Mato Grosso

Escola sofre ameaça de massacre e Polícia é acionada em MT

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Ascom/Willian Barbosa
Fachada da Escola Olavo Bilac, que sofreu ameaça de massacre

Ascom/Willian Barbosa

A Escola Olavo Bilac, em Lucas do Rio Verde, sofreu uma ameaça de massacre na última semana e a Prefeitura precisou se manifestar. O bilhete encontrado na unidade dizia que o atentado ocorreria no próximo dia 11 de abril.

Além do bilhete, uma uma conversa em áudio de WhatsApp entre mãe e filha também circulou nas redes. No diálogo, a menina citava o massacre como uma das razões de não querer ir à escola.

 

O gestor da unidade educacional registrou um boletim de ocorrência sobre o caso e as Polícias Civil e Militar e a Guarda Municipal estão monitorando a situação.

O policiamento na unidade escolar e em outras da regiões foram reforçados.

Conforme a nota da Prefeitura, após a tragédia em São Paulo, em que um aluno matou uma professora e outras quatro pessoas ficaram feridas, no início de março deste ano, houve um aumento de ameaças de massacre.

 

Segundo o Executivo Municipal, as secretarias de Educação e de Segurança Pública estão tomando as medidas cabíveis.

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“Dessa forma, a Prefeitura esclarece que a as equipes das escolas estão atentas e registrarão, conforme protocolo, todas as intercorrências e que a disseminação de ameaças, além de ser crime, pode ocasionar a redução de frequência de alunos em escolas”, disse por emio de nota.

 

Fonte: https://www.midianews.com.br/cotidiano/escola-sofre-ameaca-de-massacre-e-policia-e-acionada-em-mt/442436

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Mato Grosso

Edital da Secel viabiliza inventário do Patrimônio Imaterial das Redeiras de Limpo Grande

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O edital “Inventários de Patrimônio Imaterial de Mato Grosso – edição Política Nacional Aldir Blanc (Pnab”, promovido pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), está viabilizando a documentação dos saberes seculares das redeiras de Limpo Grande, em Várzea Grande.

Realizado pela Associação Tece Arte, o projeto vai, pela primeira vez, transformar o “saber-fazer” das artesãs locais em um acervo documental definitivo. O objetivo é transformar esse “segredo de família” em um guia de consulta digital para pesquisadores, estudantes e entusiastas da arte popular de todo o mundo.

“Não estamos registrando apenas um objeto de decoração, mas uma tecnologia ancestral de resistência feminina. Mais do que fios e nós, o que se produz em Limpo Grande é memória viva “, afirma a coordenadora do projeto, Ester Moreira Almeida.

O Inventário do Patrimônio Imaterial das Redeiras de Limpo Grande utiliza um registro minucioso de imagens e depoimentos para mapear todo o processo — desde a colheita e preparo da matéria-prima até o acabamento dos padrões que deram fama nacional às redes de Várzea Grande. Com lançamento previsto para junho deste ano, o projeto está na fase de entrevistas.

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Por décadas, a técnica da tecelagem em Limpo Grande residiu apenas na tradição oral, passada de mãe para filha sob o som ritmado dos teares de madeira. O projeto, agora, mergulha nesse universo para registrar o que antes era invisível: os nomes dos pontos, a simbologia das cores e os relatos de resistência das mulheres que transformaram o artesanato em sustento e voz.

Para Ester, o inventário é um tributo à autonomia das mestras redeiras, preservando a tecelagem como símbolo de orgulho e desenvolvimento social.

“Ao sistematizar esse conhecimento, a Associação Tece Arte, com apoio da Secel, não apenas protege o passado, mas projeta o futuro. O projeto reafirma que, enquanto houver mãos tecendo em Limpo Grande, o patrimônio brasileiro continuará pulsando”, conclui.

(Com informações da Assessoria)

Fonte: Governo MT – MT

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