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Governo federal abre inscrições para proposição de painéis aos Pavilhões Brasil na COP30

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O governo federal abre, na próxima segunda-feira (11/8), o prazo de inscrições para propostas de painéis para os Pavilhões Brasil na 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30). A apresentação de propostas é uma das maneiras de participação da sociedade no evento, que ocorre em Belém (PA) de 10 a 21 de novembro. As propostas poderão ser enviadas até as 23h59 do dia 30 de agosto.

Em 2025, o processo de seleção incluirá os Pavilhões Brasil nas zonas azuis e verdes, que serão coordenados pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) em conjunto com outros órgãos do governo federal.

Os pavilhões reunirão a comunidade brasileira e internacional para diálogos sobre o enfrentamento da emergência climática, os 30 objetivos estratégicos da Agenda de Ação, as Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs, na sigla em inglês) e Plano Clima, além de abrigarem atos culturais e exposições relacionadas às temáticas da conferência.

Na Zona Azul, os debates se concentrarão nas discussões voltadas à implementação da NDC do Brasil no âmbito do Acordo de Paris, em um contexto de cooperação internacional.

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Na Zona Verde, os debates terão como foco temas relevantes para a sociedade brasileira no contexto doméstico, como a implementação do Plano Clima, que será o guia das ações de enfrentamento à mudança do clima do Brasil até 2035.

Os eventos nos Pavilhões Brasil ocorrerão das 10h às 18h. Cada um deles terá duração máxima de 50 minutos.

Interessados devem indicar o eixo temático, a data provável de realização e as instituições envolvidas como debatedoras e moderadoras, buscando ampliar a pluralidade das discussões e diferentes visões sobre o tema mudança do clima.

Em função da alta demanda por espaço, este ano haverá um limite de no máximo uma proposta por instituição para cada Pavilhão (uma para o Pavilhão da Zona Azul e uma para o Pavilhão da Zona Verde).

Acesse aqui o guia com orientações gerais para elaboração e envio de propostas. 

Assessoria Especial de Comunicação Social do MMA
[email protected]
(61) 2028-1227/1051
Acesse o Flickr do MMA 

Fonte: Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima

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Energia solar no agronegócio reduz custos e transforma a produção rural no Brasil

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Energia solar avança no agronegócio e se consolida como ferramenta estratégica no campo

A energia solar tem ganhado espaço no agronegócio brasileiro e vem transformando a gestão de custos e a operação de propriedades rurais de diferentes portes. A tecnologia, cada vez mais presente no campo, já é aplicada em atividades como irrigação, bombeamento de água, resfriamento de leite, armazenagem de grãos e climatização de estruturas agrícolas.

Segundo dados da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), o agronegócio representa cerca de 29% da energia renovável consumida no Brasil, reforçando o papel do setor na transição energética nacional.

Com isso, a energia fotovoltaica passa a ser vista não apenas como alternativa sustentável, mas como solução estratégica para aumentar a eficiência produtiva e reduzir custos operacionais.

Redução de custos e previsibilidade financeira impulsionam adoção no campo

Um dos principais fatores que explicam a expansão da energia solar no meio rural é a redução significativa das despesas com energia elétrica, que representam uma parcela relevante dos custos operacionais do agronegócio.

De acordo com especialistas do setor, a geração própria de energia permite maior previsibilidade financeira, reduzindo a exposição às variações tarifárias e melhorando o planejamento da produção.

“O produtor que consegue reduzir essa despesa de forma consistente ganha competitividade, melhora o fluxo de caixa da propriedade e consegue investir mais em produtividade e tecnologia”, afirma Raphael Brito, CEO da Solarprime.

Irrigação e armazenagem de grãos lideram aplicações da energia solar no agro

Entre as principais aplicações da energia solar no campo, os sistemas de irrigação se destacam pelo alto consumo energético. Em culturas que dependem de bombeamento constante de água, especialmente em períodos de estiagem, a tecnologia pode reduzir os custos com energia em até 90%, dependendo do sistema adotado e do uso de armazenamento.

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Além disso, a energia fotovoltaica tem sido amplamente utilizada em silos, câmaras frias, galpões e sistemas de ventilação, estruturas que exigem fornecimento contínuo de energia durante o ciclo produtivo.

Essas aplicações contribuem diretamente para a redução de perdas pós-colheita e para a melhoria da eficiência logística dentro das propriedades rurais.

Tecnologia amplia autonomia energética e fortalece a operação rural

Segundo especialistas, a energia solar deixou de ser apenas uma solução ambiental para se tornar uma ferramenta de gestão dentro das propriedades rurais.

“O produtor busca eficiência, previsibilidade e mais autonomia energética para sustentar o crescimento da operação”, explica Raphael Brito.

Na pecuária, a tecnologia também vem sendo adotada em sistemas de ordenha, resfriamento de leite e abastecimento de água para o rebanho. Em regiões mais afastadas dos centros urbanos, onde o fornecimento de energia pode ser instável, a geração própria garante maior segurança operacional.

Energia solar ganha espaço como investimento de longo prazo no agronegócio

Além da economia direta na conta de luz, fatores como longa vida útil dos equipamentos e baixa necessidade de manutenção reforçam a atratividade da energia solar no campo.

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Para o setor, a tecnologia se consolida como um investimento de longo prazo, alinhado à busca por maior eficiência e sustentabilidade econômica.

“O produtor rural brasileiro está cada vez mais atento à gestão do negócio. A energia solar entra como uma ferramenta importante para aumentar a eficiência, reduzir desperdícios e tornar a operação mais sustentável economicamente no longo prazo”, finaliza o CEO da Solarprime.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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