Mato Grosso

Força Tática conduz quatro suspeitos por tráfico de drogas em Nova Mutum

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Policiais militares da Força Tática do 14º Comando Regional prenderam um homem, de 42 anos, uma mulher, de 18 anos, e dois adolescentes, de 16 e 14 anos, por tráfico de drogas, na noite desta quinta-feira (6.3), em Nova Mutum. Com a quadrilha, a PM apreendeu porções de substâncias análogas à cocaína e maconha.

Durante patrulhamento pelo bairro Parque do Sol, a equipe da Força Tática realizou abordagem ao adolescente, de 16 anos, que estava agindo de modo suspeito em um local escuro. Com ele, os policiais encontraram algumas porções de cocaína.

Questionado sobre a procedência da droga, o menor revelou ter adquirido o material em uma residência próxima, que seria ponto de venda dos entorpecentes.

Os militares seguiram até o endereço indicado pelo adolescente e encontraram mais dois suspeitos, sendo o menor, de 14 anos, e a mulher, de 18 anos, que se apresentaram como irmãos.

No momento da chegada da Força Tática, o suspeito arremessou um celular ao chão e danificou o aparelho. Nas buscas pela casa, os policiais encontraram o restante de porções de maconha e cocaína, espalhadas na cama de um dos irmãos. Além disso, também foram localizados mais celulares, uma balança de precisão e caderno de anotações.

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Ainda durante as buscas, o pai dos suspeitos chegou na residência e tentou atrapalhar o trabalho das equipes policiais. Em verificação ao homem, também foi constatado o seu envolvimento com o tráfico de drogas.

Diante da situação, os quatro suspeitos receberam voz de prisão e foram conduzidos para a Delegacia da cidade para registro da ocorrência e demais providências.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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