Mato Grosso

Força Tática apreende arma, munições e diversas porções de entorpecentes

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Equipes da Força Tática do 8º Batalhão da Polícia Militar apreenderam, nesta terça-feira (20.08), um revólver, munições, 22 porções de pasta base de cocaína e dois tabletes de maconha em uma residência em Alta Floresta (790 km de Cuiabá). Na ação, um homem com diversas passagens criminais morreu, após confronto com os policiais militares.

Conforme o boletim de ocorrência, as equipes receberam diversas denúncias sobre tráfico de drogas em uma casa localizada no bairro Vila Nova. O suspeito utilizava uma motocicleta modelo Honda CG 125 de cor cinza para distribuir os entorpecentes.

Após a queixa, os policiais militares intensificaram o policiamento na região e se deparou com o suspeito na moto, que fugiu em alta velocidade. Foi iniciado uma perseguição policial.

O condutor da motocicleta entrou na residência apontada na denúncia. Assim que os policiais militares entraram no imóvel, foram recebidos a tiros. A equipe revidou com disparos para proteção.

O homem foi baleado e socorrido pelas equipes até o Hospital Regional de Alta Floresta. Ele não resistiu e morreu na unidade de saúde. As equipes apreenderam na casa diversas porções de pasta base de cocaína, tabletes de maconha, uma arma de fogo, munições calibre 32, uma balança de precisão e pinos para armazenamento de cocaína.

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Os policiais identificaram que ele possuía passagens criminais por tráfico de drogas, uso ilícito, porte irregular de arma de fogo e conduzir veículo sob efeito de álcool. Os materiais apreendidos foram levados à delegacia.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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