Diamantina: casas no centro histórico para alugar no Airbnb
O centro histórico de Diamantina, em Minas Gerais, concentra não só os principais casarões e igrejas da cidade, como também os restaurantes e cafeterias. Por isso, é a melhor região para se hospedar e estar a uma pernada de tudo que interessa. Explorar os arredores dispensa carros, mas é preciso ter fôlego para aguentar o sobe e desce das ladeiras de pedra.
As acomodações aqui reunidas têm estrutura modesta, mas reluzem como diamantes por sua localização perto das principais atrações. Confira a seleção:
Subindo a Rua do Beco das Beatas, onde está a casa, e contornando o quarteirão alcança-se a Praça Barão Guaicuí e oMercado Velho, onde acontece uma feira de produtos regionais aos sábados e domingos. A casa data de 1930 e foi reformada para receber grupos de até dez pessoas. São quatro quartos, dois banheiros, cozinha equipada e sala de estar no estilo mais tradicional de Diamantina: com decoração em branco e azul. Ótima para quem viaja com crianças, a área externa tem um pequeno parquinho com balanço e escorregador. Reserve aqui .
Comentário de quem já alugou: “A casa é um charme, antiga porém reformada, com toques de decoração atuais. Muito bem localizada, pertinho de tudo, fizemos todos os deslocamentos a pé. Mariana foi muito atenciosa e prontamente me respondia, dava sugestões.” – Vanessa, agosto de 2024.
Os lustres, as varandas e os detalhes rebuscados nos móveis de madeira não deixam dúvidas sobre o passado colonial do casarão. Repleta de charme, a acomodação tem sete quartos, todos com janelas com vista para o Centro Histórico da cidade. A cozinha é equipada com fogão a lenha, geladeira e microondas. A casa estápróxima à Rua da Quitanda, que concentra bares e restaurantes e é onde ocorre a Vesperata, entre abril e outubro. Reserve aqui .
Comentário de quem já alugou: “Tudo é perfeito: a localização, a casa, o cuidado com os hóspedes, a roupa de cama, as dicas sobre a vesperata… fomos recebidos com café, biscoitos e um bolo novinho e delicioso.” – Thais, outubro de 2024.
Ao lado da igreja mais rica da cidade, a casa está na histórica Rua do Contrato, nome que faz referência ao contratador de diamantes João Fernandes de Oliveira, parceiro de Chica da Silva. Assim como do lado de fora, os detalhes por dentro são em verde, vermelho e amarelo. Os seis hóspedes se acomodam nos dois quartos ou no sofá-cama da sala de estar e dividem o único banheiro da acomodação. Há ainda cozinha equipada com geladeira, fogão e utensílios básicos e uma pequena área de serviço com vista para a Igreja do Rosárioe o Pico do Itambé . Durante a Semana Santa, as procissões passam em frente à casa. Reserve aqui .
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Comentário de quem já alugou: “A casa é simplesmente linda e exatamente o que mostram as fotos. Ao abrir qualquer porta ou janela, você vai se deparar com as vistas surreais de Diamantina. A localização é perfeita e a casa fica a menos de 10 minutos andando dos melhores pontos turísticos, bares e restaurantes. A comunicação com a Natália foi sempre fácil, direta e eficiente” – Vinícius, junho de 2024.
Compacta, a casa tem um quarto com televisão e cama queen, um banheiro e um pequeno hall com poltronas, frigobar e cafeteira. A localização, porém, é o que tem de mais interessante: em frente ao sobrado onde Chica da Silva viveu com o contratador João Fernandes entre 1763 e 1771. A atração tem entrada gratuita e expõe um acervo de itens e mobiliário do século 18(confira tudo sobre a visita).Reserve aqui .
Comentário de quem já alugou:“Excelente hospedagem, privativa e com muito conforto. O ponto alto com certeza é a localização. Fizemos tudo a pé, pegando o carro apenas para explorar os distritos de Diamantina. Utilizamos o espaço como ponto de apoio das caminhadas pela cidade.” – Renato, agosto de 2024.
A 10 km do centro de Diamantina, essa casa é para quem busca sossego em meio ao Cerrado na Serra do Espinhaço . Há até mesmo um rio que corta toda a propriedade e opções de trilhas que levam a cânions, poços e pequenas cachoeiras. Em dois andares, até dez pessoas podem se hospedar nos quatro quartos, onde luminárias que pendem do teto, vasos de planta e as cores verde e azul estão por todos os lados. Da cozinha americana, é possível sair para a varanda com redes, sofás e lareira. Reserve aqui .
Comentário de quem já alugou: “A casa estava impecável, tudo limpo e bem organizado. A casa é realmente muito linda e bem aconchegante, a noite é linda, e a vista durante o dia é surreal. O Felipe foi extremamente receptivo, nos dando até dicas de passeio pela cidade.” – Maria Isabela, agosto de 2024.
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Ainda que não tenhamos nos hospedado em todas as acomodações aqui listadas, selecionamos cuidadosamente cada uma delas com base na localização, conveniência e comentários de hóspedes anteriores. Caso você faça uma reserva por meio dos links aqui listados, a Viagem e Turismo poderá ganhar uma comissão.
A nova Ficha Nacional de Registro de Hóspedes (FNRH) em formato 100% digital já é uma realidade para os clientes de 3.773 meios de hospedagem de todo o Brasil, que passaram a ter de adotar integralmente o sistema a partir dessa segunda-feira (20/4).
Muito similar ao sistema usado no check-in de voos no país, a FNRH Digital, desenvolvida pelo Ministério do Turismo em parceria com o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), permite o preenchimento antecipado e online de dados via Gov.Br.
Todo o processo em hotéis, pousadas, resorts e outros meios de hospedagem – que vem sendo implementado gradativamente desde novembro de 2025 – pode ser rapidamente concluído a partir da leitura de um QR Code, link compartilhado ou dispositivo oferecido pelo estabelecimento.
O ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, reforça benefícios da utilização do sistema eletrônico.
“A nova Ficha Digital de Hóspedes foca especialmente o hóspede, evitando filas desnecessárias no check-in e garantindo mais conforto e segurança. Além do grande avanço tecnológico e sim, isso significa eliminar o uso de papel, o que reforça ações do governo Lula voltadas à sustentabilidade. É mais um avanço para aumentar a contribuição do turismo ao desenvolvimento econômico e social do país, onde, com uma hotelaria mais moderna, mais pessoas vão ter chance de emprego e renda por meio do crescimento do setor”, apontou o ministro.
“Com a migração definitiva do setor, que está sendo amplamente orientada pelo Ministério do Turismo, estamos transformando a experiência tanto para o viajante quanto para o hoteleiro, que pode reduzir custos e aprimorar a gestão do seu negócio. Menos papel, mais agilidade e um turismo muito mais profissional”, acrescentou Gustavo Feliciano.
A adaptação do segmento à ferramenta avança principalmente nos estados de São Paulo (744), Minas Gerais (351), Rio de Janeiro (351), Santa Catarina (332) e Rio Grande do Sul (281).
Na região Nordeste, destaque para Bahia (242) e Ceará (212). Já no Centro-Oeste, Goiás já atinge 111 meios de hospedagem adequados, número que chega a 104 no Mato Grosso.
No Norte do país, por sua vez, a liderança é do Pará, com 70 adesões, e o Amazonas (60) ocupar em segundo lugar de empresas do ramo já enviam fichas em formato digital.
A transição para a FNRH Digital – que, no caso de hóspedes estrangeiros, não exigirá a necessidade de uma conta Gov.Br – é prevista na nova Lei Geral do Turismo, sancionada em 2024 pelo presidente Lula, e cumpre rigorosamente a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), assegurando que o tratamento de informações seja feito em ambiente criptografado e controlado.
ACOMPANHAMENTO – O Ministério do Turismo reitera que a modernização exige adaptações por parte dos 19.231 meios de hospedagem de todo o país regularmente inscritos no Cadastro de Prestadores de Serviços Turísticos (Cadastur), independentemente de usarem sistemas de gestão próprios.
A pasta acompanha a adoção do modelo pelo setor, tendo inclusive ampliado o prazo de adesão de 19 de fevereiro último para esta segunda-feira.
Empreendimentos não adequados ainda poderão fazê-lo. Caso contrário, estarão sujeitos a processo administrativo, com direito à ampla defesa, e a penalidades legais previstas, como advertência e multa, conforme a gravidade da infração.
A fiscalização é exercida pelo Ministério do Turismo e também pode ser delegada a estados e municípios. O processo inicia-se com sensibilização e notificação.
A regularidade no envio da FNRH Digital está ligada à manutenção do Cadastur (Cadastro de Prestadores de Serviços Turísticos); se o cadastro vencer, o envio é bloqueado, gerando inconformidade imediata e possíveis autos de infração.
ORIENTAÇÕES – O Ministério do Turismo vem orientando o setor quanto à transição para o novo sistema. O órgão tem organizado várias ações educativas, como um vídeo com as etapas do processo. Acesse clicando aqui.
O Ministério também criou uma página eletrônica de perguntas e respostas frequentes, onde é possível tirar dúvidas. Acesse clicando aqui.
Por André Martins
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo
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