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Governo do Brasil lança Escola do Trabalhador 4.0 em Ribeirão Pires (SP) nesta sexta-feira (17)

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O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, participa, nesta sexta-feira (17), às 10h, em Ribeirão Pires (SP), da cerimônia de lançamento da Escola do Trabalhador 4.0 no município. Após a solenidade, o ministro concede entrevista coletiva à imprensa local.

A Escola do Trabalhador 4.0 é uma iniciativa do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), em parceria com a Microsoft, que oferece cursos gratuitos nas áreas de tecnologia, produtividade e competências digitais. Integrante do Programa Caminho Digital, a plataforma tem como objetivo preparar trabalhadores brasileiros para os desafios da economia 4.0, ampliando oportunidades de qualificação e empregabilidade.

Às 14h, em Santo André, o ministro cumpre agenda na sede da Agência de Desenvolvimento Econômico do Grande ABC, onde se reúne com representantes do Instituto Federal de Mauá e Diadema e com setores econômicos da região.

Lançamento da Escola do Trabalhador 4.0 em Ribeirão Pires (SP)

Data: 17 de abril (sexta-feira)

10h – Cerimônia de lançamento da Escola do Trabalhador 4.0
Local: Fundo Social de Solidariedade – Avenida Francisco Monteiro, 2940 – Santa Luzia (Ribeirão Pires)

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11h – Coletiva de imprensa
Local: Fundo Social de Solidariedade – Avenida Francisco Monteiro, 2940 – Santa Luzia (Ribeirão Pires)

14h – Diálogo com o Instituto Federal (campi de Mauá e Diadema) e com setores econômicos da região do Grande ABC
Local: Sede da Agência de Desenvolvimento Econômico do Grande ABC – Av. Ramiro Colleoni, 5 – Centro, Santo André

 

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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Nacional

MTE participa da liberação de crédito ao programa CAIXA Hospitais

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O secretário-executivo do MTE, Francisco Macena, em evento nesta quarta-feira (03) no auditório da Caixa em Brasília com presença do vice-presidente Geraldo Alckmin; o presidente da Caixa, Carlos Vieira; o secretário de atenção especializada à Saúde, Mozart Sales; além de representantes de empresas da área filantrópica de Saúde do país participou da cerimônia de assinatura de contratos do programa CAIXA Hospitais / FGTS-Saúde.

O CAIXA Hospitais é uma linha de crédito destinada às entidades sem fins lucrativos, inclusive as certificadas como entidades beneficentes de assistência social (CEBAS), e às empresas privadas não filantrópicas, conveniadas com o Sistema Único de Saúde (SUS. Os recursos da linha devem ser aplicados de forma complementar ao Sistema Único de Saúde (SUS), com ênfase na reestruturação financeira e em investimentos.

A resolução do FGTS que estabeleceu as diretrizes gerais do Programa FGTS-Saúde foi publicada pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS) em março desse ano, destinando 8,5 bilhões de recursos do Fundo para hospitais filantrópicos e entidades sem fins lucrativos vinculadas ao Sistema Único de Saúde (SUS), no âmbito do Programa Agora Tem Especialista.

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Previsto dentro do PAC Saúde, o FGTS Saúde prevê a destinação dos recursos em crédito às entidades sem fins lucrativos, com juros de até 8,66% e taxa de risco de crédito de até 3,00% ao ano, conforme a Medida Provisória (MP) nº 1.336, de 6 de fevereiro de 2026. A linha foi criada com o objetivo de oferecer condições especiais para que as instituições de saúde possam renegociar dívidas e melhorar sua gestão financeira. Segundo o agente financeiro Caixa, o crédito vai servir a estruturação de dívidas e investimentos das Santas Casas, já tendo sido executados pelo Programa cerca de R$ 2,2 bilhões, sendo R$ 1,5 bilhão já contratados e outros R$ 715 milhões em fase final de contratação.

Na cerimônia de hoje foram assinados contratos com a Fundação José Silveira na Bahia (R$110 milhões), Sociedade Portuguesa de Beneficência de Campos, no Rio (R$ 27,6 milhões), Associação de Combate ao Câncer de Goiás (15 milhões), Sistemas de Saúde Vila Nova, no Rio Grande do Sul (R$ 45 milhões), Fundo Assistencial da Paraíba (R$ 12 milhões), Instituto do Câncer de Londrina, no Paraná (R$ 53 milhões) e Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (R$ 300 milhões) A medida, segundo o Ministério da Saúde, busca reduzir filas, evitar o agravamento de doenças e diminuir afastamentos do trabalho, além de fortalecer a sustentabilidade financeira do setor hospitalar, intensivo em mão de obra, além de contribuir para a preservação de empregos e renda dos trabalhadores.

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Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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