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Elanco Saúde Animal cresce 8% no 2º trimestre e eleva projeção de receita para 2025

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A receita somou US$ 1,241 bilhão, o que representa um crescimento orgânico de 8% na comparação anual, desconsiderando variações cambiais e a venda da divisão de aquacultura em 2024. Este é o oitavo trimestre consecutivo de crescimento da companhia.

Resultados financeiros
  • Lucro líquido reportado: US$ 11 milhões
  • Lucro líquido ajustado: US$ 131 milhões
  • Lucro por ação ajustado: US$ 0,26 (US$ 0,06 acima da estimativa de analistas)
  • EBITDA ajustado: US$ 238 milhões
  • Margem ajustada: 19,2%

Diante dos resultados, a empresa revisou para cima a projeção de receita orgânica para o ano fiscal de 2025, passando a estimar entre US$ 4,570 bilhões e US$ 4,620 bilhões, um avanço esperado de 5% a 6% em relação a 2024. A meta de receita com inovação também foi elevada em US$ 60 milhões.

Liderança e estratégia

Segundo Jeff Simmons, presidente e CEO da Elanco, o desempenho é reflexo de um portfólio diversificado e inovador, que mantém crescimento constante mesmo em um cenário global dinâmico:

“Entramos no segundo semestre bem posicionados para cumprir nossos compromissos com o cuidado e o bem-estar dos animais em todo o mundo. O crescimento orgânico foi liderado pela divisão dos Estados Unidos, com alta de 11%.”

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Destaques do portfólio
  • 1. Pet Health (cães e gatos)
    • Receita: US$ 643 milhões
    • Crescimento: 11% na base reportada
    • Destaques: Credelio Quattro™ e Zenrelia™ (tratamento da dermatite canina, já no Brasil e com lançamento na União Europeia previsto para o 3º trimestre de 2025)
  • 2. Animais de produção (aves, suínos e bovinos)
    • Receita: US$ 583 milhões
    • Variação: queda de 2% na base reportada devido à venda da aquacultura, mas crescimento de 6% ao excluir este impacto e considerar moeda constante
    • Fatores positivos:
      • Recuperação da demanda internacional por produtos suínos
      • Estabilidade no segmento de aves, puxada pela demanda chinesa
Inovação sustentável no Brasil

No primeiro semestre de 2025, o Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) concedeu aprovação para uso de produtos da Elanco na redução da emissão de metano (CH₄) na pecuária de corte e na suinocultura.

Entre eles está o Zimprova™, primeiro ionóforo com indicação de redução de emissão de metano reconhecida pelo MAPA, unindo produtividade e sustentabilidade.

Compromisso global

A estratégia da Elanco vai além do cuidado e do bem-estar animal, buscando também impactos positivos para a sociedade, clientes e colaboradores, alinhando inovação, performance e responsabilidade ambiental.

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Com os resultados robustos e a revisão positiva das projeções, a empresa reforça sua posição como uma das líderes globais no setor de saúde animal.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Brasil e Alemanha assinam acordos para fortalecer cooperação em economia circular e combate ao crime ambiental

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Os governos do Brasil e da Alemanha firmaram, nesta segunda-feira (20/4), acordos para fortalecer a cooperação bilateral nas áreas de economia circular e combate ao crime ambiental. Os ministros do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco, e do Meio Ambiente, Conservação da Natureza, Segurança Nuclear e Proteção ao Consumidor alemão, Carsten Schneider, assinaram os atos em Hanôver, na Alemanha, paralelamente às agendas oficiais que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva cumpriu na cidade.

Os países também firmaram declaração conjunta em que a Alemanha manifesta intenção de aportar, por meio de seu banco de desenvolvimento KfW, até EUR 500 milhões para o Fundo Clima, operado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e liderado pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), que coordena seu Comitê Gestor  – leia mais aqui.

Diálogo Brasil-Alemanha sobre Economia Circular e Eficiência de Recursos

Um dos atos cria o Diálogo Brasil-Alemanha sobre Economia Circular e Eficiência de Recursos e seu plano de ação. O objetivo é fortalecer o intercâmbio bilateral sobre as políticas públicas necessárias à promoção da economia circular, instrumento considerado pelas nações como importante para apoiar o crescimento sustentável, a eficiência de recursos e o combate à mudança do clima, à perda de biodiversidade e à poluição.

O Diálogo tratará da concepção, planejamento e implementação de estratégias, legislação e políticas em áreas de interesse mútuo. Será um fórum para desenvolver conjuntamente recomendações de ajustes de políticas para apoiar a gestão sustentável de recursos.

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O intercâmbio entre os países se dará em três frentes. Primeiro, no aumento da circularidade e da eficiência de recursos ao longo de toda a cadeia de valor de materiais-chave – especialmente plásticos, água, produtos químicos, minerais e metais, entre outros – e em categorias de produtos selecionadas ou setores-chave, como eletrônicos, têxteis e embalagens. Para subsidiar a primeira área, podem ocorrer trocas sobre instrumentos e ferramentas de política, tais como critérios de ecodesign, rotulagem ambiental, sistemas de gestão ambiental, responsabilidade estendida do produtor, compras públicas sustentáveis, financiamento de medidas de economia circular e subsídios. Por fim, os países podem discutir padrões ambiciosos de sustentabilidade e transparência ao longo das cadeias de valor de categorias de produtos selecionadas e materiais-chave.



No texto, as partes destacam a intenção de trabalhar conjuntamente em mecanismos multilaterais internacionais sobre esses temas, como a ONU, incluindo o Comitê Intergovernamental de Negociação sobre Poluição por Plásticos, para promover a realização de padrões sustentáveis de consumo e produção e acelerar a transição para um uso mais sustentável, eficiente e circular de materiais e recursos naturais.

O Diálogo deve ser conduzido por autoridades de alto nível dos países. Sua governança ficará a cargo de um Comitê Diretivo Conjunto, que se reunirá anualmente e terá a tarefa de supervisionar o trabalho realizado no âmbito da iniciativa. Poderão participar outros ministérios envolvidos no tema, assim como o setor privado.



O plano de ação deve ser aplicado inicialmente por um período de cinco anos.

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Declaração Conjunta sobre a Cooperação no Combate aos Crimes Ambientais

O segundo ato assinado nesta segunda-feira institui a Declaração Conjunta sobre a Cooperação no Combate aos Crimes Ambientais. Por meio dela, Brasil e Alemanha reconhecem que os crimes ambientais – como o tráfico ilícito de fauna e flora silvestres e de resíduos e a mineração e pesca ilegais – são forma grave e em rápida expansão de crime organizado transnacional, que gera lucros ilícitos substanciais para organizações criminosas e possui impactos ambientais significativos, incluindo a aceleração da perda de biodiversidade, da mudança do clima e da poluição, o que representa ameaça a povos indígenas e comunidades locais.

A cooperação entre os países na área pode ocorrer na forma de intercâmbios bilaterais, envolvendo os ministérios relevantes de ambos os países; fortalecimento da coordenação em processos multilaterais relevantes, a fim de aprimorar a cooperação internacional; e a discussão de caminhos para um engajamento mais amplo e direcionado de iniciativas multissetoriais e da sociedade civil, entre outras.
 

Assessoria Especial de Comunicação Social do MMA
[email protected]
(61) 2028-1227/1051
Acesse o Flickr do MMA 

Fonte: Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima

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