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Dólar recua nesta segunda-feira após encontro entre Lula e Trump e perspectivas de trégua comercial EUA-China

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Cenário da abertura cambial

O dólar comercial iniciou a sessão desta segunda-feira (27) em queda, cotado próximo a R$ 5,36, recuando cerca de -0,58% em relação ao fechamento anterior.

No pregão da sexta-feira (24), a divisa havia fechado em alta de aproximadamente +0,11%, valendo R$ 5,3921.

Tendência recente do dólar
  • Acumulado na semana: –0,24%
  • Acumulado no mês: +1,31%
  • Acumulado no ano: –12,74%
Desempenho da bolsa brasileira

No fechamento de sexta-feira, o índice Ibovespa (IBOV), principal referência da bolsa brasileira, encerrou aos 146.172 pontos, representando alta de +0,31%.

As variações recentes do índice são:

  • Na semana: +1,93%
  • No mês: –0,04%
  • No ano: +21,52%

Dados mais recentes apontam que o Ibovespa já está negociado acima de 147.800 pontos, refletindo continuidade do otimismo no mercado.

Fatores que influenciam o mercado hoje

Reunião de líderes e tensões comerciais

O mercado repercute o encontro entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do Brasil, e o presidente Donald Trump, dos Estados Unidos, ocorrido recentemente na Malásia. Esse encontro reforça expectativas de avanços nas relações diplomáticas e nos fluxos comerciais.

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Além disso, cresce a expectativa de uma possível trégua comercial entre os EUA e a China, o que tem gerado otimismo nos mercados globais.

Outros vetores econômicos

O câmbio internacional da moeda americana também recua frente a outras moedas emergentes, pressionado por expectativas de corte de juros nos EUA.

No Brasil, o ambiente é apoiado por projeções de inflação mais amena, com dados recentes sugerindo desaceleração inflacionária.

Operações cambiais internas também têm impacto: foram realizados leilões de swap reverso e vendas de dólar à vista, com objetivo de aliviar pressões no câmbio e no chamado cupom cambial.

Perspectivas para o restante da semana

O mercado acompanha com atenção próximos eventos de política monetária, especialmente reuniões de bancos centrais internacionais. Nos EUA, espera-se decisão sobre taxas de juros no fim desta semana.

No âmbito doméstico, há atenção às previsões macroeconômicas, à evolução da inflação e à atuação do banco central brasileiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de açúcar somam 1,6 milhão de toneladas no line-up e mantêm forte ritmo de embarques nos portos do Brasil

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O line-up de navios nos portos brasileiros aponta que o país deve exportar 1,606 milhão de toneladas de açúcar na semana encerrada em 17 de junho, mantendo o Brasil como um dos principais fornecedores globais da commodity.

O volume, apesar de expressivo, representa redução em relação à semana anterior, quando estavam programadas 1,860 milhão de toneladas para embarque. O levantamento considera embarcações já atracadas, em fila de espera ou com previsão de chegada até 13 de julho.

Porto de Santos concentra maior parte dos embarques

O Porto de Santos (SP) segue como principal hub exportador de açúcar do país, concentrando 1.325.530 toneladas programadas no período.

Na sequência aparecem o Porto de Paranaguá (PR), com 278.000 toneladas, Recife (PE), com 20.300 toneladas, e Maceió (AL), com 8.774 toneladas.

Predomínio do açúcar VHP nas exportações

A composição da carga mostra predominância do açúcar VHP, que responde pela maior parte dos embarques, com 1.461.304 toneladas.

Também estão previstos embarques de Crystal B150 (100 mil toneladas), TBC (32.300 toneladas), açúcar refinado A-45 (7 mil toneladas) e VHP ensacado, equivalente a 6.000 toneladas.

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Exportações de açúcar somam 1,6 milhão de toneladas em junho

Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) indicam que o Brasil exportou 1.603.237 toneladas de açúcar em junho, com receita de US$ 574,98 milhões no acumulado do mês.

A média diária exportada ficou em 178,137 mil toneladas, enquanto a receita média diária atingiu US$ 63,887 milhões, considerando nove dias úteis no período.

Receita diária recua, mas volume cresce na comparação anual

Na comparação com junho de 2025, houve aumento no volume exportado, mas queda na receita e nos preços médios.

A receita diária recuou 11,5% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando o valor médio era de US$ 72,166 milhões.

Já o volume diário embarcado cresceu 5,8%, acima das 168,399 mil toneladas registradas em junho de 2025.

Preço médio do açúcar recua no mercado externo

O preço médio do açúcar exportado em junho de 2026 ficou em US$ 358,6 por tonelada, representando queda de 16,3% frente aos US$ 428,5 por tonelada observados em junho de 2025.

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O recuo reflete um cenário internacional mais pressionado, apesar da manutenção de um forte fluxo físico de exportações brasileiras, sustentado pela competitividade do país no mercado global.

O desempenho do setor reforça o Brasil como protagonista no comércio mundial de açúcar, com volumes elevados de embarque, ainda que sob pressão de preços no mercado internacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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