Mato Grosso

Governo de MT lamenta falecimento da mãe do vice-governador

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O Governo de Mato Grosso lamenta o falecimento de Margarida Gelmina Faccin Pivetta, mãe do vice-governador Otaviano Pivetta, neste domingo (4.5), aos 94 anos, no Rio Grande do Sul.

O governador Mauro Mendes e a primeira-dama Virginia Mendes expressaram pesar pela morte de dona Margarida Gelmina.

“Sabemos o quanto perder nossa mãe é um momento muito difícil e estamos em oração para que Deus possa dar conforto aos corações de todos os familiares, amigos e, em especial, do nosso amigo Otaviano. Dona Margarida foi uma mulher muito especial, que sempre valorizou a família e buscou fazer o bem a todos que a cercavam. Nossos mais profundos sentimentos a todos”, afirmaram Mauro e Virginia Mendes.

O secretário-chefe da Casa Civil, Fábio Garcia, também lamentou a perda do vice-governador. “Dona Margarida está nos braços de Deus e é somente Ele que poderá dar força para encontrar conforto nesse momento. Meus pêsames ao Otaviano, aos familiares e amigos”.

Dona Margarida Gelmina nasceu em 1930, em uma família de colonos no Rio Grande do Sul. Foi professora alfabetizadora em Caiçara (RS) e, junto com o marido Tilídio José Pivetta, ajudou a desenvolver a cidade, onde criou seus 10 filhos. Ela também deixa netos, bisnetos e trisnetos.

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O vice-governador sempre falou de seus pais com muito respeito e admiração. “Sempre foram nossa inspiração e nosso sonho era ser como eles”.

O velório e enterro de dona Margarida será na Central de Luto Markoski, em Caiçara (RS), a partir das 20 horas.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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