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Forças integradas apreendem mais de 730 kg de drogas e intensificam combate ao crime organizado

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Brasília, 11/5/2026 — Operações realizadas pelas Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado (Ficcos) entre 4 e 10 de maio resultaram na apreensão de 731 kg de entorpecentes, na prisão de 33 pessoas e no cumprimento de 42 mandados de busca e apreensão em diferentes regiões do País. As ações também incluíram a inutilização de pistas clandestinas utilizadas pelo tráfico internacional de drogas.

As Ficcos são compostas pela Polícia Federal e por forças de segurança estaduais, com atuação integrada no enfrentamento ao crime organizado.

Confira o resumo das principais ações no período:

Combate ao tráfico de drogas

A Ficco do Ceará (CE) deflagrou a Operação Consorte para aprofundar investigações relacionadas a uma organização criminosa com atuação em múltiplos estados. As ações ocorreram simultaneamente em municípios cearenses e em Belo Horizonte (MG), com o cumprimento de 27 mandados de busca e apreensão e seis de prisão.

Também no enfrentamento ao tráfico de drogas, a Ficco de Minas Gerais (MG) deflagrou a Operação Concierge, com 15 mandados de busca e apreensão nas cidades de Governador Valadares, Sardoá, Galileia e Belo Horizonte. Quatro suspeitos foram presos em flagrante. Além disso, sete armas de fogo, munições e celulares foram apreendidos.

Em São Paulo (SP), uma ação da Ficco resultou na prisão em flagrante de um suspeito por tráfico de drogas e na apreensão de mais de 135 kg de cocaína em Cafelândia. A droga foi encontrada dentro de um veículo abordado pelos agentes. Em outra ação, em Pirapozinho (SP), a força apreendeu aproximadamente 263 kg de maconha e skunk durante diligências da Operação Impacto. Já em Pacaembu (SP), mais de 300 kg de maconha foram encontrados em um veículo roubado. O condutor foi preso.

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No Amazonas (AM), a Ficco atuou na Operação Pouso Negado para combater a logística do tráfico internacional por via aérea. A ação inutilizou três pistas clandestinas de aviação nos municípios de Novo Airão, Careiro e Maués.

Já a Ficco do Pará (PA) cumpriu três mandados de prisão preventiva expedidos pela Justiça paraense durante a Operação Coalizão Pela Paz. As ações ocorreram em Ananindeua e Belém, no Pará, e em Aparecida de Goiânia (GO). Os alvos integram organização criminosa envolvida com tráfico de entorpecentes, extorsão e crimes violentos contra agentes de segurança pública.

A Ficco do Paraná (PR) prendeu um suspeito por tráfico de drogas em Foz do Iguaçu. Durante buscas em um veículo, os agentes encontraram mais de 33 kg de haxixe.

Prisões e cumprimento de mandados

A Ficco de Rondônia (RO) prendeu, em Porto Velho, um foragido da Justiça com mandado de prisão definitiva em aberto. Ele deverá responder por homicídio qualificado e corrupção de menores, com pena fixada em 13 anos e quatro meses de reclusão em regime fechado.
Já a Ficco de Ilhéus (BA) atuou na prisão de dois foragidos no Espírito Santo. Durante patrulhamento em Pedro Canário (ES), policiais militares abordaram um veículo após informações compartilhadas pela força integrada. Dos quatro ocupantes, dois eram procurados pela Justiça por homicídio. Também foram encontrados 27 gramas de maconha. Em outra ação, a Ficco cumpriu, em Ilhéus (BA), um mandado de prisão contra um condenado por tráfico de drogas pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (SP).

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Outra captura foi realizada pela Ficco de Pernambuco (PE), que prendeu, em Igarassu, um investigado apontado como liderança de organização criminosa responsável pela imposição de domínio territorial armado em comunidades do Recife. Durante as investigações, foram apreendidos balança de precisão, porção de substância análoga à maconha e três aparelhos celulares utilizados em ações criminosas.

A Ficco do Ceará também realizou ações integradas que resultaram na recaptura de um foragido do sistema prisional desde 2004, localizado em Jijoca de Jericoacoara, além da prisão em flagrante de três pessoas por tráfico de drogas e posse ilegal de arma de fogo, em Boa Viagem.

Por fim, as Ficcos da Bahia e do Ceará colaboraram para a prisão, em Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia, de quatro foragidos da Justiça investigados, em tese, por organização criminosa, tráfico de drogas e lavagem de dinheiro.

As Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado são coordenadas pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), e atuam de forma conjunta com órgãos estaduais e federais no enfrentamento às organizações criminosas em todo o País.

*Com informações da Polícia Federal.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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Mercado formal celetista gera 58.568 empregos em julho e acumula 972.203 postos no ano

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Em julho de 2026, o mercado de trabalho formal celetista gerou 58.568 postos de trabalho, resultado de 2.262.888 admissões e 2.204.320 desligamentos no mês, acumulando no ano 972.203 novos postos de trabalho, um crescimento de 2,06%. Considerando os saldos dos últimos 12 meses (agosto/2025 a julho/2026) a ampliação do emprego formal no país chega a 880.717, crescimento de 1,87%.

Com o resultado de julho, o estoque de vínculos de trabalho formal chegou a 48.082.866 empregos no país.
Em 4 dos 5 grandes grupamentos de atividades econômicas os saldos foram positivos no mês, com destaque para o setor de Serviços (24.098), seguido da Construção (12.691), Agropecuária (12.523) e Indústria (11.315). Apenas o Comércio teve saldo negativo (-2.056) no mês.
Nos estados, foram registrados saldos positivos em 22 das 27 unidades federativas. Em valores absolutos, São Paulo (17.814), Mato Groso (5.766) e Minas Gerais (5.199) tiveram os maiores saldos. Em valores relativos, os percentuais foram maiores no Amazonas (0,63%), Mato Grosso (0,59%) e no Piauí (0,52%).
Dos postos de trabalho gerados, 95,1% podem ser considerados típicos e 4,9% não típicos, majoritariamente trabalhadores intermitentes (+4.344) e pessoas físicas do Cadastro de Atividades Econômicas – os CAEPF (+1.911).
Acumulado do ano
No acumulado de janeiro a julho de 2026, quatro dos cinco grandes grupamentos de atividades econômicas registraram saldos positivos. O maior crescimento ocorreu no setor de Serviços, com saldo de 591.519 postos formais de trabalho, crescimento de 2,58%, com destaque para o setor de Informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas, com saldo de 211.823 empregos no ano.
Também positiva, a Construção gerou 180.449 postos formais no ano, crescimento de 6,12%, com destaque para o setor de Obras de Infraestrutura (71.711). A Indústria apresentou saldo de 154.052 postos (1,72%) e a Agropecuária 54.106 postos (2,99%). O Comércio foi o único grande grupamento com resultado negativo no ano, acumulando perda de 7.896 postos formais de trabalho (-0,08%).
Nos estados, os maiores saldos acumulados ocorreram em São Paulo (267.107), Minas Gerais (113.981) e Paraná (68.243). Em termos relativos, as maiores variações foram registradas no Amapá (4,79%), Mato Grosso (3,96%) e Piauí (3,74%).

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Dados populacionais
Em julho, o saldo é foi positivo para homens (38.085) e para mulheres (20.483). Na população até 24 anos, o saldo foi positivo em 89.425 postos de trabalho, porém, negativo em 30.857 postos para pessoas com mais de 25 anos.
O saldo foi também positivo para as pessoas com nível médio completo (50.675) e para o com nível médio incompleto (12.027). Demais níveis de instrução totalizam saldo negativo de 4.134 postos. O saldo foi positivo para pardos (64.881), pretos (10.694), amarelos (481) e indígenas (63). Foi registrado saldo negativo apenas para brancos (-7.216).

Salário admissão
O salário médio real de admissão em julho chegou a R$ 2.419,23, com crescimento de 0,6% em relação a junho (R$ 2.404,10), uma variação positiva de R$ 15,13. Já em comparação com o mesmo julho de 2025, o aumento foi de R$ 48,38 (2,04%). Para os trabalhadores considerados típicos, o salário real de admissão foi de R$ 2.456,27, 1,5% mais elevado que o valor médio, enquanto para os trabalhadores não típicos chegou a R$ 2.142,12, uma variação 11,5% menor que o valor médio.

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Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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