cenário Inferior

EARmáx (%)
Cenário Superior

EARmáx (%) Cenário Inferior

Sudeste/Centro-Oeste

102% 

88% 

51,6% 

52,4% 

Sul

185% 

148% 

90,7% 

90,3% 

Nordeste

66%

63% 

61,6% 

61,3% 

Norte

43% 

38% 

62,6% 

62,1% 

SIN (total)

122%  

103%

56,7% 

57,1% 

 

 Expansão da Geração e Transmissão: a expansão verificada em setembro de 2026 foi de 331 MW de capacidade instalada de geração centralizada de energia elétrica, com destaque para entrada em operação comercial parcial (UGs 1 e 2) da usina termelétricas UTE Manaus I, localizada no município de Manaus/AM, totalizando 114,79 MW; e das usinas fotovoltaicas UFV Sol de Brotas 03, 04,06 e 07, localizadas no município de Uibaí/BA, totalizando 130 MW. No caso da transmissão, entraram em operação comercial 547 km de linhas de transmissão, com destaque para a entrada da LT 500 kV Ribeiro Gonçalves – São João Piauí II C3 (309 km) e da LT 500 kV Curral Novo do Piauí II – São João do Piauí II C1 (220 km). Em complementação, entraram em operação comercial 2.716 MVA de capacidade de transformação, com destaque para os transformadores TR1, TR2 e TR3 525 / 230 kV Joinville Sul SC (672 MVA, cada).

Comercialização: No âmbito do monitoramento da comercialização, a Câmara de Comercialização de Energia (CCEE) apresentou a previsão dos resultados da liquidação financeira do Mercado de Curto Prazo (MCP), referente à contabilização de agosto de 2026. Do montante total de R$ 2,27 bilhões, R$ 1,8 bilhão foi efetivamente liquidado. Desse valor, R$ 359,63 milhões (20,02%) foram creditados à Conta de Energia de Reserva – CONER e R$ 0,31 milhão (0,01%) creditados à Conta de Potência para Reserva de Capacidade – CONCAP. O restante, equivalente a R$ 476,21 milhões, permaneceu inadimplido.

Exportação/Importação: A avaliação dos dados envolve os meses de agosto e setembro de 2026, sendo os de setembro preliminares. Destaca-se que não houve importação comercial no mês de agosto, porém em setembro houve uma importação de 19 MWmédios (14 GWh), sendo 100% proveniente da Argentina. Quanto à exportação termelétrica, em agosto, o montante foi de 327 MWmédios (243 GWh), destinado 100% à Argentina. Em setembro, não houve exportação térmica. Em relação à exportação hídrica, em agosto, o montante foi de 315 MWmédios (234 GWh), totalmente direcionado para a Argentina. Em setembro, a exportação de origem hidrelétrica alcançou 126 MWmédios (91 GWh), também 100% destinado à Argentina.

O CMSE, na sua competência legal, continuará monitorando, de forma permanente, as condições de abastecimento e o atendimento ao mercado de energia elétrica do País, adotando as medidas para a garantia do suprimento de energia elétrica. As definições finais sobre a reunião do CMSE desta quarta-feira (07/10) serão consolidadas em ata devidamente aprovada por todos os participantes e divulgada conforme o regimento.

Fonte: Ministério de Minas e Energia

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