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Escola do Trabalhador 4.0 amplia oferta de cursos gratuitos em tecnologia e inteligência artificial

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O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) reforça a divulgação das Trilhas de Aprendizado da Escola do Trabalhador 4.0, iniciativa desenvolvida em parceria com a Microsoft que oferece cursos gratuitos nas áreas de tecnologia, produtividade e competências digitais. Como parte do Programa Caminho Digital, a plataforma foi criada para preparar os trabalhadores brasileiros para os desafios da Economia 4.0, ampliando oportunidades de qualificação e empregabilidade.

Os interessados já podem acessar a plataforma, realizar o cadastro — no caso do primeiro acesso — e se matricular no curso de sua escolha pelo link: https://ead.escoladotrabalhador40.com.br/.

A Escola do Trabalhador 4.0 disponibiliza uma ampla variedade de trilhas formativas, que vão desde conceitos básicos até especializações em áreas estratégicas do mercado digital. Entre os principais destaques estão:

Inteligência Artificial

Cursos introdutórios e avançados abordam temas como IA generativa, ética no uso da tecnologia, Copilot, produtividade com Bing Chat e evolução das buscas on-line. Há também trilhas específicas para empreendedores, educadores, estudantes, organizações da sociedade civil, profissionais do Direito e do Judiciário, além de conteúdos voltados ao uso responsável da IA em ambientes educacionais.

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Fundamentos e certificações em tecnologia

A plataforma reúne formações estruturadas, como Fundamentos de IA no Azure (IA-900), profissionalização em inteligência artificial, soluções com GitHub e letramento digital com IA, permitindo que os participantes desenvolvam competências alinhadas às demandas atuais do mercado.

Produtividade e colaboração

Os cursos incluem ferramentas amplamente utilizadas no ambiente de trabalho, como Excel, Word, PowerPoint, Outlook, Teams, SharePoint, OneDrive e OneNote, além de conteúdos sobre gerenciamento de dados, projetos e automação com o Microsoft 365.

Dados, segurança e computação em nuvem

Há trilhas para analista e engenheiro de dados, cientista de dados, analista de segurança e administrador de TI em Azure, com conteúdos sobre machine learning, proteção de identidades, redes, armazenamento e governança de nuvem.

Programação e desenvolvimento

Os participantes também podem aprender a criar sites com HTML, CSS e JavaScript, escrever códigos em C# e desenvolver aplicações e serviços em nuvem.

Empregabilidade e habilidades digitais

A plataforma oferece ainda cursos sobre como elaborar currículos com apoio da IA, preparar-se para entrevistas, buscar oportunidades e utilizar o LinkedIn, além de conteúdos sobre sustentabilidade tecnológica e educação financeira com o Excel.

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Soluções empresariais e ERP/CRM

As trilhas do Dynamics 365 contemplam desde fundamentos de CRM e ERP até módulos de vendas, atendimento ao cliente, cadeia de suprimentos, manufatura e desenvolvimento de aplicativos corporativos.

Com conteúdos organizados em trilhas progressivas, a Escola do Trabalhador 4.0 possibilita que cada participante construa sua própria jornada de aprendizado, de acordo com seus objetivos profissionais.

A iniciativa reafirma o compromisso do MTE com a qualificação da força de trabalho brasileira, promovendo inclusão digital e preparando os trabalhadores para um cenário cada vez mais tecnológico e inovador.

 

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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MTE participa da liberação de crédito ao programa CAIXA Hospitais

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O secretário-executivo do MTE, Francisco Macena, em evento nesta quarta-feira (03) no auditório da Caixa em Brasília com presença do vice-presidente Geraldo Alckmin; o presidente da Caixa, Carlos Vieira; o secretário de atenção especializada à Saúde, Mozart Sales; além de representantes de empresas da área filantrópica de Saúde do país participou da cerimônia de assinatura de contratos do programa CAIXA Hospitais / FGTS-Saúde.

O CAIXA Hospitais é uma linha de crédito destinada às entidades sem fins lucrativos, inclusive as certificadas como entidades beneficentes de assistência social (CEBAS), e às empresas privadas não filantrópicas, conveniadas com o Sistema Único de Saúde (SUS. Os recursos da linha devem ser aplicados de forma complementar ao Sistema Único de Saúde (SUS), com ênfase na reestruturação financeira e em investimentos.

A resolução do FGTS que estabeleceu as diretrizes gerais do Programa FGTS-Saúde foi publicada pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS) em março desse ano, destinando 8,5 bilhões de recursos do Fundo para hospitais filantrópicos e entidades sem fins lucrativos vinculadas ao Sistema Único de Saúde (SUS), no âmbito do Programa Agora Tem Especialista.

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Previsto dentro do PAC Saúde, o FGTS Saúde prevê a destinação dos recursos em crédito às entidades sem fins lucrativos, com juros de até 8,66% e taxa de risco de crédito de até 3,00% ao ano, conforme a Medida Provisória (MP) nº 1.336, de 6 de fevereiro de 2026. A linha foi criada com o objetivo de oferecer condições especiais para que as instituições de saúde possam renegociar dívidas e melhorar sua gestão financeira. Segundo o agente financeiro Caixa, o crédito vai servir a estruturação de dívidas e investimentos das Santas Casas, já tendo sido executados pelo Programa cerca de R$ 2,2 bilhões, sendo R$ 1,5 bilhão já contratados e outros R$ 715 milhões em fase final de contratação.

Na cerimônia de hoje foram assinados contratos com a Fundação José Silveira na Bahia (R$110 milhões), Sociedade Portuguesa de Beneficência de Campos, no Rio (R$ 27,6 milhões), Associação de Combate ao Câncer de Goiás (15 milhões), Sistemas de Saúde Vila Nova, no Rio Grande do Sul (R$ 45 milhões), Fundo Assistencial da Paraíba (R$ 12 milhões), Instituto do Câncer de Londrina, no Paraná (R$ 53 milhões) e Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (R$ 300 milhões) A medida, segundo o Ministério da Saúde, busca reduzir filas, evitar o agravamento de doenças e diminuir afastamentos do trabalho, além de fortalecer a sustentabilidade financeira do setor hospitalar, intensivo em mão de obra, além de contribuir para a preservação de empregos e renda dos trabalhadores.

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Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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