Mato Grosso

Escola sofre ameaça de massacre e Polícia é acionada em MT

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Ascom/Willian Barbosa
Fachada da Escola Olavo Bilac, que sofreu ameaça de massacre

Ascom/Willian Barbosa

A Escola Olavo Bilac, em Lucas do Rio Verde, sofreu uma ameaça de massacre na última semana e a Prefeitura precisou se manifestar. O bilhete encontrado na unidade dizia que o atentado ocorreria no próximo dia 11 de abril.

Além do bilhete, uma uma conversa em áudio de WhatsApp entre mãe e filha também circulou nas redes. No diálogo, a menina citava o massacre como uma das razões de não querer ir à escola.

 

O gestor da unidade educacional registrou um boletim de ocorrência sobre o caso e as Polícias Civil e Militar e a Guarda Municipal estão monitorando a situação.

O policiamento na unidade escolar e em outras da regiões foram reforçados.

Conforme a nota da Prefeitura, após a tragédia em São Paulo, em que um aluno matou uma professora e outras quatro pessoas ficaram feridas, no início de março deste ano, houve um aumento de ameaças de massacre.

 

Segundo o Executivo Municipal, as secretarias de Educação e de Segurança Pública estão tomando as medidas cabíveis.

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“Dessa forma, a Prefeitura esclarece que a as equipes das escolas estão atentas e registrarão, conforme protocolo, todas as intercorrências e que a disseminação de ameaças, além de ser crime, pode ocasionar a redução de frequência de alunos em escolas”, disse por emio de nota.

 

Fonte: https://www.midianews.com.br/cotidiano/escola-sofre-ameaca-de-massacre-e-policia-e-acionada-em-mt/442436

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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