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Dragagem de rios garante desenvolvimento e segurança para comunidades ribeirinhas

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A dragagem de rios é um processo fundamental de engenharia fluvial, que permite a remoção de sedimentos, detritos e outros materiais acumulados no fundo de rios, lagos e canais. Longe de ser uma intervenção agressiva, a dragagem é, na verdade, um serviço de manutenção preventiva e corretiva essencial para a saúde dos ecossistemas aquáticos e para a segurança e bem-estar das comunidades ribeirinhas.

Contrário ao que muitos podem pensar, o processo de dragagem de manutenção não altera o percurso natural do rio. Seu objetivo principal é restaurar ou manter a profundidade e a largura originais do leito, garantindo o fluxo adequado da água e prevenindo problemas decorrentes do assoreamento.

A manutenção dos rios também fortalece o transporte hidroviário, um dos modais mais eficientes e sustentáveis. As embarcações transportam grandes volumes com menor consumo de combustível e menos emissões, reduzindo custos logísticos e facilitando a chegada de alimentos, combustíveis e outros produtos essenciais, especialmente na região Norte, onde os rios funcionam como verdadeiras estradas para muitas comunidades.

Nas hidrovias federais, os serviços de dragagem fazem parte da política pública coordenada pelo Ministério de Portos e Aeroportos e contam com execução técnica do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), responsável por obras e ações de manutenção da infraestrutura hidroviária em diferentes regiões do país.

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“A dragagem de manutenção é uma ação estruturante de política pública. Ao manter o canal com profundidade adequada, garantimos a navegação segura de embarcações que transportam pessoas e itens essenciais para as comunidades ribeirinhas. É uma medida que protege vidas, evita acidentes, assegura o abastecimento e reforça a presença do Estado na manutenção da infraestrutura hídrica”, destacou o secretário nacional de Hidrovias e Navegação do MPor, Otto Luiz Burlier.

“É uma medida que protege vidas, evita acidentes, assegura o abastecimento e reforça a presença do Estado na manutenção da infraestrutura hídrica” Otto Luiz Burlier

O diretor de Gestão Hidroviária do MPor, Eliezé Bulhões, explica a dragagem como medida para restabelecer as condições originais de navegabilidade do rio, sem alterar seu percurso natural. “A retirada controlada de sedimentos devolve profundidade ao canal e aumenta a segurança das embarcações. Todo o processo é precedido por estudos ambientais e acompanhado por monitoramento técnico para garantir proteção ao ecossistema e às comunidades que dependem dessa via”, concluiu.

Segurança e preservação ambiental
Os processos de dragagem modernos são planejados e executados com rigorosos padrões de segurança e com compromisso com a preservação da fauna e flora local. Antes de qualquer intervenção, são realizados estudos ambientais detalhados para identificar espécies sensíveis e planejar medidas de amenização e compensação.

A tecnologia atual permite a utilização de equipamentos que minimizam o impacto no ambiente aquático, controlando a dispersão de sedimentos e protegendo os habitats. A monitorização contínua da qualidade da água e da vida selvagem, durante e após a operação, assegura que o ecossistema seja preservado e, em muitos casos, até mesmo melhorado.

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Benefícios para a população ribeirinha
A dragagem de rios oferece uma série de benefícios diretos e indiretos para as cidades e populações que vivem às margens desses corpos d’água. A remoção de sedimentos que é feita durante a dragagem aumenta a capacidade de vazão do rio, reduzindo significativamente o risco de inundações e alagamentos em áreas urbanas e rurais, facilitando o transporte de pessoas e mercadorias, e impulsionando a economia local.

Ao remover o lodo e outros materiais acumulados, a dragagem também contribui para a melhoria da qualidade da água, beneficiando a vida aquática e o abastecimento das comunidades. E facilita atividades como pesca, turismo e transporte fluvial, gerando empregos e renda para a população local.

A dragagem é um investimento estratégico na infraestrutura hídrica, que garante a funcionalidade dos rios, protege o meio ambiente e promove a qualidade de vida das comunidades ribeirinhas. É uma ação de cuidado e responsabilidade com nossos recursos naturais e com o futuro das cidades.

Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

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MTE participa da liberação de crédito ao programa CAIXA Hospitais

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O secretário-executivo do MTE, Francisco Macena, em evento nesta quarta-feira (03) no auditório da Caixa em Brasília com presença do vice-presidente Geraldo Alckmin; o presidente da Caixa, Carlos Vieira; o secretário de atenção especializada à Saúde, Mozart Sales; além de representantes de empresas da área filantrópica de Saúde do país participou da cerimônia de assinatura de contratos do programa CAIXA Hospitais / FGTS-Saúde.

O CAIXA Hospitais é uma linha de crédito destinada às entidades sem fins lucrativos, inclusive as certificadas como entidades beneficentes de assistência social (CEBAS), e às empresas privadas não filantrópicas, conveniadas com o Sistema Único de Saúde (SUS. Os recursos da linha devem ser aplicados de forma complementar ao Sistema Único de Saúde (SUS), com ênfase na reestruturação financeira e em investimentos.

A resolução do FGTS que estabeleceu as diretrizes gerais do Programa FGTS-Saúde foi publicada pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS) em março desse ano, destinando 8,5 bilhões de recursos do Fundo para hospitais filantrópicos e entidades sem fins lucrativos vinculadas ao Sistema Único de Saúde (SUS), no âmbito do Programa Agora Tem Especialista.

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Previsto dentro do PAC Saúde, o FGTS Saúde prevê a destinação dos recursos em crédito às entidades sem fins lucrativos, com juros de até 8,66% e taxa de risco de crédito de até 3,00% ao ano, conforme a Medida Provisória (MP) nº 1.336, de 6 de fevereiro de 2026. A linha foi criada com o objetivo de oferecer condições especiais para que as instituições de saúde possam renegociar dívidas e melhorar sua gestão financeira. Segundo o agente financeiro Caixa, o crédito vai servir a estruturação de dívidas e investimentos das Santas Casas, já tendo sido executados pelo Programa cerca de R$ 2,2 bilhões, sendo R$ 1,5 bilhão já contratados e outros R$ 715 milhões em fase final de contratação.

Na cerimônia de hoje foram assinados contratos com a Fundação José Silveira na Bahia (R$110 milhões), Sociedade Portuguesa de Beneficência de Campos, no Rio (R$ 27,6 milhões), Associação de Combate ao Câncer de Goiás (15 milhões), Sistemas de Saúde Vila Nova, no Rio Grande do Sul (R$ 45 milhões), Fundo Assistencial da Paraíba (R$ 12 milhões), Instituto do Câncer de Londrina, no Paraná (R$ 53 milhões) e Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (R$ 300 milhões) A medida, segundo o Ministério da Saúde, busca reduzir filas, evitar o agravamento de doenças e diminuir afastamentos do trabalho, além de fortalecer a sustentabilidade financeira do setor hospitalar, intensivo em mão de obra, além de contribuir para a preservação de empregos e renda dos trabalhadores.

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Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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