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Diarreia e mortes súbitas em leitões alertam para falhas no manejo e riscos sanitários na suinocultura

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Problemas comuns na fase inicial dos leitões

Diarreias e mortes súbitas em leitões indicam frequentemente problemas relacionados ao manejo, sanidade ou infecções. Segundo Mariana Franco de Oliveira, coordenadora de produto da MCassab Nutrição e Saúde Animal, compreender os fatores que levam a esses quadros e as formas de prevenção é essencial para garantir o bem-estar animal, o desempenho produtivo e a rentabilidade da suinocultura.

Vulnerabilidade dos leitões em lactação e creche

Leitões nas fases de lactação e creche apresentam maior suscetibilidade a doenças entéricas e sistêmicas devido à imaturidade do sistema imunológico e à necessidade de um ambiente controlado. Mariana destaca que a diarreia em leitegadas pode provocar rápida desidratação e mortes súbitas, refletindo desequilíbrios ambientais, imunidade baixa ou a presença de patógenos.

Principais agentes infecciosos envolvidos

Entre os agentes causadores de diarreia, as bactérias entéricas merecem atenção especial:

  • Escherichia coli: principal causadora de diarreia em leitões recém-nascidos, produz toxinas que levam à desidratação rápida.
  • Clostridium perfringens tipo C: pode provocar necrose intestinal e morte súbita.
  • Salmonella spp.: causa diarreia aguda e septicemia.
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Além disso, mortes súbitas podem ser resultado de infecções por Streptococcus suis, Actinobacillus suis e hipoglicemia neonatal, especialmente em leitões com ingestão insuficiente de colostro ou que enfrentam competição por acesso às tetas.

Fatores de risco para a mortalidade

Os principais riscos que contribuem para esses problemas incluem:

  • Baixa ingestão de colostro nas primeiras horas de vida
  • Manejo térmico inadequado
  • Ambientes contaminados
  • Falhas na imunização das matrizes
  • Medidas de prevenção e controle

Para evitar diarreias e mortes súbitas, as recomendações são:

  • Garantir a ingestão adequada de colostro nas primeiras horas após o nascimento
  • Manter a higienização rigorosa das instalações
  • Vacinar as matrizes contra os principais agentes infecciosos
  • Adotar manejo correto e controle eficiente da temperatura ambiental
  • Controlar coccidiose com uso de anticoccidianos orais nos leitões ou via ração para matrizes
  • Utilizar suplementos como acidificantes e óleos essenciais para manter o pH intestinal favorável, contribuindo para o equilíbrio da microbiota
Soluções da MCassab para a saúde intestinal

A MCassab oferece produtos específicos para a saúde intestinal dos leitões, como o ProPhorce Premium NC — um acidificante para água de bebida composto por ácidos orgânicos em alta concentração e cinamaldeído. Esse blend promove a acidificação da água e do trato digestivo, inibe patógenos e melhora a digestibilidade.

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Além disso, a empresa disponibiliza antimicrobianos eficazes contra os principais agentes entéricos e sistêmicos. Com o uso adequado desses recursos e o suporte da equipe técnica especializada, é possível otimizar os resultados sanitários e produtivos das granjas suinícolas.

Investir em manejo adequado, imunização e suporte técnico é fundamental para minimizar perdas causadas por diarreias e mortes súbitas em leitões, garantindo maior produtividade e sustentabilidade na suinocultura.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Calor coloca rebanhos de quatro Estados em risco até domingo

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O calor e a baixa umidade devem aumentar o risco de estresse térmico nos rebanhos de Mato Grosso, Rondônia, sul do Amazonas e oeste do Pará até domingo (09.08). A situação pode reduzir o ganho de peso, afetar a produção de leite e comprometer o desempenho reprodutivo dos animais.

O alerta foi divulgado pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), com base no módulo de Conforto Térmico Bovino (CTB) do Sistema de Suporte à Decisão na Agropecuária (Sisdagro). A previsão aponta aumento gradual das áreas classificadas nas categorias de perigo e emergência.

Porto Velho, em Rondônia, deve enfrentar uma das situações mais críticas, com índices elevados durante praticamente todo o período. Lábrea, no Amazonas, deve oscilar entre alerta e perigo. Em Juara, em Mato Grosso, e São Félix do Xingu, no Pará, a condição pode passar de alerta para perigo no domingo.

O sistema utiliza o Índice de Temperatura e Umidade (ITU), que combina as duas variáveis para medir o nível de desconforto dos bovinos. Quanto maior o índice, mais dificuldade o animal encontra para eliminar o calor acumulado no organismo.

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Vacas em lactação, bovinos de alta produtividade e animais mantidos em sistemas intensivos são os mais vulneráveis. Entre os sinais de estresse estão respiração ofegante, salivação excessiva, apatia e redução do consumo de água e alimento.

O Inmet recomenda manter água limpa e fresca disponível durante todo o dia, garantir sombra natural ou artificial e concentrar a alimentação nas primeiras horas da manhã ou no fim da tarde. Transporte, vacinação e outros manejos devem ser evitados nos horários de maior calor.

Em Corumbá, em Mato Grosso do Sul, o risco deve permanecer entre atenção e alerta. No Sul, em grande parte do Sudeste e no leste do Nordeste, as condições previstas são mais favoráveis ao conforto dos rebanhos.

Fonte: Pensar Agro

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