Mato Grosso

Governo de Mato Grosso inaugura Escola Técnica Estadual em Matupá

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O Governo de Mato Grosso inaugurou a Escola Técnica Estadual de Educação Profissional e Tecnológica de Matupá. A obra, que ficou parada por mais de uma década, contou com um investimento de quase R$ 18 milhões. Deste montante, R$ 9.357.129,76 foram provenientes de recursos próprios do Governo Estadual, enquanto R$ 8.543.357,08 foram liberados pelo governo federal, viabilizando a conclusão da escola. A entrega ocorreu por meio da Secretaria de Estado, Ciência, Tecnolocia e Inovação (Seciteci) na sexta-feira (05.07).

O secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação de Mato Grosso, Allan Kardec, comemorou a conclusão de mais uma escola técnica que estava paralisada.

“São 16 escolas técnicas no Estado de Mato Grosso. Das oito que estavam paralisadas há mais de dez anos, estamos inaugurando a sexta. E hoje é a primeira cidade em que temos servidores públicos municipais trabalhando em conjunto com a Seduc e a Seciteci. É um orgulho dizer que antecipamos em um ano a inauguração desta escola. Quero dizer aos alunos aqui presentes que os cursos já estão autorizados, ninguém ficará sem certificados. Nosso compromisso é que no dia da formatura vocês recebam o diploma e, no dia seguinte, estejam prontos para o mercado de trabalho”, afirmou.

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Com uma área construída de 5.539,77 m², a escola possui salas de aula, laboratórios, biblioteca, auditório, quadra poliesportiva e refeitório, tendo capacidade para cerca de 1,5 mil alunos. Atualmente, a ETEC Matupá, juntamente com a Escola Estadual Jardim das Flores, oferece ensino médio com cursos técnicos em Agricultura e Logística, com duas turmas pela manhã e duas pela tarde. A partir de julho, serão ofertados cursos técnicos subsequentes nas áreas de Agricultura e Logística no período noturno. Em fevereiro de 2025, serão introduzidos os cursos de Agronegócio e Informática.

Retomada da Obra

A construção da escola foi iniciada em 2009, com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), em parceria com o Governo do Estado. Quando o governador Mauro Mendes assumiu, encontrou oito obras de Escolas Técnicas paralisadas há mais de dez anos. A obra foi novamente licitada e retomada definitivamente em 2022. O termo de parceria entre a Seciteci e a Seduc, firmado até 2030, para a implantação do Novo Ensino Médio no itinerário formativo da educação profissional, está permitindo a implantação de cursos técnicos concomitantes e intercomplementares entre as duas secretarias.

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Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado

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Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.

O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.

Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.

Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.

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Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.

Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.

A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.

Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.

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Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.

Fonte: Governo MT – MT

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