Mato Grosso

Defesa Civil de MT e São Pedro da Cipa avançam na elaboração do Plano de Contingência

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A Defesa Civil de Mato Grosso participou, nesta semana, da segunda reunião de trabalho para elaboração do Plano de Contingência para Enfrentamento a Desastres do município de São Pedro da Cipa (a 155 km de Cuiabá).

A agenda, mobilizada pela Prefeitura, ocorreu entre terça e quinta-feira (24 e 26.2).

Durante o encontro, os gestores da Coordenadoria de Operações da Defesa Civil estadual auxiliaram com orientações técnicas para a elaboração do documento, que reúne informações estratégicas e coordena a atuação dos órgãos responsáveis em caso de situações de emergência ou calamidade pública.

Nesta segunda etapa foram consolidadas as informações em relação à percepção de risco e os cenários de ameaças identificados no município. Também foi realizado o levantamento e registro dos recursos disponíveis e da capacidade de atuação das instituições.

A reunião ainda estabeleceu os procedimentos operacionais que vão compor o Plano de Contingência e as atribuições de cada órgão nas situações de emergência, uma vez que a definição de responsabilidades é um passo fundamental para garantir a segurança das equipes e da população no momento de desastre.

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Fortalecimento da Rede de Proteção e Defesa Civil

A agenda em São Pedro da Cipa faz parte de uma série de ações estratégicas da Defesa Civil voltadas ao fortalecimento da rede de proteção e defesa civil em todo o Estado.

A elaboração do Plano de Contingência para Enfrentamento a Desastres é conduzida pelas prefeituras, com apoio técnico da Defesa Civil do Estado e em parceria com instituições que compõem o sistema de resposta, como Corpo de Bombeiros Militar, Polícia Militar, Polícia Civil, órgãos municipais, instituições privadas e outros parceiros.

O documento é fundamental para prevenir desastres e dar respostas rápidas em caso de emergências.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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