Mato Grosso

Estados da Amazônia Legal terão câmara temática para discutir infraestrutura

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Os estados da Amazônia Legal passarão a contar com um uma câmara temática para discutir a infraestrutura da região. A decisão foi tomada após uma reunião com representantes da área dos nove estados participantes do Consórcio Amazônia Legal, realizada em Porto Velho (RO).

O encontro fez parte da programação do 28º Fórum de Governadores da Amazônia Legal, realizado no Palácio Rio Madeira, sede do Governo do Estado de Rondônia. A Sinfra-MT foi representada pela secretária em exercício da pasta, Maria Stella Lopes Okajima Conselvan.

A reunião contou ainda com a participação de representantes do Banco Mundial, Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Durante a reunião, o Banco Mundial e o BID apresentaram as suas atuações na área de infraestrutura, assim como o BNDES apresentou os seus projetos para a área. Também foi realizada uma apresentação pelo Governo Federal sobre as rotas de integração sul-americana, que envolvem os estados da Amazônia Legal.

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Conforme a secretária em exercício da Sinfra-MT, o Consórcio ainda não tinha uma câmara para tratar de infraestrutura e o objetivo agora é que todos trabalhem de forma alinhada com as rotas de integração apresentadas pelo Governo Federal, em parceria com os bancos multilaterais.

Ao final do encontro, foi consolidado um relatório para ser apresentado na assembleia geral dos governadores.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado

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Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.

O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.

Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.

Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.

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Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.

Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.

A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.

Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.

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Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.

Fonte: Governo MT – MT

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