Mato Grosso

Polícia Civil prende dupla com mais de 840 pinos de cocaína e quatro quilos de maconha e pasta base

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Policiais da Delegacia de Tapurah apreenderam nesta sexta-feira (29.11) mais de 840 porções de entorpecentes. Na ação, a equipe prendeu um adulto e apreendeu um adolescente, envolvidos com o tráfico no Distrito de Ana Terra. A ação contou com apoio da Polícia Militar do município.

Durante diligências na localidade, a equipe policial avistou duas pessoas, já conhecidas por envolvimento em ações criminosas, em frente a uma residência identificada como ponto de tráfico de drogas e alvo de investigações anteriores. Um dos suspeitos, que faz parte de uma facção criminosa, estava carregando uma mochila grande.

Ao perceberem a presença dos policiais, os dois ficaram nervosos e um deles, de 17 anos, largou a mochila na varanda da casa e tentou entrar no imóvel.

Os policiais civis fizeram a abordagem e conseguiram deter um deles fora da residência, enquanto o outro foi preso dentro da casa.

Em revista à mochila que foi abandonada na varanda, foram encontrados 849 pinos de cocaína, quase dois quilos de maconha e 1,6 quilo de pasta base de cocaína.

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Ao ser abordado, um dos suspeitos tentou destruir seu celular, possivelmente na tentativa de dificultar a investigação.

O material apreendido foi encaminhado à delegacia.

A ação faz parte do esforço contínuo das forças de segurança no combate ao tráfico de drogas e às organizações criminosas na região.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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