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Foragido brasileiro é preso na Bolívia e entregue à Polícia Federal em Mato Grosso do Sul

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Brasília, 24/4/26 – Um foragido da Justiça brasileira foi entregue à Polícia Federal (PF), nesta sexta-feira (24), em Corumbá (MS). O homem foi levado à delegacia da PF por autoridades bolivianas, após ser preso na cidade de Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia. A prisão ocorreu por agentes da Interpol vinculados à Polícia Boliviana, após operação com cooperação internacional e intercâmbio de informações entre autoridades de diferentes países. A ação integra esforços conjuntos para localizar e deter suspeitos que atuam além das fronteiras nacionais.

Crimes

O homem preso é investigado por participação em organização criminosa e era considerado foragido da Justiça do estado de Minas Gerais. Contra ele, havia mandado de prisão em aberto por crimes de receptação, roubo e roubo qualificado — caracterizado por circunstâncias agravantes, como o uso de violência ou ameaça.

Depois de cumprir os procedimentos legais, o suspeito foi entregue às autoridades competentes e permanece sob custódia e à disposição da Justiça.
A iniciativa faz parte das ações do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) para combater o crime organizado, ampliar a cooperação internacional e fortalecer a atuação das forças de segurança na captura de foragidos.

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Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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Nacional

Paraná recebe projeto Defensoras Populares e conclui implementação da iniciativa em dez estados

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Curitiba, 27/6/2026 – O projeto Defensoras Populares será lançado neste sábado (27), em Curitiba (PR), marcando a conclusão do ciclo de implementação da iniciativa em dez estados brasileiros. Promovido pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), o projeto fortalece a educação em direitos, amplia o acesso à Justiça e contribui para a prevenção da violência de gênero por meio da formação de lideranças femininas em seus territórios.

O projeto integra o programa Antes que Aconteça, da Secretaria Nacional de Acesso à Justiça (Saju), e o Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio. Desenvolvido em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), tem como objetivo fortalecer redes comunitárias de proteção e ampliar o acesso das mulheres aos serviços de Justiça e assistência.

A cerimônia contará com a presença de deputadas federais, vereadoras, representantes do sistema de Justiça e do Governo Federal. Também participará da mesa de abertura a ex-ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, reforçando o compromisso interinstitucional com o enfrentamento à violência contra as mulheres.

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O lançamento ocorre em um contexto de agravamento da violência doméstica e familiar no estado. Segundo dados da Divisão de Polícia Especializada (DPE) da Polícia Civil do Paraná, mais de 70 mil denúncias foram registradas no último ano. No mesmo período, cerca de 32 mil medidas protetivas foram solicitadas. Embora os números tenham aumentado em relação ao ano anterior, especialistas apontam que esse crescimento também reflete uma maior disposição das vítimas em denunciar as agressões.

Para a secretária nacional de Acesso à Justiça do MJSP, Sheila de Carvalho, os indicadores reforçam a necessidade de fortalecer as redes de proteção e garantir que as mulheres conheçam seus direitos e os mecanismos disponíveis para romper o ciclo da violência.

“A violência contra as mulheres não é um problema privado, é uma grave violação de direitos humanos que exige respostas coletivas e permanentes do Estado e da sociedade. O crescimento das denúncias também mostra que mais mulheres estão encontrando alternativas para pedir ajuda, e o projeto Defensoras Populares nasce justamente para ampliar esses caminhos, formando mulheres que se tornam pontes de informação, acolhimento e acesso à Justiça em suas comunidades”, afirma.

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Com a conclusão da implementação nos dez estados contemplados, o projeto consolida uma estratégia nacional de prevenção baseada no fortalecimento de lideranças femininas, na promoção da cidadania e na construção de redes comunitárias capazes de identificar situações de violência, orientar mulheres sobre seus direitos e ampliar o acesso aos serviços de proteção.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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