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Etanol hidratado registra nona semana consecutiva de alta e mantém tendência de valorização no mercado

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Etanol hidratado acumula nove semanas seguidas de valorização

O etanol hidratado, utilizado em veículos flex, híbridos e movidos exclusivamente a álcool, manteve o ritmo de alta e alcançou a nona semana consecutiva de valorização, de acordo com o Indicador Cepea/Esalq, da USP.

Entre os dias 8 e 12 de dezembro, o litro do biocombustível foi comercializado pelas usinas a R$ 2,9092, acima dos R$ 2,8853 registrados na semana anterior (1 a 5 de dezembro). O avanço representa alta de 0,83% no comparativo semanal.

A última queda no preço do indicador ocorreu há mais de dois meses, entre 6 e 10 de outubro, quando o litro do hidratado era vendido a R$ 2,7156. Desde então, o produto vem acumulando ganhos sucessivos, impulsionado por estoques ajustados e demanda firme nas distribuidoras.

Etanol anidro também encerra a semana com leve alta

O etanol anidro, misturado à gasolina nas refinarias, também apresentou valorização no período. O litro foi negociado a R$ 3,3256, ante R$ 3,3128 da semana anterior — uma alta de 0,39%.

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Segundo o Cepea/Esalq, o indicador do anidro mantém tendência positiva desde meados de outubro (semana de 13 a 17), refletindo o ajuste gradual nos estoques e o aquecimento das vendas para o setor de combustíveis.

A valorização, embora moderada, reforça o cenário de recuperação de preços no segmento, em linha com o aumento sazonal da demanda e a redução do volume ofertado pelas usinas.

Indicador Diário Paulínia mostra leve recuo pontual

Na última sexta-feira (12 de dezembro), o Indicador Diário Paulínia registrou pequena variação negativa nas cotações do etanol hidratado. O biocombustível foi negociado a R$ 3.011,50 por metro cúbico, ante R$ 3.012,50/m³ na quinta-feira — queda de R$ 1,00/m³, equivalente a 0,03%.

Apesar da leve oscilação diária, analistas destacam que o movimento não altera a trajetória geral de alta observada nas últimas semanas, sustentada pela oferta restrita e bom desempenho da demanda interna.

Perspectiva: mercado deve seguir firme no curto prazo

Com o avanço das cotações nas usinas e o comportamento favorável da demanda, o mercado do etanol tende a manter o viés de valorização no curto prazo.

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A expectativa é que os preços permaneçam sustentados, principalmente enquanto persistirem os custos elevados de produção e o equilíbrio delicado entre oferta e consumo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de algodão de Mato Grosso batem recorde em junho e China amplia compras da pluma brasileira

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As exportações de algodão em pluma de Mato Grosso registraram um novo recorde para o mês de junho, consolidando o protagonismo do estado no comércio internacional da fibra. Impulsionadas pelo forte avanço da demanda chinesa e pela competitividade da pluma brasileira, as vendas externas apresentaram crescimento expressivo em relação ao mesmo período do ano passado.

De acordo com análise semanal do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), elaborada com base em dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o Brasil exportou 217,04 mil toneladas de algodão em pluma em junho de 2026. Embora o volume represente uma retração de 25,46% frente a maio, houve avanço de 63,41% na comparação com junho de 2025.

Mato Grosso lidera exportações brasileiras de algodão

Em Mato Grosso, os embarques somaram 154,18 mil toneladas em junho, resultado que representa queda mensal de 20,70%, mas crescimento de 66,38% em relação ao mesmo mês do ano anterior.

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O desempenho estabeleceu um novo recorde para junho na série histórica da Secex, reforçando a liderança do estado nas exportações brasileiras de algodão.

Safra 2024/25 mantém ritmo forte nas vendas externas

No acumulado da safra 2024/25, entre agosto de 2025 e junho de 2026, Mato Grosso exportou 1,97 milhão de toneladas de algodão em pluma.

O volume representa um crescimento de 13,57% em comparação ao mesmo período da temporada anterior, evidenciando o fortalecimento da presença brasileira no mercado internacional da fibra.

China amplia importações e consolida liderança entre os compradores

Segundo o Imea, a China permaneceu como o principal destino do algodão mato-grossense na safra 2024/25.

As compras chinesas cresceram 53,97% em relação ao ciclo anterior e passaram a representar 19,75% de todas as exportações de algodão realizadas pelo estado.

O instituto atribui esse avanço à maior competitividade da pluma brasileira em um cenário de elevada oferta exportável, fator que aumentou a atratividade do produto nacional frente aos concorrentes internacionais.

Mato Grosso concentra embarques para o mercado chinês

Com o forte crescimento da demanda asiática, Mato Grosso respondeu por mais da metade das exportações brasileiras de algodão destinadas à China, reforçando sua posição estratégica no abastecimento do maior mercado consumidor mundial da fibra.

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A combinação entre elevada produção, qualidade da pluma e competitividade nos preços segue fortalecendo o estado como principal polo exportador de algodão do Brasil e um dos mais relevantes fornecedores do mercado global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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