Mato Grosso

Fiscalização prende 6 motoristas alcoolizados e remove 50 veículos na Miguel Sutil

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A Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT) realizou na madrugada desta quinta-feira (30.05), a 57ª edição da Operação Lei Seca em Cuiabá. Foram montados pontos de abordagens em dois trechos diferentes da avenida Miguel Sutil, que resultaram na prisão de seis condutores embriagados e remoção de 50 veículos.

Conforme relatório do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), na operação ocorrida no bairro Duque de Caxias, quatro condutores foram detidos embriagados e um por alteração das características do veículo que conduzia.

Também foram confeccionadas 39 multas, fiscalizados 30 veículos e removidos 25. Neste local, os agentes submeteram 117 pessoas ao teste de alcoolemia.

Já no bairro Jardim Mariana, 106 condutores passaram pelo teste do bafômetro e dois motoristas foram presos por embriaguez ao volante. Neste ponto, foram confeccionados 35 autos de infração de trânsito, autuados 28 veículos e removidos 25.

A Operação Lei Seca é realizada pela Sesp, sob a coordenadoria do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), com as equipes do Batalhão de Trânsito (BPMTran), Polícia Militar, Delegacia de Trânsito (Deletran) da Polícia Judiciária Civil, Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Guarda Municipal, Corpo de Bombeiros (CBM-MT), Polícia Penal, Sistema Socioeducativo, e Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob).

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Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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