Mato Grosso

Governo de MT investe mais de R$ 7 milhões para construção de 384 apartamentos para famílias de baixa renda

Publicado

O Governo de Mato Grosso, por atuação da MT Participações e Projetos (MT Par), formalizou nesta quarta-feira (17.7) subsídio para a construção de 384 apartamentos em Tangará da Serra. Os recursos estaduais investidos no empreendimento são de R$ 7,6 milhões.

As unidades integram o programa SER Família Habitação, idealizado pela primeira-dama, Virginia Mendes, e têm como público alvo as pessoas de baixa renda ou em situação de vulnerabilidade.

Os imóveis serão nos condomínios Solares 1 e 2 e pertencem a modalidade FAR (Fundo de Arrendamento Residencial), na qual as unidades são voltadas para famílias inscritas no CadÚnico. O FAR atende beneficiários com renda de até dois salários mínimos e as parcelas variam de R$ 80 a R$ 361,50. Beneficiários do Bolsa Família e do Benefício de Prestação Continuada (BPC) são isentos do pagamento.

O empreendimento é resultado de uma parceria entre o governo estadual, por meio do SER Família Habitação, a prefeitura de Tangará da Serra, que doou o terreno, e o governo federal, via programa Minha Casa, Minha Vida. O Governo de Mato Grosso também complementa o valor da obra com um subsídio de R$ 20 mil por unidade.

Leia mais:  Polícia Civil cumpre mandados em investigação de fraude eletrônica contra shopping de Várzea Grande

“Sabemos que Tangará da Serra tem um alto déficit habitacional e firmamos uma parceria com a prefeitura da cidade para dar início a essas obras, que vão reduzir este problema. Um empreendimento que se tornou realidade graças à união de esforços entre as esferas públicas e privadas”, afirmou Wener Santos, presidente da MT Par.

A seleção das famílias contempladas será feita pela prefeitura.

SER Família Habitação

O programa SER Família Habitação já investiu R$ 262,2 milhões em subsídios. Do total, R$ 102,9 milhões estão na modalidade FAR e R$ 195,9 milhões na modalidade Entrada Facilitada, que oferece subsídio de até R$ 20 mil para as famílias adquirirem um imóvel.

Ao todo foram beneficiados com o programa 23.215 famílias nas modalidades FAR e Entrada Facilitada.

Fonte: Governo MT – MT

Comentários Facebook
publicidade

Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

Publicado

Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

Leia mais:  Cavalaria da PM prende em Sorriso suspeito por tentativa de feminicídio em Nova Ubiratã

Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

Leia mais:  Polícia Civil inicia projeto para aprimorar investigações de crimes contra a vida

Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

Comentários Facebook
Continue lendo

Mais Lidas da Semana