Mato Grosso

Estão abertas as inscrições para o Curso de Formação de Agentes Culturais no interior de Mato Grosso

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Estão abertas as inscrições para a “Formação de Agentes Culturais com Ênfase em Inovação, Inclusão e Diversidade”, com objetivo de capacitar trabalhadores da área da cultura, em municípios do interior de Mato Grosso.

O projeto foi aprovado no Edital Viver Cultura-Identidades, da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), com recursos da Lei Paulo Gustavo.

“O projeto possui grande importância para a cultura e para o Estado de Mato Grosso, pois tem como objetivo capacitar pessoas interessadas na área cultural, em especial aquelas que pretendem atuar como agentes culturais. Essa iniciativa ajuda a fortalecer e qualificar a mão de obra mato-grossense no setor cultural”, ressalta o proponente do projeto, Alison Vieira de Jesus.

Podem participar agentes culturais de qualquer município, no entanto, a prioridade será dada para aqueles que residem em Alta Floresta, Sinop e Guarantã do Norte (791 Km, 481 Km e 709 Km de Cuiabá, respectivamente).

Entre os temas que serão abordados durante o curso estão, a inclusão, a inovação e o empreendedorismo. “Como tudo acaba se relacionando, aqueles que participarem do curso vão conseguir não apenas trabalhar como agentes culturais, como também com o empreendedorismo, desenvolver suas ideias e investir nelas”, acrescenta.

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Serão 8 encontros online, que ocorrem entre 21 de abril a 30 de junho. O curso ainda conta com atividades presenciais, porém não obrigatórias, realizadas no segundo semestre em Alta Floresta, Sinop e Guarantã do Norte.

Ao final do curso, os participantes poderão produzir um evento que proporcionará a vivência real da produção cultural.

Para se inscrever, basta acessar o link aqui

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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