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Forseed e LongPing High-Tech destacam híbrido FS560 como aposta para alta produtividade do milho na Safrinha 2026

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Com o avanço do calendário agrícola, produtores de milho já se preparam para o plantio da Safrinha 2026 — etapa que exige decisões estratégicas, especialmente na escolha da semente. A definição do híbrido ideal influencia diretamente a produtividade e a rentabilidade das lavouras, principalmente em regiões sujeitas a condições climáticas desafiadoras, como o Norte e o Mato Grosso.

FS560: equilíbrio entre estabilidade, sanidade e alta performance

Entre as opções disponíveis no mercado, o híbrido FS560, da Forseed, marca pertencente à LongPing High-Tech, vem se destacando por seu desempenho consistente em diferentes ambientes de cultivo. Fruto de anos de pesquisa e melhoramento genético, o material oferece excelente potencial produtivo, alta adaptabilidade e comportamento uniforme nas lavouras comerciais.

O FS560 combina vigor vegetativo, sanidade foliar e estabilidade produtiva, mostrando boa resposta às condições de manejo e elevada tolerância às principais doenças do milho no Brasil. Esses fatores proporcionam maior previsibilidade de resultados e segurança ao produtor, que pode planejar as próximas safras com base em um desempenho mais estável.

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Pesquisa e inovação fortalecem o desempenho do híbrido

A consistência do FS560 é resultado do investimento contínuo da LongPing High-Tech em pesquisa e desenvolvimento. A empresa mantém uma ampla estrutura técnica em todas as principais regiões agrícolas do país, com foco em inovação genética e adaptação dos híbridos a diferentes condições de solo e clima.

Essa estratégia reforça o compromisso da companhia em oferecer sementes de alto desempenho, capazes de atender às demandas específicas de cada região produtora.

Logística eficiente garante agilidade nas entregas

Além da qualidade genética das sementes, a LongPing High-Tech também é reconhecida pela eficiência logística. A empresa possui frota própria, o que assegura rapidez e precisão na entrega dos produtos — um diferencial especialmente importante durante o período da safrinha, quando a demanda por híbridos aumenta e a agilidade no atendimento é essencial para o sucesso do plantio.

FS560: desempenho comprovado no campo

Na prática, o FS560 tem se consolidado como uma opção segura para os produtores do Centro-Oeste e demais regiões de safrinha. Sua estabilidade produtiva e resistência a doenças fazem do híbrido uma escolha estratégica para quem busca produtividade com consistência.

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Com foco em tecnologia, eficiência e resultados reais no campo, a Forseed Sementes reafirma seu compromisso em desenvolver híbridos que gerem retorno econômico ao agricultor. O portfólio da marca reflete o trabalho de uma rede de profissionais dedicados a acompanhar de perto a realidade das lavouras brasileiras e a transformar inovação em produtividade.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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ABCS propõe novas linhas de crédito e ampliação do INOVAGRO para o Plano Safra 2026/27

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A Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS) encaminhou ao Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) uma série de propostas para o Plano Safra 2026/2027. O documento reúne sugestões voltadas à ampliação do crédito rural, modernização das granjas e fortalecimento da competitividade da suinocultura brasileira.

As medidas defendidas pela entidade buscam adequar as linhas de financiamento às necessidades do setor, que demanda investimentos constantes em tecnologia, biosseguridade, automação e bem-estar animal.

Entre os principais pontos apresentados pela ABCS está a criação permanente de uma linha de crédito específica para retenção de matrizes suínas, com prazo de carência de dois anos para pagamento.

ABCS pede crédito específico para retenção de matrizes

Segundo a entidade, a suinocultura possui um ciclo produtivo mais longo em relação a outras cadeias pecuárias. O intervalo entre a inseminação da matriz e o abate dos animais gerados no ciclo reprodutivo pode chegar a nove meses.

Além disso, cada matriz permanece em produção, em média, durante cinco ciclos, totalizando aproximadamente 24 meses de atividade.

Com base em levantamentos da Embrapa Suínos e Aves referentes aos custos médios registrados em janeiro de 2026 nos estados da Região Sul, a ABCS calculou que o custo direto por matriz ao longo de 2,5 anos chega a R$ 6.791.

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O estudo considera despesas com aquisição de matrizes, alimentação, medicamentos e vacinas.

A associação estima que seriam necessários aproximadamente R$ 239 milhões em recursos para atender cerca de 5% dos produtores independentes do país por meio da nova linha de crédito proposta.

Entidade solicita ampliação dos limites do INOVAGRO

Outro ponto defendido pela ABCS é a ampliação dos limites de financiamento do Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica na Produção Agropecuária (INOVAGRO).

A proposta prevê aumento do limite individual para R$ 4,5 milhões e do teto para operações coletivas para R$ 13,5 milhões.

Segundo a entidade, os investimentos são necessários para adequar as granjas às exigências previstas na Instrução Normativa nº 113/2020, que trata de bem-estar animal e práticas produtivas na suinocultura.

Os recursos seriam destinados principalmente para reformas em instalações de gestação, ampliação de maternidades, sistemas de climatização e automação das unidades produtivas.

A ABCS argumenta que as adequações são fundamentais para elevar a eficiência produtiva, reduzir o uso de antimicrobianos e atender exigências de mercado.

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Proposta também prevê atualização do limite do Pronamp

A associação também sugeriu mudanças no enquadramento do Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp).

A proposta encaminhada ao Mapa prevê elevação do limite de renda bruta anual de R$ 3,5 milhões para R$ 3,75 milhões.

De acordo com a entidade, a atualização é necessária diante do aumento dos custos de produção e das mudanças econômicas registradas nos últimos anos no setor agropecuário.

Setor cobra linhas de financiamento mais alinhadas à realidade da produção

Segundo o presidente da ABCS, Marcelo Lopes, as propostas têm como objetivo aproximar os mecanismos de crédito da realidade enfrentada pelos produtores rurais.

“A atividade exige investimentos contínuos em tecnologia, biosseguridade e bem-estar animal. Por isso, defendemos que os mecanismos de crédito acompanhem a dinâmica e as necessidades do setor”, afirmou.

As sugestões apresentadas pela ABCS reforçam a mobilização do setor produtivo em torno do Plano Safra 2026/2027, considerado estratégico para garantir competitividade, expansão da produção e modernização da agropecuária brasileira.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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